Enquete da PEC 38/2025

Resultado

Resultado parcial desde 24/10/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 599 1%
Concordo na maior parte 218 0%
Estou indeciso 25 0%
Discordo na maior parte 2.176 3%
Discordo totalmente 69.638 96%

O que foi dito

Pontos mais populares

Simplesmente não existem pontos positivos. A maioria dos servidores não têm esses privilégios citados. Se for aprovado, vai precarizar o serviço público.

THIAGO CALHAU MARTINS 26/10/2025
4027

Precariza a prestação de serviços públicos para a sociedade, especialmente para os mais vulneráveis.

FABIANO GUMIER COSTA 26/10/2025
3649

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 1906 encontrados.

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  • Ponto negativo: Qualquer proposta de aprimoramento do serviço público NÃO deve ensejar qualquer tipo de perda de estabilidade, posto que já há mecanismos de controle de qualidade do serviço. Além disso, especialmente como professor, não posso admitir qualquer ingerência que aponte para a perda da estabilidade, sob pena de comprometer, derradeiramente, as já parcas liberdade e segurança profissionais para o pleno exercício do magistério.

    BERNARDO ALVES FERREIRA DE SOUZA 15/03/2026
    3
  • Ponto positivo: Deve-se limitar o número de cargos em comissão e aumentar o número de servidores concursados! Os comissionados são os verdadeiros parasitas do Estado!

    EMERSON SANTOS ARAUJO DA SILVA 10/03/2026
    5
  • Ponto negativo: Esta na cara que essa reforma administrativa é uma armadilha contra a população brasileira. Os funcionários dos três poderes por exemplo: Ministros e políticos vão diminuir os seus respectivos privilégios? É óbvio que não e são funcionários públicos e já aprovaram o próprio aumento salarial.

    JORDAN BOJOV MENDES BARRETO 26/02/2026
    4
  • Ponto negativo: Segundo dados do IBGE e estudos sobre finanças públicas municipais: O Brasil tem 5.570 municípios. Em cerca de 70% dos municípios, a principal fonte de receita é o FPM (Fundo de Participação dos Municípios) — ou seja, dinheiro transferido pela União. POR QUE NÃO INCLUI A DISSOLUÇÃO DESSES MUNICÍPIOS NESSA REFORMA? PREFEITURAS, CÂMARAS DE VEREADORES E TODA UMA MÁQUINA PÚBLICA SENDO SUSTENTADA POR NOSSOS IMPOSTOS SENDO QUE ESTES "MUNICÍPIOS" NÃO PRODUZEM E NÃO DESENVOLVEM ECONOMIA.

    JULLYANY CARVALHO EWERTON 25/02/2026
    0
  • Ponto negativo: A reforma deve ser feita de cima para baixo e não ao contrário. A classe já sofre por defasagens históricas. Aumentar o limite para chegar ao teto da carreira é desprestigiar quem se entrega ao cargo e desenvolve suas atividades até o fim.

    SAMUEL COSTA JUNDI 23/02/2026
    1
  • Ponto negativo: Se o atendimento ao público não está desejável é pq faltam pessoas. Muitos servidores levam equipamentos próprios para trabalhar melhor. Ao invés de precarizar ainda mais o servidor, eles devem ser valorizados. Concurso ao invés de contratações temporárias. Os servidores concursados evitam corrupção. Quem entra em falcatruas, na maioria das vezes, são indicados, não concursados, por isso querem precarizar ainda mais. Valorizem o servidor público, façam concursos e equipem adequadamente.

    LAURA BEATRIZ LAGE 30/01/2026
    14
  • Ponto positivo: O projeto da PEC 38/2025 representa uma medida de bom senso, pois estabelece metas mínimas de ordem para que o funcionalismo público recupere sua missão de atender ao povo. Hoje, enfrentamos baixa eficiência e altos salários em algumas carreiras. A proposta concentra-se em corrigir privilégios da elite do funcionalismo, o impacto será principalmente a adoção de metas e avaliações de desempenho bonificando os melhores que entregam.

    ANNE NINO DE ALKIMIN 27/01/2026
    3
  • Ponto negativo: Como sempre o servidor público tendo sua carreira desvalorizada e precarizada, sendo eleito como vilão. Isso demonstra o interesse que alguns têm de acabar com a máquina pública que hoje é a única forma do povo ser atendido em seus direitos primordiais.

    DAIANI NOGUEIRA LUCHE 20/01/2026
    16
  • Ponto negativo: A reforma administrativa somente precariza o serviço público. Acaba com os direitos dos servidores. As metas por bônus são uma enganação (não há recursos suficientes e poucos receberão), mas será usada para demitir os servidores públicos, sob o falso argumento de falta de desempenho. E a longo prazo só teremos pessoal admitido por contrato. Vejam os inúmero hospitais públicos administrativos por particulares (OS). A Qualidade do serviço público eh ruim e a população pensa que são servidores.

    LUIZA LAURENTINO 20/01/2026
    11
  • Ponto negativo: Estou espantada com uma PEC que se diz contra privilégios promover o pagamento de adicionais a pessoas em funções de confiança. Me parece que o objetivo é mais uma vez beneficiar os favoritos dos reis.

    LIVIA CRISTINA DOS SANTOS SILVA 20/01/2026
    9
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.