Enquete da MPV 1303/2025

Resultado

Resultado final desde 12/06/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 24 12%
Concordo na maior parte 3 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 16 7%
Discordo totalmente 175 80%

O que foi dito

Pontos mais populares

Sou a favor da maior tributação das apostas esportivas; inclusive, a alíquota deveria ir para uns 40% e, não, apenas 18%. Também, sou favorável a parte sobre os créditos tributários, porém a parte da tributação da renda fixa, renda variável e criptomoedas, sou contra.

LUCIANO MAIRESSE MANDLER 15/09/2025
10

Não existem pontos positivos para tal medida! A carga tributária do país já é altíssima e ano após ano a arrecadação tem quebrado recordes! Ainda sim o governo não desiste da ideia de aumentar impostos, podendo ao contrário disso cortas despesas.

ANGELO FERREIRA CARDOSO 13/06/2025
47

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 14 encontrados.

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  • Ponto negativo: Com as novas regras, o impacto vai muito além dos investidores individuais e se estende por todo o ecossistema de inovação digital. Ao equiparar ativos digitais a operações financeiras tradicionais e eliminar benefícios como a isenção de R$35 mil para ganhos de capital, o governo cria um ambiente hostil não apenas para investidores, mas também para empresas de tecnologia e inovação que enxergavam no Brasil um grande potencial, isso mostra a falta de conhecimento técnico sobre Criptos no Brasil.

    DENIS FAGNER DE SOUZA LIMA 08/10/2025
    3
  • Ponto positivo: responsabilidade fiscal e a eficiência na aplicação dos recursos públicos

    ALDENORA SOARES BANDEIRA 30/09/2025
    0
  • Ponto negativo: A exigência de um atestado de pescador artesanal assinado por duas testemunhas vinculadas a entidade representativa de pesca e aquicultores cadastrada no MTE traz um problema prático: muitos pescadores não são associados a colônias ou associações, seja por opção ou porque essas entidades, em alguns locais, realmente acabam explorando a categoria em vez de apoiá-la. Esse tipo de requisito acaba criando uma barreira de acesso a direitos previdenciários e trabalhistas, já que o pescador artesanal,

    ALDENORA SOARES BANDEIRA 30/09/2025
    0
  • Ponto negativo: aumento de imposto não vai resolver o problema, ano que vem aumenta para 10% e assim sucessivamente, não há limites para os gastos públicos.

    VANDERLEI JORDAO DE ALMEIDA ITNER 15/09/2025
    6
  • Ponto positivo: Sou a favor da maior tributação das apostas esportivas; inclusive, a alíquota deveria ir para uns 40% e, não, apenas 18%. Também, sou favorável a parte sobre os créditos tributários, porém a parte da tributação da renda fixa, renda variável e criptomoedas, sou contra.

    LUCIANO MAIRESSE MANDLER 15/09/2025
    10
  • Ponto negativo: O brasileiro já terá sua aposentadoria seriamente cada vez mais dificultada pelo envelhecimento da população e privilégios não combatidos. Uma das saídas do cidadão classe média e média - baixa eh buscar investimentos em classes como fundos imobiliários e fiagros que tem caráter previdenciário ao gerar renda passiva além de financiar importante segmento do país. TIREM JÁ DO TEXTO A TRIBUTAÇÃO DESSES ATIVOS! Estamos de olho no congresso e deputados em relação a isso !

    MARCELLUS VINAGRE DA SILVA 15/09/2025
    1
  • Ponto negativo: Não há pontos positivos, o governo quebra recordes de arrecadação ano após ano. O problema é que esse desgoverno aumenta os gastos numa proporção muito maior e para compensar quer aumentar arrecadação numa escalada sem fim.

    ANGELO FERREIRA CARDOSO 13/08/2025
    1
  • Ponto positivo: Não falta dinheiro ao país. O imprescindível é corte de gastos, fim dos privilégios de juízes, militares, deputados, senadores, ex-presidentes, STF, combate à corrupção, planejamento de futuro. Não se deve criar mais impostos, nem aumentar os já existentes.

    JOSE NEILSON TEIXEIRA DE BRITO 17/06/2025
    1
  • Ponto negativo: Sou investidora pessoa física e sou CONTRA a MPV 1303/2025. Mais uma vez o governo prefere aumentar imposto em vez de cortar gastos. Estão mudando as regras no meio do jogo e prejudicando quem investe de forma honesta, planejando o futuro dentro da lei. Essa MPV desestimula o investimento, atinge setores essenciais como habitação, agro e infraestrutura, e passa um recado claro: no Brasil, o investidor é punido por confiar nas regras. Peço que votem NÃO. Não tem ponto positivo!

    KRISNARO PAVEZI MORENO GOES 17/06/2025
    9
  • Ponto negativo: Uma LCI paga ~85% do CDI. Se tributarem, os investidores vão cobrar mais juros para compensar. Isso eleva o custo de capital do banco, que repassa ao tomador do crédito. O resultado é uma parcela mais alta em um financiamento imobiliário de 35 anos. Não é um raciocínio difícil. Para piorar, tributar o CRI faria com que o preço base do imóvel também fosse elevado. Aumento duplo.

    FRANCISCO MARTINS DE LIMA FILHO 16/06/2025
    8

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.