Enquete do PL 4329/2025

Resultado

Resultado parcial desde 29/08/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 37 77%
Concordo na maior parte 2 4%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 2%
Discordo totalmente 8 17%

O que foi dito

Pontos mais populares

Imosto de qualquer forma é roubo, o que poderia haver é uma contribuição facultativa, quem quiser pagar paga, quem não quiser ser roubado, não paga.

RICARDO PEGLOW KUHN 02/09/2025
6

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  • Ponto positivo: Imposto de renda individual no Brasil ainda mentem uma injustiça social para famílias uniprovedoras, onde apenas uma pessoa possui renda. Uma família com 2 pessoas com renda de 5mil cada tem renda de 10mil e não paga imposto. Uma família com mesmo formato, mesmo com filhos, com uma pessoa provendo o lar com renta a baixo de 10mil paga imposto de renda mesmo com as deduções que são meramente simbólicas. Então sim, é melhor acabar com imposto de renda.

    MAICO ROBERTO DOS SANTOS ALGERI 21/01/2026
    0
  • Ponto positivo: Esse PL é de suma importância para os brasileiros, o que adianta haver um amontoado de tributos, mas o gerenciamento é ruim. Iria deixar mais recursos as pessoas (física e jurídica) sendo um estímulo para o consumo e economia, pois mais dinheiro todos consumirão mais. Ainda, que acabaria todo ano declarar, já basta a reforma tributária que virá com uma avalanche de obrigações acessórias e, mesmo sem ter q contribuir, todos obrigados a declarar sua vida para o IVA.

    NATANAEL FREIRES MACHADO 27/10/2025
    0
  • Ponto positivo: Sou totalmente a favor do projeto que acaba com o Imposto de Renda no Brasil. Esse tributo nasceu como algo temporário, mas se transformou em um peso permanente para quem trabalha e produz. A experiência já mostrou que reduzir ou extinguir impostos não significa perda de arrecadação. Pelo contrário: quando sobra mais dinheiro no bolso das pessoas, a economia gira, há mais consumo, mais empregos, mais empresas faturando e, consequentemente, o governo arrecada mais por outros tributos.

    WILLIAM BREVE CAMARGO DA SILVA 06/09/2025
    2
  • Ponto positivo: A forma mais eficaz de estimular a economia do Brasil seria remover toda e qualquer tributação na renda. Devemos focar nas renuncias fiscais que estão virando uma ferramenta que vicia setores da economia e os deixam fragilizados.

    FABIO RODRIGUES DA SILVA JUNIOR 04/09/2025
    1
  • Ponto positivo: Além de ser uma forma de tributação complexa que joga a responsabilidade no contribuinte é uma forma de punição por ser produtivo! Não restam dúvidas que a extinção seria uma ótima forma de acabar com essa injustiça. Seja a alíquota qual for, sobre qualquer valor que o cidadão tenha recebido, não deveria caber ao Estado que nada produz querer tirar ainda mais da classe trabalhadora e produtiva.

    BRUNO DIEGO DALDAO 02/09/2025
    2
  • Ponto positivo: Imosto de qualquer forma é roubo, o que poderia haver é uma contribuição facultativa, quem quiser pagar paga, quem não quiser ser roubado, não paga.

    RICARDO PEGLOW KUHN 02/09/2025
    6
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

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  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei