Enquete do REQ 77/2025 CFT

Resultado

Resultado final desde 27/08/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.265 99%
Concordo na maior parte 5 0%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 12 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Os QESA precisam ser contemplados na promoção a Suboficial, assim como já ocorreu com os QTA. Deixar de incluir fere o princípio da isonomia e a própria hierarquia militar, já que, na época, o corpo feminino e o (QTA) possuía grau hierárquico abaixo dos QESA.

LUIZ CARLOS LUZ DE ASSUMPCAO 10/09/2025
113

A tomada de posição dos comandantes em deliberar promoções sem levar em conta que esta deixando para trás militares que honraram seu compromisso com a Pátria e jamais recebeu de volta a sonhada promoção que viesse a projetar um futuro melhor em sua velhice. Sim pois entramos jovens na FAB e saímos velhos e sem perspectivas nenhuma de melhor futuro aos nos entes queridos. Não levar em conta a Causa QESA está sendo para nós, um tiro no peito.

WELLINGTON JOSE AIRES COSTA 20/10/2025
3

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 20 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: A tomada de posição dos comandantes em deliberar promoções sem levar em conta que esta deixando para trás militares que honraram seu compromisso com a Pátria e jamais recebeu de volta a sonhada promoção que viesse a projetar um futuro melhor em sua velhice. Sim pois entramos jovens na FAB e saímos velhos e sem perspectivas nenhuma de melhor futuro aos nos entes queridos. Não levar em conta a Causa QESA está sendo para nós, um tiro no peito.

    WELLINGTON JOSE AIRES COSTA 20/10/2025
    3
  • Ponto positivo: O reconhecimento e a equidade de direitos tendo em vista que apartir do momento em que abriu precedentes com promoções que se enquadra com as demandas há muito almejadas pela graduação Qesa. A busca por esse reconhecimento atraves de promoções esta diretamente ligada às disparidades salariais na pirâmide gradual das Forças. Buscamos o reconhecimento como também a cidadania uma vez que nossas famílias também serão beneficiadas com melhor qualidade de vida. Dessa forma acredito na justiça.

    WELLINGTON JOSE AIRES COSTA 20/10/2025
    3
  • Ponto positivo: Promoção do Quadro QESA é uma questão de reconhecimento para com esses militares, profissionais de grandes conhecimentos técnicos e dedicação total a Aeronáutica, não é simplesmente um “benefício”, mas também reconhecimento de tantos anos aguardando essa promoção a Suboficial, para o Quadro feminino no ano de 1980 tudo, para os Taifeiros também tudo no ano 2000 e o Quadro QESA NADA?

    REGINALDO CARVALHO DE SOUSA 16/10/2025
    5
  • Ponto positivo: Excelentes profissionais e pessoa.

    SILVANA CRISTINA MONTEIRO BRAGA E SILVA 10/10/2025
    2
  • Ponto positivo: Diziam os Graduados na época que "se querem ser Sargentos, que façam a EEAer.." mas eles não entendem que , na época, como Cabos estávamos engajados na missão, "vestimos a camisa" perdi a conta de quantas missões presidenciais/guarda de aeronave/escolta de preso/controle de tumultos/a primeira greve na EMBRAER/diversas greves em congonhas/acidentes aeronáuticos (vale lembrar com o focker (number one) da TAM no Jabaquara...... não tínhamos tempo pra estudar.E eis que veio a promoção das mulheres.

    CLAUDIO AUGUSTO KEPPLER 23/09/2025
    13
  • Ponto positivo: Não se trata de privilegiar ou beneficiar um grupo, mas, sim da parametrização de forma justa para todo corpo.

    THAIS MARTINS RODRIGUES 22/09/2025
    21
  • Ponto positivo: Considerando que diciplina e ierarquia são os pilares do militarismo , os QESAS não só merecem como tambem precisam serem promovidos , pois todos sabem que houve quebra de ierarquia quando promoveram o quadro feminino e posteriormente o quadro QTA ,e nós ficamos para tras .

    SAMUEL DA COSTA FLORES 21/09/2025
    24
  • Ponto positivo: Nós Veteranos do quadro QESA só colhemos injustiças e discriminação. Desde dos anos 80 sofremos com injustiças uma vez que eramos mais antigos que as Militares Cabo do Corpo Feminino que tiveram ascensão a graduação de Terceiro Sargento sem fazer o Curso de Sargento e as mesmas chegaram a graduação de Suboficial. E nós ficamos para traz e assim ocorreu com os Taifeiros e recentemente os QESA da ativa chegaram a Segundo Sargento e mais uma vez ficamos para trás. Que seja reparada essas injustiça.

    ANTONIO CARLOS GUIMARAES DE ARAUJO 18/09/2025
    27
  • Ponto positivo: Esses militares do QESA, muitos que foram injustiçados e abandonados já faleceram e se alguma justiça for feita, não verão, mas suas pensionistas poderão, ainda que tardiamente, obter alguma reparação. São militares por excelência e hábeis profissionais que merecem ser vistos com mais humanidade. Não é isonomia com os taifeiros que pedem, pois os quadros são diferentes, mas apenas que se aplique a eles os mesmos critérios aplicados aos taifeiros, visto que hierarquicamente eram mais antigos.

    SANDRO CEZAR CAETANO DE MATTOS 18/09/2025
    24
  • Ponto positivo: Se depender do alto comando da FAB, nunca vai haver reparação da classe dos QESA, nós dependemos dos deputados quem tem acesso ao executivo, através do Presidente da República, pois somente ele pode nos reparar com uma lei. Os que ainda estão na ativa executam os mesmas atividades dos quandro do QSS.

    MARLEY ALMEIDA SANTOS ROCHA 18/09/2025
    17

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.