Enquete do PL 4573/2025

Resultado

Resultado parcial desde 15/09/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 188 10%
Concordo na maior parte 38 2%
Estou indeciso 5 0%
Discordo na maior parte 100 6%
Discordo totalmente 1.481 82%

O que foi dito

Pontos mais populares

A indústria de modificação gera empregos, tributos e desenvolvimento tecnológico. Países com cultura tuning forte (Japão, Alemanha) têm indústrias automotivas de ponta. Criminalizar entusiastas que querem escapamento certificado ou suspensão rebaixada dentro de normas é ignorância técnica

MATEUS VIEIRA DOS SANTOS 21/01/2026
156

Em motos, um escape mais alto ajuda a alertar outros motoristas e pedestres da sua presença, aumentando a segurança.

JULIO CESAR LOPES FIUZA DE CASTRO COLLARES 20/09/2025
137

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 72 encontrados.

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  • Ponto positivo: Já utilizei escape esportivo e sei que em alguma época dá minha vida aquilo "parecia" legal. Mas na verdade não passa de uma babaquice absurda, alterar o escape pra promover barulho e utilizar em vias públicas não tem um pingo de respeito aos demais, poluição sonora, falta de respeito com idosos, crianças, deficientes, igrejas e animais. Acho que deve ser aprovado e que seja permitido apenas uso desses escapes em locais fechados como autódromo, pistas de competição ou espaços de apresentação.

    JOAO PAULO ALBUQUERQUE SAMPAIO 28/01/2026
    2
  • Ponto positivo: ninguem tem o direito de fazer barulho somente por achar legal. essa mesma pessoa que faz isso, tem que aceitar que, se algum vizinho quiser ligar o som no ultimo volume, 2 da manha, na porta da casa da pessoa, a pessoa tera de aceitar e concordar. em qualquer lugar do mundo isso é regulamentado.

    MILTON MOREIRA DE ARAUJO 28/01/2026
    0
  • Ponto negativo: Vc compra um carro ele é seu e não do governo. Vc faz oq bem entender dele. Pra os que se sentem incomodados mudem pra uma cidade pequena ou pra roça e parem de cuidar da vida do outro. Comprem tampões pros ouvidos mas não deem pitaco na vida do próximo e nem nos bens do próximo.

    FABRICIO DUARTE FERREIRA 28/01/2026
    5
  • Ponto positivo: Como todo ordenamento vai encontrar dificuldades em ser posto em pratica, exige fiscalização e aparentemente a única fiscalização que vingou no trânsito nos últimos anos foi controle da velocidade, as prefeituras se juntam com empresas particulares de tecnologia e espalham radares para todos os lados, modo fácil de arrecadar!

    JOSE MARCO DAL SANTO 28/01/2026
    0
  • Ponto positivo: As pessoas não entendem que você pode exercer o seu direito desde que não prejudique o próximo, os argumentos contrários foram um monte de baboseira, indústria de acessórios gera empregos, traz mais segurança para as motos. Um monte de gente que não respeita limites e não quer ser repreendido mesmo que esteja errado!

    JOSE MARCO DAL SANTO 28/01/2026
    0
  • Ponto negativo: O projeto atinge desproporcionalmente entusiastas do automobilismo e proprietários de veículos clássicos/coleção e até mesmo o povo que possui um veículo "mais antigo", naturalmente produz mais ruído que um 0 Km. Vão prender todo o povo que não pode comprar um carro zero/silencioso?

    ERIC HELFENSTENS 27/01/2026
    8
  • Ponto negativo: O projeto ignora completamente a existência de um setor econômico lícito e regulamentado: *Empresas especializadas em sistemas de escapamento esportivo/performance *Fabricantes de componentes automotivos homologados *Oficinas mecânicas especializadas *Mercado de personalização automotiva legal A criminalização genérica inviabiliza atividades econômicas legítimas e atinge empresas que operam dentro de parâmetros técnicos aceitáveis, causando insegurança jurídica para todo o setor

    ERIC HELFENSTENS 27/01/2026
    5
  • Ponto negativo: O projeto não estabelece nenhum parâmetro objetivo para caracterização da modificação irregular: *Não define níveis máximos de decibéis (dB) *Não indica metodologia de medição (distância, rotação do motor) *Não especifica equipamentos de aferição certificados *Não diferencia tipos de veículos (motos, carros, caminhões) que possuem limites técnicos distintos Essa lacuna gera grave insegurança jurídica e abre espaço para arbitrariedades na aplicação da norma.

    ERIC HELFENSTENS 27/01/2026
    7
  • Ponto negativo: Mais uma Lei que Vai acabar por quebrar lugares especializados em escapamento, seja normal ou dimensionado. O problema nunca foi barulho. Isso é autoritarismo, querem se mostrar fazendo leis com nome deles e se acharem. Mas NUNCA pensam nos efeitos colaterais para quem trabalha com isso.

    FREDI JOSE LINHARES 27/01/2026
    4
  • Ponto positivo: Esse projeto vai ajudar a inibir o volume de barulho causadas por motos. Todos falam que é por hobbie, que gera empregos e tudo mais. Mas ninguém fala que a maioria são adolescentes ou jovens adultos que ficam nas esquinas cortando giro com as motos, fazendo um barulho absurdo. As famílias em casa tem que ficar ouvindo isso sem poder falar nada por risco de ser ameaçado ainda. E os recém nascidos também sofrem com isso. Enfim, na casa deles eles não ficam cortando giro e fazendo barulho.

    JOAO PAULO DALFERTH MOURA E SILVA 27/01/2026
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 2341/2025

    O Projeto de Lei 2341/25 reduz impostos sobre jogos de tabuleiro no Brasil. Para isso, o texto equipara esses jogos a livros e materiais didáticos para fins tributários. Na prática, a proposta zera as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a venda e a importação de jogos de tabuleiro físicos. O texto também reclassifica esses produtos como bens culturais e didáticos nas tabelas oficiais de impostos, como a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e a Tabela de Incidência do IPI (TIPI). O autor, deputado Dr. Jaziel (PL-CE), afirma que jogos de tabuleiro modernos não devem ser tratados como brinquedos descartáveis. "São obras culturais que integram narrativa, design gráfico, lógica estrutural e, muitas vezes, pesquisa histórica e cooperação autoral", argumenta o parlamentar. O projeto também prevê critérios mais simples para a Receita Federal identificar quais produtos se enquadram na regra. Essa identificação poderá ser feita com base nas embalagens e nos manuais dos jogos, sem a necessidade de avaliar seu conteúdo pedagógico detalhado. O benefício fiscal não se aplica a jogos de azar ou que: incentivem violência sem justificativa, crimes, exploração sexual, uso ou venda de drogas, ou qualquer forma de humilhação da dignidade humana; divulguem pornografia, discriminação ou racismo, ou violem normas constitucionais de proteção a crianças, jovens e à paz social; e tenham classificação indicativa para maiores de 18 anos. A proposta altera a Lei de Contribuição para Programas de Integração Social. Próximas etapas O projeto será ainda analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei