Enquete do PL 3827/2025

Resultado

Resultado parcial desde 08/08/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 34 33%
Concordo na maior parte 4 4%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 63 62%

O que foi dito

Pontos mais populares

Estava mais que na hora disso acontecer, e desde que se cumpra todas as regras leis jurídicas e ambientais dentro do seu imóvel e/ou rural. Será de grande ajuda aos civis de treina cada vez mais, e sem se aventurar a noite da forma que é hoje diante das regras impostas.

CARLOS ALBERTO ALBINO PEREIRA 18/12/2025
5

Estão confundindo direito de posse/porte com locais de treino pra quem já possui posse/porte. Colocar um local de prática de tiro em meio habitacional é loucura... sujeitar vizinhos ao barulho e exposição ao perigo de uma bala perdida, francamente... perderam o senso... isso não se justifica... já existe a previsão legal pra isso e como deve ser feito... tanta coisa urgente e necessária pra ser discutida! Os problemas de segurança pública não se resolvem com isso... falta caracter pra tanto!

EDITE DOS SANTOS SOUSA 22/01/2026
17

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 14 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: As pessoas que estão criticando o projeto dizendo que "é um absurdo permitir estandes de tiro dentro de residências, que podem ferir os vizinhos, que vai ter barulho e tal", O PROJETO PREVÊ SUJEITAR A CRIAÇÃO DO ESTANDE À APROVAÇÃO DOS ÓRGÃOS COMPETENTES. O PL só quer tornar possível a instalação do estande sem ser necessário abrir um CNPJ pra isso. Não tem nada de ruim nessa ideia.

    RICARDO DE PAULA FREITAS 28/01/2026
    0
  • Ponto negativo: Um projeto desses não deveria nem ser cogitado, total disparate!

    LIDIANE KOHLMANN 26/01/2026
    1
  • Ponto negativo: Apoiar eventual instalação dessa atividade beligerante em áreas residenciais, aumentaria o risco de pessoas serem alvejadas por disparos de arma de fogo, em especial as crianças, alvos vulneráveis, dada a falta de noção de perigo. Se a polícia que recebe treinamento intensivo e qualificado, falha muitas vezes, imagina um cidadão comum.

    ADRYANA KARLLA LABIAK 24/01/2026
    0
  • Ponto negativo: Completamente insano. Além dos riscos, da poluição sonora e da falta de lógica (??) Porque esses deputados não usam o salário que NÓS pagamos para projetos que sejam relevantes para a população?! Vão votar contra a escala 6X1 ao invés de ficar criando projetinho esdrúxulo como esse!!!

    LUANA ALEXSANDRA ZERWES SPINDLER 24/01/2026
    0
  • Ponto negativo: Entendo a importância de discutir novas propostas, mas acredito que este não é o momento ideal. Debater a liberação de estandes de tiros particulares enquanto a prioridade deveria ser segurança pública, educação e saúde pode desviar recursos e atenção de questões mais urgentes para a população. Prioridade agora é cuidar do que realmente afeta o dia a dia do povo.

    THIAGO HENRIQUE VOLPERT RIBEIRO 23/01/2026
    0
  • Ponto positivo: Não percebo pontos positivos nessa PL. Pontos negativos: O cidadão de bem projetar um mini clube de tiro, no quintal de sua casa, com risco iminente/potencial de ferir algum vizinho. Além da curiosidade que irá despertar nos filhos. A pergunta é: Quais serão os critérios para se alinhar ou compatibilizar esse treinamento em casa com o de um clube de tiro???? Os deputados deveriam se preocupar com a melhoria da Educação, Saúde e Segurança Pública; Desa forma, não se necessitaria disso.

    LISANDRO LIZ DE MELO 23/01/2026
    2
  • Ponto negativo: A flexibilização das armas feita recentemente ajudou o crime organizado a obter mais armamentos, como mostram várias estatísticas. Países que têm uma menor flexibilidade de armas são aqueles que registram o maior número de tragédias em massa com disparos em escolas, igrejas, shows, etc... Se tem um grupo que torce para um projeto como este dar certo, este grupo é o crime organizado. O Poder Judiciário está cheio de processos que envolvem conflitos entre vizinhos. Se passar, Deus nos livre!

    MATEUS MACHADO CARNEIRO ALVES 23/01/2026
    4
  • Ponto positivo: O Estado, obviamente, não tem capacidade para defender o cidadão, nem meios de prevenir 100% dos crimes. Facilitar e incentivar o treinamento e a forma de defesa é o mais sensato a se fazer. Quem quiser abrir mão de seu direito de defesa própria não é obrigado a ter uma arma ou treinar, mas querer forçar todos a uma proibição é absurdo. Um cidadão armado e bem preparado salva vidas em uma situação de perigo, contra pessoas mau intencionadas.

    PAULO HENRIQUE DA PENHA CAMPOS 23/01/2026
    3
  • Ponto positivo: Armas devem ser usadas apenas por policiais. Projetos assim não contribuem em nada para melhora de um país. No arma deve ser a educação.

    ROBERTO LUIZ BARCELOS CARVALHO 22/01/2026
    2
  • Ponto negativo: NÃO EXISTEM PONTOS POSITIVOS. A QUESTÃO DA SEGURANÇA PÚBLICA TEM QUE ESTAR ALIADA ÀS POLÍTICAS PÚBLICAS DE ALCANCE SOCIAL. ESTÍMULO À ECONOMIA PRODUTIVA EM DETRIMENTO DO RENTISMO EXACERBADO. NO CASO DO MÉDICO QUE MATOU RECENTEMENTE DOIS MÉDICOS COM QUEM TINHA SOCIEDADE, ASSISTIMOS AO VÍDEO HORRORIZADOS DIANTE DE TANTA BARBÁRIE. E AS PESSOAS JÁ SE DERAM CONTA DA RELAÇÃO ENTRE PORTE DE ARMAS E AUMENTO DOS HOMICÍDIOS. MAIS RESPONSABILIDADE SENHORES LEGISLADORES.

    CLAUDIA REGINA ARAUJO QUEIROS 22/01/2026
    8
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.