Enquete do PL 4278/2025

Resultado

Resultado final desde 27/08/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 73 98%
Concordo na maior parte 1 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 1 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Criar cargos no TRF5 é de extrema importância, trata-se de um tribunal federal de extrema importância e com poucos servidores para a quantidade de processos. É impensável por exemplo, o SJAL ter pouco mais de 100 técnicos, é muito pouco. Mais servidores é igual mais celeridade nos processos, e consequentemente uma entrega de serviço e resposta ao cidadão com mais rapidez. Se comparar outros TRFs com o TRF5 nem parece que o TRF5 é um tribunal federal.

ADRIANO MARTINS DE SOUSA 16/03/2026
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Criar mais cargos no Judiciário em meio a rombo fiscal, crise institucional e perda de confiança nas instituições é inverter prioridades o problema não é falta de juiz, é excesso de burocracia, morosidade e ausência de controle, antes de expandir poder, o Brasil precisa reformar, cortar privilégios e restaurar a credibilidade da Justiça, sem isso, é só mais custo, não solução.

THIAGO HENRIQUE VOLPERT RIBEIRO 04/02/2026
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Exibindo resultados 1 a 3 de 3 encontrados.

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  • Ponto positivo: Criar cargos no TRF5 é de extrema importância, trata-se de um tribunal federal de extrema importância e com poucos servidores para a quantidade de processos. É impensável por exemplo, o SJAL ter pouco mais de 100 técnicos, é muito pouco. Mais servidores é igual mais celeridade nos processos, e consequentemente uma entrega de serviço e resposta ao cidadão com mais rapidez. Se comparar outros TRFs com o TRF5 nem parece que o TRF5 é um tribunal federal.

    ADRIANO MARTINS DE SOUSA 16/03/2026
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  • Ponto negativo: O Judiciário já tem poder suficiente pra ajudar o povo sem criar mais cargos ou gastos, pode barrar abusos, frear impostos ilegais, proteger liberdades e garantir justiça rápida. Antes de crescer o Estado, precisa fazer o básico bem feito, cumprir a Constituição, defender quem trabalha e parar de alimentar um sistema pesado que só aperta quem sustenta o país, justiça forte não é mais estrutura, é mais coragem.

    THIAGO HENRIQUE VOLPERT RIBEIRO 04/02/2026
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  • Ponto negativo: Criar mais cargos no Judiciário em meio a rombo fiscal, crise institucional e perda de confiança nas instituições é inverter prioridades o problema não é falta de juiz, é excesso de burocracia, morosidade e ausência de controle, antes de expandir poder, o Brasil precisa reformar, cortar privilégios e restaurar a credibilidade da Justiça, sem isso, é só mais custo, não solução.

    THIAGO HENRIQUE VOLPERT RIBEIRO 04/02/2026
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  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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  6. PEC 13/2026

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