Enquete do RIC 6660/2025

Resultado

Resultado parcial desde 22/10/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 430 100%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 2 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Tal procedimento ajudará na correção/ injustiça no que tange a situação do Quadro de Sargentos Especiais da FAB. Correção histórica.

MARCELO SANTOS DA SILVA 31/10/2025
18

Da parte do legislativo e deputado Áureo nada a falar,agora do Ministro da Defesa sim,ele poderia restaura um erro de anos junto a comandante da Aeronáutica.A demora em responder a câmara também e um ponto muito negativo.

GUARACY ALENCAR RODRIGUES 31/10/2025
10

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 20 encontrados.

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  • Ponto positivo: A promoção dos integrantes do QESA é um ato de justiça, uma vez que os QESA, foram preteridos em relação ao quadro - Cb - feminino; aos Taifeiros; e dentro do próprio quadro QESA, vez que, os QESA mais antigos foram só a 3o Sargento, enquanto os mais novos a 2o Sargento. Trata-se de verdadeira iniquidade, urgente portanto, fazer justiça. E fazer justiça sem impor questões e condições que dificultem ou impeçam a realização do ato de promoção a SO, obrigando os candidatos a renunciarem de direitos

    SERGIO BARBOSA 09/05/2026
    0
  • Ponto positivo: O reconhecimento do governo, fará justiça por tantas distorções impostas a várias décadas a categoria, entendido pelo congresso nacional que esse ajuste somente originado da presidência surtirá o efeito sonhado pelos qesas ao longo de todo esse tempo.

    CARLOS JOSE FERREIRA DE FREITAS 18/11/2025
    2
  • Ponto positivo: Uma questão de justiça aos QESA que ficamos 20 anos na mesma graduação de cabo e agora mais 24 esperando para ser corrigido está injustiça.

    JOSE JOAQUIM MAGALHAES 14/11/2025
    3
  • Ponto positivo: Boa noite, vai consertar uma grande injustiça sobre a classe QESA, durante mais de 40 anos, que agente vem sofrendo.

    JORGE LUIZ RIBEIRO PORTELA 11/11/2025
    5
  • Ponto positivo: Ajudará a consertar a injustiça que foi feita contra os militares do quadro especial de sargentos da aeronáutica há mais de 40 anos.

    ANTONIO RICARDO LOUREIRO 10/11/2025
    6
  • Ponto positivo: Anomalia de criminalidade cometida pelo alto cmdo da nossa amada FAB, notório descaso, ódio aos QCB , esses hj na reserva, veteranos q eram doutrinados na hierarquia, disciplina, respeitadores, e cumpriam muito além de cargo… em compensação a isso, o cmdo na suas conivências a bel-prazer, elaboraram benefícios a outros quadros hierarquicamente mais novos, o QCB, escanteou ao desprezo mendigos, humilhação provocada, juntou no mesmo estágio, ambos quadros, para só os mais novos chegar SUBOFICIAL!

    CARLOS ALBERTO PATRICIO MAGALHAES 04/11/2025
    5
  • Ponto positivo: Concordo por se tratar corrigir grotescos "equivocos" e porquê nao dizer preconceito com uma classe que sempre esteve á frente e pronta para executar diversas atividades muitas das vezes inerentes a suas habilidades. Concordo por encergar a possibilidade de melhor qualidade de vida em nossa velhice após longos anos termos honrados nosso compromisso com a Força Aérea, com a nação brasileira.

    WELLINGTON JOSE AIRES COSTA 03/11/2025
    4
  • Ponto positivo: Muitos anos de trabalho sem recomendo do devido valor ao militares do quadro QESA.

    GILBERTO PAULO DA CONCEICAO 02/11/2025
    4
  • Ponto positivo: Merecido !

    OSCARINO LUIZ DOS SANTOS FILHO 01/11/2025
    5
  • Ponto positivo: Essa promoção dos sargentos qesa a Sub oficiais, deveria ter sido uma ascensão natural e por tempo de serviço os praças deveriam ter sido valorizados desde o início , sem precisar recorrer a tantas instâncias constrangedoras e discriminatórias !

    OSCARINO LUIZ DOS SANTOS FILHO 01/11/2025
    5
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.