Enquete do PDL 314/2025

Resultado

Resultado final desde 11/06/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 15 52%
Concordo na maior parte 2 7%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 12 41%

O que foi dito

Pontos mais populares

Sou trabalhador CLT e eu invisto nos ativos que foram taxados pela MP. Não sou dono de grandes fortunas, tenho apenas 25 anos e invisto desde os 19 para ter um futuro melhor. Os investimentos que foram taxados possuem valores bem acessíveis (muitos custando menos de 10 reais) e são uma alternativa bem sólida se comparada as incertezas do INSS. Gostaria que fosse criado uma lei definitiva que impedisse a tributação destes ativos.

RENATO DONIZETI DA SILVA JUNIOR 16/06/2025
5

Há inconstitucionalidade gritante do decreto legislativo. O Decreto Legislativo em questão é contrário a Constituição e a jurisprudência do STF.

HEBER NIEMEYER BOTELHO 17/06/2025
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 8 de 8 encontrados.

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  • Ponto negativo: interessante querem diminuir os gastos com o povo mas aumentam o número de deputados com vlr de mais de 400 milhões a mais nos custos pagos pelo povo , claro, aumento dos seus proventos com a soma das aposentadorias, onde cada deputado custara mais de 100 mil mensais, fora as benesses. isso eles não diminuem , só aumentam. E reclamam do iof para os bcos, as betes, os mais ricos, incluindo eles mesmos. é a pior câmara de deputados desde a ditadura.

    ROSELENE DE OLIVEIRA 25/06/2025
    2
  • Ponto negativo: os deputados estão a disposição das betes dos grandes bancos, fintech, dos mais ricos, dos próprios bolsos, assim eles próprios não paga mais impostos, já não pagam mesmo, mas contra o povo. os deputados querem que o povo pague, que sejam retirados recursos da saúde, educação, da cesta básica, do bolsa família, etc... em fim , tudo aquilo que é de bom que o governo faz para o povo. agora , os deputados diminuírem as benesses que eles recebem , nem pensar, ñ diminuem as emendas parlamentares.

    ROSELENE DE OLIVEIRA 25/06/2025
    2
  • Ponto negativo: Quando a proposta afeta o bolso dos mais ricos, a Câmara interrompe tudo para socorrê-los. Mas, quando o assunto é desoneração da folha de pagamento, investimentos em saúde, educação ou, principalmente, em melhorias na qualidade de vida do trabalhador, ela silencia diante dos interesses da Faria Lima. É decepcionante ver um país nas mãos da elite econômica.

    GABRIEL BARRETO DE SOUZA 25/06/2025
    3
  • Ponto positivo: Eu poderia discutir eloquentemente as dores, sintomas e a cura. Mas enquanto eu me sentgir um paciente diante do receitador, eu prefiro me calar diante da doença incurável que o mesmo impõe à aquele que deveria ser cuidado. E completo com clareza e enfática realidade: Enquanto houver esquerda política neste País, não haverá esperança de dias melhores ante a impossível escalada de uma grande nação a uma super potência. Como nos EUA e Ucrania, a esquerda deve ser eliminada do cenário Brasileiro.

    LUCIANO MARINHO VIEIRA 22/06/2025
    1
  • Ponto negativo: Essa taxação não tem o menor sentido, arrecadar dinheiro com aumento de impostos existem outras maneiras mais sustentável de de arrecadação que não seja penalizar pequeno investidor que issa insanidade não seja aprovanda.

    WELLINGTON DA SILVA ALMEIDA 19/06/2025
    0
  • Ponto negativo: Há inconstitucionalidade gritante do decreto legislativo. O Decreto Legislativo em questão é contrário a Constituição e a jurisprudência do STF.

    HEBER NIEMEYER BOTELHO 17/06/2025
    4
  • Ponto positivo: Sou trabalhador CLT e eu invisto nos ativos que foram taxados pela MP. Não sou dono de grandes fortunas, tenho apenas 25 anos e invisto desde os 19 para ter um futuro melhor. Os investimentos que foram taxados possuem valores bem acessíveis (muitos custando menos de 10 reais) e são uma alternativa bem sólida se comparada as incertezas do INSS. Gostaria que fosse criado uma lei definitiva que impedisse a tributação destes ativos.

    RENATO DONIZETI DA SILVA JUNIOR 16/06/2025
    5
  • Ponto negativo: Aumento do custo de crédito, mais impostos, mais dinheiro para esse desgoverno gastar cada vez mais, onerando as empresas e os cidadão. Brasil já tem muito imposto e o retorno ao cidadão é péssimo. Vai gerar ainda mais desemprego e informalidade.

    ANDRE LUIZ DOS ANJOS 14/06/2025
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  2. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

  3. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PEC 383/2017

    O governo terá que aplicar anualmente pelo menos 1% da receita corrente líquida (RCL) da União, prevista para o ano, no financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17, do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. O Suas envolve um conjunto de programas do governo federal, realizado em parceria com estados e municípios, voltados para a proteção do indivíduo. Entre estes programas estão o de Atenção Integral à Família (Paif), o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e de Inclusão de Jovens (Projovem). O sistema também financia os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Como a aplicação dos recursos se baseará na RCL prevista para o ano, a proposta do deputado Cabral determina que o governo fará os ajustes necessários (para cima ou para baixo) no ano seguinte com base na RCL efetivamente realizada. Por exemplo, se a receita realizada de um ano ficar 3% acima do esperado, no ano seguinte o valor equivalente a esse percentual será acrescido ao Suas. Além de definir os limites financeiros, a PEC 383/17 insere o Suas no texto constitucional – atualmente, o sistema está previsto apenas em lei (12.435/11). Cabral aproveita a mesma definição da norma, que estabelece que a gestão das ações de assistência social será feita pelo Suas, sob a forma de sistema descentralizado e participativo. Corte orçamentário O deputado destacou que o objetivo da proposta é garantir uma fonte constante de financiamento dos programas de assistência social do país, evitando o que aconteceu em 2017, quando a proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso Nacional reduziu os recursos da área. “O corte radical sobre as receitas previstas para o funcionamento da rede que compõe o Suas despertou preocupação sobre a fragilidade do sistema”, disse Cabral. “Nesse sentido, faz-se necessário prever a existência do Suas no texto constitucional, assim como estabelecer na Carta Magna o montante de receitas disponíveis para o efetivo funcionamento do sistema.” Tramitação A PEC 383/17 será votada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que analisará a admissibilidade do texto. Se ele for aprovado, será criada uma comissão especial para analisar o teor da proposta. A votação final ocorrerá no Plenário da Câmara.