Enquete do PL 5814/2025

Resultado

Resultado parcial desde 12/11/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 80 81%
Concordo na maior parte 4 4%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 14 14%

O que foi dito

Pontos mais populares

O Positivo é que o que não será arrecadado pelo governo, será revertido dentro do Lar do Funcionário Público, dando a ele mais motivação a trabalhar em ambiente de risco.

JORGE LUIZ TOLEDO 15/07/2026
3

O Negativo é que NÃO FORAM INCLUÍDOS a "BASE" (Sargentos, Cabos e Soldados), praças das FFAAs, que fazem tudo isso, passam por privações e nem foram mencionados. Só os da Segurança Pública querem Isentar, mas os Militares de BASE, NÃO ESTOU DIZENDO os de Alta Patentes que só ficam em ar-condicionados, EU DIGO os que realmente cuidam das fronteiras e da nossa soberania NOS QUARTÉIS. São também seres humanos e também antes de serem Militares, nasceram Brasileiros, cidadãos comuns e ninguém ajuda.

JORGE LUIZ TOLEDO 15/07/2026
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

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  • Ponto positivo: Não existe ponto positivo nesta proposta, só irá onerar mais o trabalhador comum, isenção de imposto de renda tem que ser para todos os brasileiros que recebem até 10mil reais por mês

    WILSON RODRIGUES DOS SANTOS 16/07/2026
    0
  • Ponto positivo: Reconhecimento da atividade de risco desenvolvida pelos profissionais.

    LEANDRO RIBEIRO LIMA NEVES 15/07/2026
    0
  • Ponto negativo: Não se deve isentar servidor publico nenhum de impostos, o imposto pesa no bolso de todos, se aqueles ligado a administração publica não sentir o peso do imposto, estarão sujeitos a má administração de recurso publico, se quer beneficiar financeiramente o servidor publico, aumente seu piso salarial mas não dê isenção de imposto. Ainda mais o IR que é utilizado muitas vezes pra descobrir corrupção do servidor.

    WALACE ORNELAS SOARES 15/07/2026
    1
  • Ponto positivo: Podem muito bem Incluir os militares Federais nessa Lei. Nas fronteiras trabalham ombro-a-ombro com a PF e PRF. Estão sujeitos a piores condições de trabalho que a própria Polícia.

    VITOR HUGO SILVA DE OLIVEIRA 15/07/2026
    1
  • Ponto negativo: Cria uma categoria de indivíduos privilegiados, acima da lei que rege a maioria dos brasileiros.

    ANTONIO ALBERTO MESQUITA 15/07/2026
    0
  • Ponto positivo: O Positivo é que o que não será arrecadado pelo governo, será revertido dentro do Lar do Funcionário Público, dando a ele mais motivação a trabalhar em ambiente de risco.

    JORGE LUIZ TOLEDO 15/07/2026
    3
  • Ponto negativo: O Negativo é que NÃO FORAM INCLUÍDOS a "BASE" (Sargentos, Cabos e Soldados), praças das FFAAs, que fazem tudo isso, passam por privações e nem foram mencionados. Só os da Segurança Pública querem Isentar, mas os Militares de BASE, NÃO ESTOU DIZENDO os de Alta Patentes que só ficam em ar-condicionados, EU DIGO os que realmente cuidam das fronteiras e da nossa soberania NOS QUARTÉIS. São também seres humanos e também antes de serem Militares, nasceram Brasileiros, cidadãos comuns e ninguém ajuda.

    JORGE LUIZ TOLEDO 15/07/2026
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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