Enquete da PEC 35/2025

Resultado

Resultado parcial desde 23/09/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 37 56%
Concordo na maior parte 7 10%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 4%
Discordo totalmente 20 30%

O que foi dito

Pontos mais populares

A PEC 35/2025 garante que a criação de uma moeda digital oficial do Banco Central só ocorra com a aprovação da Câmara e do Senado, aumentando a transparência e o controle democrático. Além disso, protege o cidadão ao impedir que o dinheiro em papel seja extinto sem aval do Congresso, preservando a liberdade de escolha e evitando a exclusão de pessoas que dependem do uso do dinheiro físico.

LUIS HENRIQUE QUEIROZ DE SOUZA 29/09/2025
5

A exigência de aprovação do Congresso vai criar um ambiente de incerteza para o mercado. Desincentivando investimentos em inovações financeiras e no Drex, impactando negativamente o desenvolvimento do setor.

ANTONIO RODRIGUES DE FREITAS 24/09/2025
2

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  • Ponto negativo: O Congresso Nacional tem poder demais. Legislam sobre o mercado de cursos superiores, algo que deveria estar sendo regulamentado pelos próprios conselhos profissionais, e agora querem legislar sobre políticas financeiras. Esses mesmos parlamentares que não tem nenhuma expertise em finanças, economia ou qualquer coisa nesse sentido comprovada para exercer o mandato? Que legislam em causa própria, como foi com a PEC da blindagem? Loucura colocar tanto poder na mão de gente incompetente.

    JULLYANY CARVALHO EWERTON 28/02/2026
    1
  • Ponto negativo: Discordo com a PEC o sistema financeiro deve mudar mesmo e devem sim implementar o DREX. Dinheiro em espécie que não pode ser resfriado e n estufado só serve para servir de muleta ao tráfico e lavagem de dinheiro sujo.

    LUANA CARMEN DE CASTILHOS 04/12/2025
    0
  • Ponto positivo: Permite que haja opção. Nada que é imposto de forma única é saudável.

    JORGE PAULO DE MORAES BEZERRA 20/10/2025
    2
  • Ponto positivo: A PEC 35/2025 garante que a criação de uma moeda digital oficial do Banco Central só ocorra com a aprovação da Câmara e do Senado, aumentando a transparência e o controle democrático. Além disso, protege o cidadão ao impedir que o dinheiro em papel seja extinto sem aval do Congresso, preservando a liberdade de escolha e evitando a exclusão de pessoas que dependem do uso do dinheiro físico.

    LUIS HENRIQUE QUEIROZ DE SOUZA 29/09/2025
    5
  • Ponto negativo: A exigência de aprovação do Congresso para qualquer avanço na moeda digital pode engessar o país, atrasando a inovação financeira e tecnológica. Questões que deveriam ser técnicas podem virar disputas políticas, dificultando respostas rápidas em situações de crise e deixando o Brasil atrás de outros países que modernizam seus sistemas monetários.

    LUIS HENRIQUE QUEIROZ DE SOUZA 29/09/2025
    1
  • Ponto positivo: Outra coisa: O BC disse que o DREX vai co-existir com o dinheiro físico. Vai nessa... Depois que abrir a porteira, vem a boiada e quando se der conta, é tarde demais... sempre foi assim em todos os regimes totalitários: prometem que vai ser temporário, que vai coexistir... e quando se vê, já se foi a tua liberdade e você é mais um escravo do Estado, esse leviatã insaciável...

    EDER DE SOUZA 26/09/2025
    2
  • Ponto positivo: Eu só não concordo que "A extinção do papel-moeda como meio de pagamento decurso forçado no território nacional é vedada, salvo se aprovada por dois terçosdos membros de cada uma das Casas do Congresso Nacional." Papel-moeda NUNCA deve ser extinto. PONTO. Deverá ser emitido perpetuamente e congresso algum deve ter a possibilidade de votar por extinção.

    EDER DE SOUZA 26/09/2025
    1
  • Ponto negativo: A exigência de aprovação do Congresso vai criar um ambiente de incerteza para o mercado. Desincentivando investimentos em inovações financeiras e no Drex, impactando negativamente o desenvolvimento do setor.

    ANTONIO RODRIGUES DE FREITAS 24/09/2025
    2
  • Ponto negativo: Essa PEC é um retrocesso à inovação financeira e enfraquece a autonomia do Banco Central do Brasil. Ela criaria obstáculos desnecessários e burocráticos para a modernização do nosso sistema financeiro, atrasando o Brasil em relação a outros países que já estão desenvolvendo suas CBDCs.

    ANTONIO RODRIGUES DE FREITAS 24/09/2025
    0
  • Ponto negativo: A afirmação de que o Drex forçará a extinção do papel-moeda é falsa, o BC esclareceu em diversas ocasiões que o Drex foi projetado para coexistir com o dinheiro físico e não para substituí-lo de forma compulsória.

    ANTONIO RODRIGUES DE FREITAS 24/09/2025
    1
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    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.