Reduzir a escolha profissional a um “teste vocacional” ignora que decidir envolve processo, contexto e maturidade. A OPC é uma jornada, com etapas de autoconhecimento, exploração, decisão e planejamento. Sem acompanhamento, o resultado não orienta, na verdade, pode até confundir. Além disso, inserir isso em um momento já carregado de pressão tende a aumentar a ansiedade, não a ajudar na decisão.
Enquete do PL 3652/2025
Resultado
Resultado parcial desde 29/07/2025
| Opção | Participações | Percentual |
|---|---|---|
| Concordo totalmente | 4 | 1% |
| Concordo na maior parte | 0 | 0% |
| Estou indeciso | 1 | 1% |
| Discordo na maior parte | 3 | 2% |
| Discordo totalmente | 187 | 96% |
O que foi dito
Pontos mais populares
Incluir teste vocacional pode gerar uma falsa sensação de direcionamento. Ele simplifica uma decisão complexa e não considera contexto, experiências e mudanças ao longo do tempo. Em vez disso, o apoio à escolha profissional deve se basear em um processo de orientação profissional, que integra autoconhecimento, exploração da realidade e construção de caminhos possíveis, com acompanhamento qualificado e espaço para revisão ao longo do tempo.
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Ponto positivo: Reduzir a escolha profissional a um “teste vocacional” ignora que decidir envolve processo, contexto e maturidade. A OPC é uma jornada, com etapas de autoconhecimento, exploração, decisão e planejamento. Sem acompanhamento, o resultado não orienta, na verdade, pode até confundir. Além disso, inserir isso em um momento já carregado de pressão tende a aumentar a ansiedade, não a ajudar na decisão.
MAISA ROBERTA PEREIRA RAMOS LOPES 17/04/20262 -
Ponto negativo: Eu acredito que a decisão de carreira é um processo contínuo que deve ser promovido ao longo de toda a escolarização. Decisões de carreira não podem ser reduzidas a instrumentos pontuais, sem acompanhamento, atenção, interpretação apropriada e devolutiva individualizada. O Processo de Orientação Profissional e de Carreira onde o Projeto de Vida, está inserido e previsto na Base Nacional Comum Curricular, sim, leva à tomada de decisão, escolha embasada e consciente. Teste Vocacional não.
ANA CRISTINA DA SILVA LESSA 16/04/20263 -
Ponto negativo: A teoria de traço e fator de Parsons que deu origem ao nome orientação vocacional, ao qual já não é mais utilizado, não cabe mais nos dias atuais. Na contemporaneidade a orientação de carreira é um processo a ser desenvolvido ao longo de um período, com conversas, auto descobertas, e tudo que é utilizado ao longo do processo tem uma finalidade, nada é aleatório. Devemos utilizar instrumentos quantitativos e qualitativos, portanto essa PL não resolve o que se pretende.
VIRGINIA FERNANDA FRANCO 15/04/20264 -
Ponto negativo: O proponente afirma, no Art. 4º, que "O teste vocacional deverá ser elaborado conforme as melhores evidências científicas". Ele, no entanto, não se preocupou em conhecê-las antes de redigir o PL. O termo teste vocacional já carrega um erro crasso, pois é pretensioso achar que um teste vai definir a vocação de alguém. A orientação profissional utiliza instrumentos validados (escalas de interesses, p. ex.) apenas como parte de uma investigação que é muito mais ampla. Teste vocacional não existe.
FERNANDO BAHIA PORTELA 15/04/202613 -
Ponto negativo: Incluir teste vocacional pode gerar uma falsa sensação de direcionamento. Ele simplifica uma decisão complexa e não considera contexto, experiências e mudanças ao longo do tempo. Em vez disso, o apoio à escolha profissional deve se basear em um processo de orientação profissional, que integra autoconhecimento, exploração da realidade e construção de caminhos possíveis, com acompanhamento qualificado e espaço para revisão ao longo do tempo.
ROBERTO CELESTINO SILVA JUNIOR 14/04/202629