Enquete do PL 4538/2025

Resultado

Resultado parcial desde 11/09/2025

Opção Participações Percentual
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Discordo totalmente 1 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Padronização sem dúvidas é a solução

IRLANDO LIMA DA COSTA 25/09/2025
3

Deveriam estar preocupados com outras coisas relacionadas aos vigilantes, por exemplo: tirar os policiais que estão ocupando as vagas que deveriam ser para vigilantes formados e capacitados para ministrar aulas nas escolas de formação de vigilante. Fiscalizar com maior rigor as empresas especializadas no serviço de vigilância e as empresas com serviço orgânico. Focar na aposentadoria especial e no porte de arma fora de serviço. E não com coisas que não tem a mínima necessidade como esta da farda

FABIO MOURA NOGUEIRA 25/09/2025
3

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Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

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  • Ponto negativo: Se tão querendo padronização de uniforme, dar direito do porte de arma para o vigilante, tem que ser mais rigoroso nos cursos, com testes toxicológico,alcoolismo,tabagismo,físico,mental,pessoal que cometeram crimes como: Maria da penha,homicídio,furto, direção perigosa, já esteve no sistema prisional não deveria nem chegar perto de uma escola de formação de segurança pública ou privada ou alguma instituição de segurança e vigilância...

    CLEDSON LOPES DE ASSIS 25/09/2025
    0
  • Ponto positivo: Seria bom que o modelo ser iguais mais as cores diferentes por empresa

    CLEDSON LOPES DE ASSIS 25/09/2025
    0
  • Ponto positivo: Vai ser OTIMO a padronização das fardas dos vigilantes adorei

    LEANDRO DE OLIVEIRA MILHOMENS 25/09/2025
    0
  • Ponto positivo: Organização como os órgãos de segurança municipal

    JOSIMAR DE LIMA ALVES 25/09/2025
    0
  • Ponto negativo: Deveriam estar preocupados com outras coisas relacionadas aos vigilantes, por exemplo: tirar os policiais que estão ocupando as vagas que deveriam ser para vigilantes formados e capacitados para ministrar aulas nas escolas de formação de vigilante. Fiscalizar com maior rigor as empresas especializadas no serviço de vigilância e as empresas com serviço orgânico. Focar na aposentadoria especial e no porte de arma fora de serviço. E não com coisas que não tem a mínima necessidade como esta da farda

    FABIO MOURA NOGUEIRA 25/09/2025
    3
  • Ponto positivo: A padronização tem que ser Simples e limpa e nunca deve-se fugir das caracteristicas dos Uniformes serem produzidos especificamente aos Vigilantes. Cada estado com sua representatividade e cultura. Destacando sempre a bandeira do Estado e O Brasao da Republica. Seguindo da Nomenclatura AGESP/Vigilantes. Assim como for chamado em epoca ok. Isso traria um RESPEITO ABSOLUTO. Ate mesmo para os olhares da Sociedade e Forcas Publicas/Gcm/Policias e etc. Mudaria totalmente a visão para a Seg.privada.

    TIAGO ALBENEZIO DE OLIVEIRA 25/09/2025
    2
  • Ponto positivo: Padronização sem dúvidas é a solução

    IRLANDO LIMA DA COSTA 25/09/2025
    3
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. INC 119/2026

    Sugere ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a adoção de providências para a prorrogação do prazo de validade do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) 2024 e de demais concursos públicos federais cuja validade se encerra em 2026, bem como para o aproveitamento do cadastro de reserva, com chamamentos sucessivos até seu esgotamento, visando à recomposição da força de trabalho, ao provimento de vagas e à recomposição de vacâncias.

  5. PL 1111/2025

    Altera a Lei nº 9.503, de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, para dispor sobre a idade máxima dos veículos destinados à formação de condutores.

  6. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição