Enquete do REQ 70/2025 CASP

Resultado

Resultado final desde 06/08/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 658 100%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

A proposta visa a correção de distorções salariais que os Engenheiros, Agrônomos e Arquitetos enfrentam na carreira de Técnico Administrativo em Educação das Instituições Federais de Ensino. A valorização destes profissionais é de suma importância.

ALVARO DIEGO SOARES MOTA 11/08/2025
60

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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 10 encontrados.

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  • Ponto positivo: Os engenheiros tem muita responsabilidade técnica, desproporcional ao salário.

    LUCIANE JOCH GAIOSKI 12/08/2025
    4
  • Ponto positivo: Importante para a valorização desses profissionais, fundamentais para a melhoria contínua das IFES.

    CLAUDIO NUERNBERG JUNIOR 12/08/2025
    17
  • Ponto positivo: A valorização da carreira dos Engenheiros nas universidades federais garante retenção de talentos, reconhece habilidades e responsabilidades, eleva a eficiência e qualidade dos serviços, reduz rotatividade, estimula capacitação e fortalece o clima organizacional. Remuneração justa alinha-se às demandas complexas da gestão universitária e assegura o cumprimento da missão institucional de ensino, pesquisa e extensão com excelência.

    WASHINGTON LUIS MENEZES MOURA 12/08/2025
    15
  • Ponto positivo: Infelizmente, hoje o cargo de engenheiros e arquitetos dos IFES são apenas um trampolim para algo melhor. Carreira que não tem retenção de servidores.

    MATHEUS DOS SANTOS DA ROSA PROENCA 11/08/2025
    16
  • Ponto positivo: Engenheiros e arquiteto precisam ser valorizados, são força de trabalho que tratam com os recursos públicos e infraestrutura das IFES, sem a devida valorização, a rotatividade e falta de efetivo é grande, o que compromete o bom andamento das instituições.

    FERNANDA DA ROSA FORMAGIO 11/08/2025
    24
  • Ponto positivo: Precisamos debater a valorização desses profissionais para evitar a rotatividade de servidores que muito atrapalha o bom andamento das atividades de infraestrutura das IFEs.

    CAMILA VIVIANE LOPES 11/08/2025
    24
  • Ponto positivo: Os engenheiros e arquitetos das universidades são grandes profissionais, com o papel de fiscalizar e gerenciar o uso mais eficiente do recursos públicos nas obras de infraestrutura das universidades que impactam na região onde são implantadas. #ENGARQIFE.

    FRANCISCO DJAVAN MIGUEL CAITANO 11/08/2025
    21
  • Ponto positivo: Engenheiros e Arquitetos tem uma função essencial nas Instituições Federais de Ensino. A reparação da atual distorção salarial é fundamental para atrair e manter os bons profissionais nas funções necessárias.

    GUSTAVO WYSE ABAURRE 11/08/2025
    24
  • Ponto positivo: Justiça para engenheiros, arquitetos e agrônomos das IFES.

    JOSE RAIMUNDO DE SOUSA 11/08/2025
    29
  • Ponto positivo: A proposta visa a correção de distorções salariais que os Engenheiros, Agrônomos e Arquitetos enfrentam na carreira de Técnico Administrativo em Educação das Instituições Federais de Ensino. A valorização destes profissionais é de suma importância.

    ALVARO DIEGO SOARES MOTA 11/08/2025
    60

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.