Enquete da PEC 37/2022 (Fase 1 - CD)

Resultado

Resultado parcial desde 29/05/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 7.311 97%
Concordo na maior parte 116 2%
Estou indeciso 3 0%
Discordo na maior parte 11 0%
Discordo totalmente 51 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Os agentes de trânsito e guardas municipais ja realizam a segurança pública nos municípios, entretanto precisam de reconhecimento legal sendo incluídos no rol taxativo do art 144 da cf que dispõe sobre os órgãos e servidires da segurança pública. Essa iniciativa fará justiça a esses profissionais, gerando mais engajamento dos profissionais para contribuirem com a segurança dos cidadãos.

SANDRO ALVES XAVIER 29/05/2025
641

A PEC 37 não adentra na questão previdenciária, que é o grande anseio dos integrantes dessas instituições, de modo que, assim como está, apenas reafirma a outorga do ÔNUS do exercício da atividade policial aos guardas municipais, mas sem, no entanto, outorgar-lhes os mesmos direitos atribuídos aos demais policiais.

PAULO SERGIO LEMOS 02/06/2025
119

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Exibindo resultados 1 a 10 de 178 encontrados.

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  • Ponto positivo: O Brasil vive uma onda de crimes por todo Brasil. Aprovar já Os que sao contra a pec estao contra o povo e a for do crime organizado em todo país mais politicamente já

    PAULO DANIEL DELMASQUIO NEVES 02/07/2026
    1
  • Ponto positivo: As Guardas Civis Municipais ( Policias Municipais ) prestam um excelente serviço à sociedade. É uma segurança mais humanizada e mais próxima das cidadãs e dos cidadãos. a PEC 37 tem meu apoio.

    JUVENIL CANDIDO CARRIJO 01/07/2026
    1
  • Ponto positivo: A população reconhece o trabalho das Guardas Municipais (Polícias municipais) e dos Agentes de trânsito, o STF (TEMA 656) já reconheceu que as Guardas Municipais fazem o POLICIAMENTO OSTENSIVO E COMUNITÁRIO NOS MUNICÍPIOS, e o Senado Federal já reconheceu as Guardas Municipais e os agentes de trânsito, agora só falta a Câmara dos Deputados chancelar isso, pois o país e os municípios só têm a ganhar com as Polícias municipais.

    ANDERSON DA SILVA SOARES 23/05/2026
    3
  • Ponto positivo: Acredito que a aprovacao dessa Pec a populacao só tem a ganhar pois vai desafolgar alguns servicos das PM, ficando o município como primeiro responsavel pela segurança e subsequente os demais orgaos de seguranca. Se desde o começo os municipios fossem os primeiros responsaveis pela seguranca local o pais nao estaria nessa situacao.

    GLEIDSON BRAGA DA SILVA 28/10/2025
    4
  • Ponto positivo: Além da minha sujestão anterior, sugiro a competência de apuração de infrações penais de menor potencial ofensivo pelas guardas municipais.

    MIGUEL BATISTA SILVA 27/10/2025
    5
  • Ponto positivo: Sugiro já mudar o nome para Polícia de Trânsito, e em relação às guardas municipais, deixar uma previsão na PEC, na forma do art. 2: Os municípios poderão usar a nomenclatura guardas metropolitanas, guardas civis metropolitanas, ou polícias metropolitanas quando esta fizer parte da maior cidade em número populacional das respectivas regiões metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões, na forma do art. 25 da Constituição Federal.

    MIGUEL BATISTA SILVA 27/10/2025
    0
  • Ponto positivo: Esta PEC colocará o Brasil num modelo de segurança pública já utilizado em grande parte dos países, onde existem polícias nas três esferas. A diferença seria apenas quanto aos agentes de trânsito, em outros países é a polícia que atua no trânsito com grupamentos de trânsito.

    CRISTIANO DOS SANTOS OLIVEIRA 06/10/2025
    3
  • Ponto negativo: demora na decisão. muitos oficiais vão perder os cargos comissionados que existem na prefeitura. por isso criam barreiras para dificultar o desenvolvimento da guarda e dos agente de trânsito.

    DIOGO WILLIAM LOURENCO DOS SANTOS 15/09/2025
    1
  • Ponto positivo: agente de trânsito e guarda municipal exercem um papel fundamental no município é notório o risco q eles passam. a segurança publica tende a ganhar, pq o Estado não está conseguindo controlar a criminalidade.

    DIOGO WILLIAM LOURENCO DOS SANTOS 15/09/2025
    0
  • Ponto positivo: Sou totalmente a favor, as GCMS efetivamente já realizam essa atividade, com essa aprovação eles terão mas respaldo jurídico para atuar nas ruas e quem ganha com isso é a população que não aguenta mais os índices alarmantes da mancha criminal em todas as cidades do Brasil. Não entendo porque a demora na aprovação de uma pec que irá ajudar a trazer uma maior sensação de segurança a população.

    MAURO CESAR COSTA DOS SANTOS 27/08/2025
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.