Enquete do PL 2959/2025

Resultado

Resultado parcial desde 17/06/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 28 49%
Concordo na maior parte 5 9%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 24 42%

O que foi dito

Pontos mais populares

Significa então que o porte de arma será liberado para aqueles que adquirirem uma arma ? Afinal arma sem porte não serve para nada.

AURIVIO JOAO DE SOUZA JUNIOR 13/02/2026
3

O governo não deve ser incentivador do armamento pessoal e tampouco subsidiar tal coisa.

RUBENS BELLUZZO LUCCAS 27/06/2025
5

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Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

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  • Ponto positivo: É direto de todo cidadão de bem possuir uma arma de fogo para sua defesa e de seus familiares

    IDACIR DURANTE 06/06/2026
    0
  • Ponto positivo: O direito à legítima defesa é fundamental, especialmente diante da incapacidade do Estado em garantir segurança plena. Países como Suíça e EUA demonstram que o acesso civil a armas não dita, por si só, taxas de criminalidade. Subestimar a capacidade do brasileiro de portar armas com responsabilidade é um equívoco; somos seres racionais capazes de discernimento. A proposta mantém o rigor: critérios técnicos, exames psicológicos e qualificação obrigatória seguem indispensáveis.

    FELIPE ANTONIO ISIDORO MOREIRA 20/03/2026
    2
  • Ponto negativo: Como armar o cidadão comum, as mulheres os pequenos comerciantes inexperientes nesse ponto poderá trazer segurança para eles próprios?

    ANDERSON SALGUEIRO BIZOTTO 13/02/2026
    0
  • Ponto positivo: Não ponto positivo quando legislador estimula e tenta legalizar porte de armas para pessoas não envolvidas na segurança pública. O marginal, experiente em ações armadas, terá acesso às armas das vítimas ou conseguirá por terceiros.

    ANDERSON SALGUEIRO BIZOTTO 13/02/2026
    1
  • Ponto positivo: Significa então que o porte de arma será liberado para aqueles que adquirirem uma arma ? Afinal arma sem porte não serve para nada.

    AURIVIO JOAO DE SOUZA JUNIOR 13/02/2026
    3
  • Ponto negativo: Não existe motivo nenhum para esse projeto de lei, não tem base na constituição, não tem apelo da população (Exceto por nichos especificos, como os herdeiros do coronéis). Além de jogar dinheiro fora, afinal o pobre não vai deixar de cobrar comida e pagar os juros de mais de 15% ao mês para comprar essas porcarias não fazem nada, além causar tragedia para quem atira e quem recebe a bala junto com as familias que enterram seus familiares e o que vêem atrás da cadeia.

    ANDRE BISPO BASTOS 10/02/2026
    2
  • Ponto negativo: O governo não deve ser incentivador do armamento pessoal e tampouco subsidiar tal coisa.

    RUBENS BELLUZZO LUCCAS 27/06/2025
    5
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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