Enquete do PL 5438/2025

Resultado

Resultado parcial desde 28/10/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 23 82%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
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O que foi dito

Pontos mais populares

O efeito colateral desse projeto visa ajudar as forças de segurança contra os marginais e dar segurança a população com a possibilidade do poder de defesa e reação para a população cada vez mais desassistida e vulnerável a mercê da bandidagem.

FERNANDO HENRIQUE LIMA SOUSA 09/11/2025
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Liberar o porte de arma simplesmente por a pessoa ser MEI não é uma boa ideia. Ser MEI é uma categoria empresarial, e não significa necessariamente que a pessoa esteja exposta a um risco maior. No Brasil, onde já temos altos índices de violência e muitos conflitos acabam escalando, facilitar o acesso ao porte pode fazer com que situações de assalto, briga ou discussão tenham consequências muito mais graves. Acho mais justo analisar o risco individual de cada atividade, permitindo o porte par

MARIA EDUARDA BITTENCOURT DOS SANTOS 16/08/2026
1

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  • Ponto negativo: Brasileiro não tem saúde mental para portar arma de fogo. Qualquer situação de trânsito ou discussão vai resultar em uso da mesma ocasionando inúmeras mortes. Tiroteios constantes e massacres em escolas nos Estados Unidos são prova clara disso. Resolvam a Saúde mental do país primeiro e depois considerem o porte.

    WESLLEY OLIVEIRA NOBRE 20/08/2026
    0
  • Ponto negativo: Liberar o porte de arma simplesmente por a pessoa ser MEI não é uma boa ideia. Ser MEI é uma categoria empresarial, e não significa necessariamente que a pessoa esteja exposta a um risco maior. No Brasil, onde já temos altos índices de violência e muitos conflitos acabam escalando, facilitar o acesso ao porte pode fazer com que situações de assalto, briga ou discussão tenham consequências muito mais graves. Acho mais justo analisar o risco individual de cada atividade, permitindo o porte par

    MARIA EDUARDA BITTENCOURT DOS SANTOS 16/08/2026
    1
  • Ponto positivo: A própria ideia de que o porte de arma agora é factível para qualquer parcela da população por si só já deve diminuir a criminalidade. Pessoas com má intenção podem pensar que existe um número maior de pessoas armadas pela sociedade que podem se defender ou defender ao outro, Não somente forças públicas que andam identificadas.

    GABRIEL DE SOUSA ARAUJO 15/08/2026
    0
  • Ponto positivo: O efeito colateral desse projeto visa ajudar as forças de segurança contra os marginais e dar segurança a população com a possibilidade do poder de defesa e reação para a população cada vez mais desassistida e vulnerável a mercê da bandidagem.

    FERNANDO HENRIQUE LIMA SOUSA 09/11/2025
    2
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    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

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