Enquete do PRC 71/2025

Resultado

Resultado parcial desde 16/09/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 4 6%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 2%
Discordo totalmente 61 92%

O que foi dito

Pontos mais populares

Seria positivo se todas as religiões fosse incluídas nessa bancada. Mas isso não é o caso aqui no Brasil. Quem está tomando conta é principalmente as igrejas evangélicas onde se encontra o pastor Silas Malafaia e de Macedo e tantos outros que a gente já conhece na mídia. Que não ajudam as pessoas mas querem tirar vantagem das pessoas e do governo agora com essa bancada. Então para que esse fato seja positivo ela precisa incluir todas as religiões. E pelo jeito Essa não é a proposta.

ELIAS FELIX DE FIGUEIREDO 22/10/2025
14

O Brasil é um estado laico e não precisa de uma bancada para representar uma determinada religião. Precisamos que os cidadãos não leve o seu dogma ou qualquer rito religioso. Dessa forma se cria um apartheid para outras religiões. Por que no Brasil não existe só a religião evangélica ou católica ou protestante. Com certeza os responsáveis por essa religiões não se comunicam com outras religiões que não seja do seu pertencimento. Exemplo: umbanda

ELIAS FELIX DE FIGUEIREDO 22/10/2025
21

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 16 encontrados.

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  • Ponto negativo: A constituição diz que o estado é laico não cristão ,ou qualquer outra religião ,todos são livres para cultuar sua fé seja ela qual for mas nos seus respectivos templos,camara dos deputados tem que representar toda a nação não um grupo específico.Sem falar em mais gastos públicos. Daqui a pouco o Brasil vira oriente médio onde as leis de uma religião vira a lei de todos.Um absurdo esse projeto.Retrocesso

    MARINA MARIA LEAL MOREIRA 19/12/2025
    0
  • Ponto negativo: A proposta inteira é o ponto negativo. O Brasil é um Estado laico, religião deveria ficar de fora nesses aspectos. Não há absolutamente nada de positivo nisso.

    THAYNA LARISSA DA SILVA RABELO 28/10/2025
    3
  • Ponto negativo: Aumento desnecessário de gastos publicos, que poderiam ir para saúde e educação. O Brasil éconsiderado laico e isso é um tapa na cara do cidadão que trabalha demais pra bancar o congresso. Cadê a urgencia para o fim da escala 6x1? Isso sim é urgente e benefico pra a população. Só querem usar isso como palanque eleitoral as nossas custas. Ir contra a vontade do povo que os elegeu é o sinalmais claro e engativo dessa iniciativa de uso indevido de impostos

    LUCIANE TENGUAN ROSA 25/10/2025
    2
  • Ponto positivo: Nenhum, só aumenta os gastos publicos com algo sem nenhuma serventia a não ser encher os bolsos de politicos interessados nisso, já roubam demais e agora quemre usar de forma legalziada o roubo deles? NÂO!

    LUCIANE TENGUAN ROSA 25/10/2025
    2
  • Ponto negativo: Ponto negativo em todos os aspectos. Esse projeto não une, ele divide. Ao privilegiar uma religião, a Câmara desrespeita todos os brasileiros de outras crenças ou sem crença. Um desserviço à nação!

    ANA PAULA WEDEN MOTTA 24/10/2025
    3
  • Ponto positivo: Nenhum ponto positivo para população, apenas para os evangélicos que estão a frente desse projeto de lei absurdo! Um projeto totalmente negativo! Religião e política não se misturam, jamais se misturam. O Estado é Laico, e criar uma bancada cristã é um retrocesso perigoso, que abre precedente para o fanatismo e a exclusão. Um absurdo completo!

    ANA PAULA WEDEN MOTTA 24/10/2025
    1
  • Ponto negativo: Simplesmente o país não pode apoiar um absurdo desses. Os evangélicos aceitariam uma bancada umbandista? Não. Os evangélicos apoiariam uma bancada ateísta? Não. Então pronto. Percebam que o problema na maioria das vezes NÃO é o católico, o espírita, o umbandista. O PROBLEMA na grande maioria das vezes é o EVANGÉLICO, que é INTOLERANTE com qualquer religião que não seja a dele. Imagina se todos pensassem assim?

    NATALIA TINOCO SANTOS BRANCO RIBEIRO 23/10/2025
    10
  • Ponto positivo: Nenhum ponto positivo. Igreja e política NÃO podem se misturar.

    NATALIA TINOCO SANTOS BRANCO RIBEIRO 23/10/2025
    8
  • Ponto negativo: Só se trata de uma tentativa de ampliar ainda mais o poder desigual que o fundamentalismo tem no congresso -- não só o projeto ignora qualquer outra religião; ele favorece aquela que já domina politicamente, no Brasil, sobre as outras. Não "aumenta a representatividade do povo brasileiro", só a torna ainda mais desigual, o que é muito danoso em uma democracia. Quando um projeto tratar de toda religião no Brasil, pode haver debate, mas isso é um absurdo.

    PEDRO AUGUSTO CAMARGO FONTES 23/10/2025
    8
  • Ponto negativo: Esse é o pior congresso que o Brasil já teve. Erro atrás de erro, parem de colocar os seus interesse acima dos interesses da população que sustenta vocês. Brasil estado laico.

    SOFIA CARRICO AREND 23/10/2025
    5
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).