Enquete do PL 3544/2025

Resultado

Resultado parcial desde 17/07/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 93 4%
Concordo na maior parte 2 0%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 2.693 96%

O que foi dito

Pontos mais populares

Só no Brasil mesmo pra alguém vim dizer que HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS são verba pública e não dos advogados.

ANDREA KARENINA ISACKSSON DALBUQUERQUE 18/07/2025
223

A obrigação de arcar com os honorários de sucumbência é do litigante que perdeu a ação. O Estatuto da Advocacia define os honorários de sucumbência como um direito autônomo do advogado. Não se sustenta a tese de que a verba deva ser revertida aos cofres públicos, nem a de que deva ser repassada ao cliente no âmbito privado.

LUIS HENRIQUE FERNANDES 17/07/2025
285

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 34 encontrados.

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  • Ponto positivo: Nenhum ponto positivo, porque a justificativa da proposta MENTE descaradamente: os honorários sucumbenciais NÃO SÃO VERBA PÚBLICA!

    SYLLAS LEAL POLIDORO 23/07/2025
    0
  • Ponto negativo: O enfraquecimento da advocacia pública fragiliza e prejudica a defesa do interesse público, de políticas públicas, do Estado, da legalidade e de toda a advocacia. A destinação dos honorários aos membros da AGU é o reconhecimento de um direito que é assegurado a todo advogado. Injusto e absurdo seria colocar advogados públicos mal remunerados para litigar contra as maiores bancas de advocacia do país. A quem interessa a desvalorização dos advogados públicos? Porque querem enfraquecer a AGU?

    PAULO AILTON DA SILVA QUEIROZ JUNIOR 21/07/2025
    6
  • Ponto negativo: Os honorários são verbas privadas, pagas por quem perdeu uma demanda judicial. Os encargos legais foram criados pela lei para substituir os honorários em determinados processos. A proposta viola o direito dos Advogados de receber honorários de quem perdeu a demanda. A proposta é populista, demagoga e viola direitos fundamentais já reconhecidos pelo STF.

    FERNANDO BORGES DA SILVA 21/07/2025
    14
  • Ponto negativo: Os honorários são verba dos advogados auferidas somente no êxito dos processos e pagas pelo particular que litigou contra o Estado e perdeu, ou seja, NÃO se trata de verba de natureza pública. O objetivo do projeto é se apropriar recursos privados, mesmo expediente feito há tempos atrás quando a poupança dos brasileiros foi subtraída.

    GREGORY CANDIDO RAMALHO 20/07/2025
    8
  • Ponto negativo: Quem paga os honorários não é a União, é quem perde a ação ajuizada, logo IMPOSSÍVEL ser verba pública. Aceitar isso seria concordar que, quando um advogado privado vence a causa, os honorários iriam para o cliente que contratou os servicos, inimaginável, advogados privados vão perder honorários??

    MARCELO RUBENS FERNANDES MACEDO ALVES FELIX 20/07/2025
    5
  • Ponto negativo: “A Advocacia-Geral da União (AGU) obteve recentemente o cancelamento de R$ 7,2 bilhões em precatórios expedidos de forma irregular por diversas Varas Federais vinculadas ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). Outros R$ 3,6 bilhões em precatórios relativos ao exercício financeiro de 2026 já haviam sido cancelados, somando mais de R$ 10 bilhões afastados de pagamentos indevidos.” Precisa dizer + alguma coisa? Melhor escritório jurídico do Brasil que protege o uso dos recursos publicos

    DANNIEL PEDRO LIMA DE ARAUJO DA CONCEICAO 20/07/2025
    5
  • Ponto negativo: As inúmeras tentativas relativas à extinção dos honorários são populistas e demonstram acentuada ignorância quanto à competência, atribuições e remuneração dos membros (ativos e aposentados) da AGU. Hoje, além de receberem menos do que as demais funções essenciais à justiça, não possuem autonomia financeira, orçamentária e administrativa. Como pode um órgão com tamanha responsabilidade ficar com o cordão umbilical preso ao Chefe do Executivo do momento? Autonomia JÁ! CHEGA DE INÉRCIA E DESCASO!

    ANA MARIA ROCHA BASTOS 19/07/2025
    5
  • Ponto positivo: A AGU é responsável pelo funcionamento da União, suas Autarquias e Fundações . Funções: políticas públicas, contratos, licitações, defesas judiciais e extrajudiciais, inscrições na dívida pública, pareceres, consultoria, processos administrativos, ... Antes CRFB/88 essas múltiplas funções eram de responsabilidade do MPF. Hoje, os membros da AGU recebem subsídios e verbas indenizatorias muito aquém do MPF. Os HA não complementam esse fosso... Por quê retirá-los? Informem-se, por favor!!

    ANA MARIA ROCHA BASTOS 19/07/2025
    2
  • Ponto negativo: É sério que querem alterar o CPC pra retirar um direito dos advogados públicos? Esse recurso é devido a TODOS os advogados sejam eles públicos ou particulares! Alguém pode explicar a razão e o interesse nesse PL?

    MARIA APARECIDA ARAUJO DE SIQUEIRA 19/07/2025
    2
  • Ponto negativo: Em todos os países, até mesmo em ditaduras, onde há órgão de representação, consultoria e assessoria jurídica (ADVOCACIA PÚBLICA), os honorários sucumbenciais pertencem aos advogados! Sempre é em todos os casos! Isso porque quem paga é a parte vencida. Sua essência decorre de princípios lógicos como eficiência , legalidade , economia processual, não litigiosidade. Ou seja, estimula que as partes evitem judicializar, vez que se o fizerem, sabem que estão sujeitas a este custo.

    LUIS EDUARDO ROLIN CARNEIRO DE OLIVEIRA 19/07/2025
    2
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

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  3. PL 6149/2025

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  4. PL 849/2025

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  5. REQ 308/2026 CSPCCO

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