Enquete da PEC 40/2025

Resultado

Resultado parcial desde 29/10/2025

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A proposta, de autoria do deputado Maurício Marcon (Podemos-RS), é vista como uma alternativa ou contraponto à PEC 8/2025 (da deputada Erika Hilton), que propõe a redução obrigatória da jornada de trabalho sem redução de salário. Eu trabalho como MEI não como CLT eu sei que essa PEC é um jeito de pagar menos o trabalhador, não acho justo isso!

LUANA CARMEN DE CASTILHOS 07/12/2025
13

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Exibindo resultados 1 a 5 de 5 encontrados.

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  • Ponto negativo: Não vejo os deputados que propuseram essa vaga solicitando acordo da população em relação ao aumento de seus salários, não vejo os deputados perguntando se podem faltar nas votações, não vejo os deputados pedirem permissão para viajar, apenas fazem oque dão na telha, porém quando se trata do povo, ai dizem que devemos negociar com o patrão? Com zero garantia de não ser demitido após solicitar esse acordo, voces estão testando a paciência do povo, e logo terão oque merecem caso não se comportem.

    CAIO EMANUEL CAMPOS PEROAS DA SILVA 27/05/2026
    2
  • Ponto negativo: Essa proposta enfraquece a classe trabalhadora, já que numa relação de trabalho CLT, sempre quem dita as regras é o patronal, se o empregado tivesse direito de escolha, ninguém estaria trabalhando 44h semanal e 6 dias na semana por 1800$.

    EDVALDO FERREIRA DA SILVA FILHO 23/03/2026
    8
  • Ponto negativo: Infelizmente essa PEC não contribui com avanços para o trabalhador, digo por ser um.

    YVIS JHONATA PAIVA DE ALMEIDA 10/03/2026
    5
  • Ponto negativo: A mais valia de um trabalhador nunca foi de sua propriedade, ja que em uma entrevista ou em algum acordo ele nunca teve e nem terá um real poder de barganha graças ao exército de reserva que foi construido nas últimas décadas.

    YAGO FERREIRA RAMOS OLIVEIRA 14/01/2026
    4
  • Ponto negativo: A proposta, de autoria do deputado Maurício Marcon (Podemos-RS), é vista como uma alternativa ou contraponto à PEC 8/2025 (da deputada Erika Hilton), que propõe a redução obrigatória da jornada de trabalho sem redução de salário. Eu trabalho como MEI não como CLT eu sei que essa PEC é um jeito de pagar menos o trabalhador, não acho justo isso!

    LUANA CARMEN DE CASTILHOS 07/12/2025
    13
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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