Enquete do PL 3674/2025

Resultado

Resultado parcial desde 01/08/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 566 99%
Concordo na maior parte 5 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 1 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Uma jornada semanal de 30h permite o descanso e planejamento adequados para manutenção da qualidade e desempenho do educador na sala de aula, ademais, a valorização é essencial para estimulação da carreira acadêmica atrelada às práticas docentes no ensino básico e superior.

DAVI LEONARDO BARBOSA E SILVA 03/08/2025
21

Muitas redes de ensino podem alegar não ter recurso para custear, mas é necessário que haja boa vontade de fazer efetivas mudanças na educação pública. Lamento não entender e nem observar políticas públicas e legislação que favoreça os profissionais da rede privada. São docentes tão qto os da rede pública. Lamento não haver incentivo as escolas de bairro que muito ajudam o cidadão no acesso a educação infantil e anos iniciais.

JACINTA MONTEIRO DE MENEZES 03/08/2025
8

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 19 encontrados.

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  • Ponto positivo: Reduzir a jornada do professor para 30 horas semanais é reconhecer que o trabalho docente vai além da sala de aula. Planejamento, correções e acompanhamento dos alunos exigem tempo e qualidade. Com menos sobrecarga, o professor atua com mais equilíbrio, saúde e dedicação. Valorizar sua jornada é investir diretamente em uma educação mais eficiente, humana e significativa.

    ELIANA SOUZA DANUNCIACAO 26/02/2026
    2
  • Ponto negativo: Um ponto negativo é esquecer que existem professores além da rede pública, professores de conveniadas da prefeitura, fazem o mesmo trabalho, são cobrados até mais e não recebem igual os da pública, fora as instituições privadas que tratam o professor como um lixo descartável. TODOS PROFESSORES DEVEM TER ESSE DIREITO DE REDUÇÃO DA JORNADA SEM AFETAR O SALÁRIO. Eu digo por experiência trabalhando em uma conveniada da prefeitura trabalhando 44 horas e recebendo menos e um vale alimentação de 180$.

    CINTHYA DA SILVA SOARES 24/02/2026
    0
  • Ponto positivo: A redução da carga horária do professor trará impactos diretos e positivos para a saúde mental. A docência, hoje, é considerada uma das profissões com maior índice de estresse ocupacional, especialmente na educação básica. Estou trabalhando há 23 anos e nunca houve incentivo e valorização da profissão na educação básica estadual.

    ADRIANO JANUARIO DA SILVA 24/02/2026
    2
  • Ponto positivo: Precisamos que essa PL vire Lei no Brasil. Em São Paulo os professores estão adoecendo de tanto trabalhar, nossa vida passa, é estressante ficar mais de 10 horas com 19, 25 crianças numa sala. E ainda ter que dar conta de toda documentação pedagógica.

    JESSICA RODRIGUES DOS REIS 24/02/2026
    2
  • Ponto positivo: Só há pontos positivos!!! Educação e Saúde são prioridades. Os professores estão adoecendo com a carga horária de trabalho atual. É muito triste ver excelentes profissionais desistindo da profissão, por questões de saúde física e mental. Se continuarmos nesse ritmo, a educação entrará em colapso.

    JESSICA DA SILVA ABEL 08/02/2026
    2
  • Ponto positivo: Só quem conhece e acompanha a rotina de um professor sabe a sobrecarga de trabalho e a imensa responsabilidade que o professor carrega em suas costas. O trabalho é incessante, consome os dias inteiros e também os finais de semana. Nada mais justo e oportuno. Parabéns!

    ALEXANDRE CASEMIRO DE ALMEIDA 05/02/2026
    6
  • Ponto positivo: Proposta muito boa, pois nós professores acumulamos muitas funções diferentes, o que gera uma sobrecarga de trabalho, e além disso levamos muito trabalho para casa, pois o tempo de planejamento na escola não é suficiente. Outro ponto positivo é que a redução da carga horária ajudaria a incentivar a formação de novos professores, ajudando a diminuir um possível décifit que já está sendo previsto para o futuro.

    GANDHI WILDANS MIRANDA ASSUNCAO 04/02/2026
    6
  • Ponto positivo: De fato é essencial esse projeto, pois contribui para melhorar as condições de trabalho, combater o adoecimento docente causado pela sobrecarga e tornar a carreira mais atrativa, especialmente diante do preocupante déficit de profissionais previsto para os próximos anos.

    MARIA LUCIMAR SOUZA DE ALMEIDA 04/08/2025
    9
  • Ponto positivo: Os Professores, segundo estudos, finalizam a carreira docente com várias patologias adquiridas em função do exercício laboral. Sendo assim, esse projeto, além de valorizar o trabalho docente, previne a aquisição de doenças decorrentes ao trabalho docente e deixa a profissão mais atrativa para combater o apagão dos Professores previsto para 2030.

    LUCAS FERNANDO NOGUEIRA DA SILVA 04/08/2025
    12
  • Ponto negativo: O que vejo de negativo é a retirada da regência do professor contratado por processos seletivos. Esses professores cumprem com as mesmas cargas horárias e desenvolvem a regência de sala da mesma forma que um efetivo. Injusto não se ter ao menos um percentual que o ampare nesse sentido. Sem contar o auxílio de transporte que nem se estiverem trabalhando em local de difícil acesso não recebem.

    CELIA NASCIMENTO DOS SANTOS 03/08/2025
    5
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.