Enquete do PL 4875/2025

Resultado

Resultado parcial desde 01/10/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 6.045 98%
Concordo na maior parte 80 1%
Estou indeciso 5 0%
Discordo na maior parte 4 0%
Discordo totalmente 49 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Excelente proposta, quem vive no ambiente offshore sabe o quão cansativo é o período embarcado , ambiente extremamente perigoso que causa um desgaste físico e mental enorme a está classe, este maior período de descanso será muito útil para saúde mental e física de todos trabalhadores offshore que somam e contribui para essa industria de suma importância para a nação brasileira .

FELIPE RIBEIRO SOARES 13/10/2025
291

Ponto que discordo é o texto tentar imputar algo como a gente contra eles. Isso tem que acabar. Um clímax de hostilidade. Lembrando que a questão dos trabalhadores offshore não usufruírem ainda mais de seus ganhos muito tem haver com tamanho do estado que com aumento de impostos incide sobre o ganho do trabalhador offshore que consequentemente tem no seu líquido final uma diminuição com isso aproveita menos os seus ganhos. A proposta poderia acompanhar uma solicitação de revisão do IR Offsho.

JOSE ROBERTO FRANCO JUNIOR 14/10/2025
98

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 81 encontrados.

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  • Ponto positivo: Garante um período de descanso maior aos trabalhadores e com isso podem resolver seus compromissos pessoais com mais calma e ficar com a família mais tempo principalmente quando se têm crianças pequenas em casa. Compromissos como estudos on-line estando embarcado é praticamente impossível pois os serviços de internet têm velocidade quantidade limitada, por vezes não conseguimos nem resolver problemas familiares e a internet já acabou.

    RONIVALDO ASSIS CONDE 19/05/2026
    0
  • Ponto negativo: Concordo totalmente com a PL, porém sabemos que têm coisas no Brasil quase impossíveis de serem aprovadas devido ao enteresse de gente graúda que prefere que as coisas continuem assim para os colaboradores que realmente fazem a empresa ser o que ela é hoje. Acredito que isto impactaria em mais contratação de mão de obra especializada que já está escassa neste pais e isso não é de interesse do empresariado terceiro e nem da contratante. Infelizmente, creio que é um projeto que já nasceu morto.

    RICARDO DEL DUCCA 10/04/2026
    0
  • Ponto positivo: A escala se tornando 14x21 será de uma grande valia, pois no 14x14 contamos com viagens 1 dia antes do embarque, mais 1 dia de viagem após o desembarque, perdendo 2 dias de forma automática. Além de termos nossos compromissos burocráticos que não entram na parte de lazer e descanso com nossas famílias.

    JOAO PEDRO RANGEL ABREU 09/01/2026
    4
  • Ponto negativo: Não existe ponto negativo nesse projeto de lei, essa lei só traz benefícios para a sociedade, li a maioria dos textos que falaram de pontos negativos e na verdade são pontos que ainda reforçam a necessidade de ter 21 um dias com a família, pois isso não tem preço que pague, qualidade de vida, tempo para desfrutar com a familia, uma forma de compensar os 14 dias longe, que na verdade tem por objetivo dar mais qualidade de vida para a familia que fica em terra.

    IVONEI HENRIQUE 29/12/2025
    0
  • Ponto positivo: O ponto extremamente positivo é um aumento de empregos nessa área que empresa a escala de embarque. O país precisa de empregos, com a alteração da escala irá gerar mais empregos e consequentemente maior distribuição de riqueza, igualdade social, igualdade de direitos entre todos os trabalhadores, pois quem trabalha no meio do mar também merece qualidade de vida e saúde mental.

    IVONEI HENRIQUE 29/12/2025
    1
  • Ponto positivo: O ponto positivo é o fato de que também quem trabalha, e gera riqueza para a empresa e o país tem que ter o mérito de ter um contato maior com a família e a sociedade a qual gera essa demanda, que é o petróleo ou outro tipo de serviço relacionado. Ficar perto da família é uma forma de compensação, um conforto que é dado a quem se dedica a sacrificar parte de sua vida no meio do mar para suprir essa demanda da sociedade.

    IVONEI HENRIQUE 29/12/2025
    1
  • Ponto positivo: MELHORA DE QUALIDADE DE VIDA, SAÚDE MENTAL MAIS TEMPO PARA A FAMILIA!

    ALEXANDRE DA SILVA DE SANTANA 15/12/2025
    2
  • Ponto negativo: Agente no local de trabalho só tem pressão, estresse para comprir demandas. Enquanto a PR produz lucra as alto e divide entre as eles o espólio. Não se importam com quem matem o ganho deles

    ADALIO DOS SANTOS 06/12/2025
    1
  • Ponto positivo: Essa escala de 14 x 21 é muito boa. Principalmente para trabalhadores de outro estado q ao final do período de trabalho perdem mas de 5 cinco dias de sua folga para ficar com a família. Pq nem todos tem a opção de morar no estado de trabalho. Então tem q viajar de ônibus que na maioria das vezes dura 4 ou 5 dias de viagem. E as presidência da PR deveria ser solidária vc com essa situação. Eas empresa nem si quer ajudar com o transporte. Si quer com a metade do valor!!!!

    ADALIO DOS SANTOS 06/12/2025
    3
  • Ponto negativo: Apesar das folgas longas, a escala 14x21 pode ser desafiadora. Ficar 14 dias longe de casa pesa emocionalmente, especialmente para quem tem família ou rotina social ativa. A carga de trabalho costuma ser intensa, gerando cansaço acumulado e sensação de isolamento. Além disso, compromissos frequentes, como consultas, eventos e atividades pessoais, precisam ser concentrados nos 21 dias de descanso, exigindo muita organização e adaptação.

    MARIO EUGENIO SOARES NETO 02/12/2025
    3
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.