Enquete do PL 5120/2025

Resultado

Resultado final desde 14/10/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.364 98%
Concordo na maior parte 20 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 7 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

A valorização da carreira e a simetria com o judiciário são fundamentais para a manutenção da prestação de serviços de excelência dos servidores do MPU.

LUIZ CARLOS CARDOSO CAETANO 14/10/2025
107

O projeto de lei poderia ter incluído o adicional de qualificação nos mesmos moldes ao PL proposto pelo Poder Judiciário.

WILSON HENRIQUE DE OLIVEIRA PRESTES 14/10/2025
101

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 39 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Faltou incluir o Adicional de Qualificação nos moldes do PL aprovado para os servidores do Poder Judiciário da União, mantendo assim a simetria que sempre existiu entre as carreiras dos servidores do MPU e PJU.

    OSVALDO SA DE ARAUJO NOGUEIRA JUNIOR 26/02/2026
    0
  • Ponto positivo: Recuperar, ainda que parcialmente, as perdas salariais dos servidores do MPU.

    OSVALDO SA DE ARAUJO NOGUEIRA JUNIOR 26/02/2026
    0
  • Ponto positivo: É de extrema importância a valorização do servidor do MPU e a manutenção da simetria em relação ao poder judiciário

    GABRIELA STARLING FERREIRA LAGE 01/12/2025
    3
  • Ponto positivo: Entendo que o projeto de lei em trâmite irá recompor, em parte, as perdas inflacionárias enfrentadas pelos servidores do MPU ao longo dos últimos anos, sendo de crucial importância sua aprovação pela Câmara dos Deputados, assim como se faz necessária, se for possível, a inclusão no referido projeto de reajuste do adicional de qualificação, uma vez que muitos servidores, portadores de títulos de especialização, mestrado e doutorado, não são devidamente reconhecidos por sua qualificação técnica.

    JOSE DE PAULA ARAUJO 05/11/2025
    3
  • Ponto positivo: Recomposição de parte das perdas inflacionarias e valorização dos servidores.

    LEONARDO JOSE DA SILVA RIBEIRO 20/10/2025
    5
  • Ponto negativo: O presente PL NÃO contempla a restruturação do Adicional de Qualificação, o que compromete a manutenção da simetria com os servidores do Poder Judiciário da União - PJU.

    ROBERTO PESTANA AUGUSTO 17/10/2025
    5
  • Ponto positivo: Valorização dos servidores do MPU, fundamentais para a entrega de serviços à sociedade e ao fortalecimento do Estado Democrático de Direitos. O PL é justo para possibilitar que os servidores públicos de terem a recomposição salarial em razão das perdas inflacionárias e será um passo no sentido de manter a simetria com servidores do Poder Judiciário da União.

    ROBERTO PESTANA AUGUSTO 17/10/2025
    6
  • Ponto positivo: O PL contribui pra valorização de seus Servidores, consequentemente do Ministério Público que desempenha função essencial à justiça.

    ERICK ALVICE SILVA 17/10/2025
    5
  • Ponto negativo: Faltou no PL do MPU a previsão do mesmo AQ que foi previsto no PL do Judiciário.

    SOLIMAR DE CARVALHO MARETO 17/10/2025
    6
  • Ponto positivo: Trata-se da recomposição (ainda que tardia) estendida ao Executivo Federal, há muito negociada com o Governo Federal. Ponto para a Comissão de Servidores que mostrou voz e fez-se aparecer.

    CELSO HOLANDA GOMES 17/10/2025
    6

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei