Enquete da PEC 37/2022 (Fase 1 - CD)

Resultado

Resultado parcial desde 29/05/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 7.287 97%
Concordo na maior parte 116 2%
Estou indeciso 3 0%
Discordo na maior parte 11 0%
Discordo totalmente 49 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Os agentes de trânsito e guardas municipais ja realizam a segurança pública nos municípios, entretanto precisam de reconhecimento legal sendo incluídos no rol taxativo do art 144 da cf que dispõe sobre os órgãos e servidires da segurança pública. Essa iniciativa fará justiça a esses profissionais, gerando mais engajamento dos profissionais para contribuirem com a segurança dos cidadãos.

SANDRO ALVES XAVIER 29/05/2025
637

A PEC 37 não adentra na questão previdenciária, que é o grande anseio dos integrantes dessas instituições, de modo que, assim como está, apenas reafirma a outorga do ÔNUS do exercício da atividade policial aos guardas municipais, mas sem, no entanto, outorgar-lhes os mesmos direitos atribuídos aos demais policiais.

PAULO SERGIO LEMOS 02/06/2025
118

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 176 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: A população reconhece o trabalho das Guardas Municipais (Polícias municipais) e dos Agentes de trânsito, o STF (TEMA 656) já reconheceu que as Guardas Municipais fazem o POLICIAMENTO OSTENSIVO E COMUNITÁRIO NOS MUNICÍPIOS, e o Senado Federal já reconheceu as Guardas Municipais e os agentes de trânsito, agora só falta a Câmara dos Deputados chancelar isso, pois o país e os municípios só têm a ganhar com as Polícias municipais.

    ANDERSON DA SILVA SOARES 23/05/2026
    2
  • Ponto positivo: Acredito que a aprovacao dessa Pec a populacao só tem a ganhar pois vai desafolgar alguns servicos das PM, ficando o município como primeiro responsavel pela segurança e subsequente os demais orgaos de seguranca. Se desde o começo os municipios fossem os primeiros responsaveis pela seguranca local o pais nao estaria nessa situacao.

    GLEIDSON BRAGA DA SILVA 28/10/2025
    3
  • Ponto positivo: Além da minha sujestão anterior, sugiro a competência de apuração de infrações penais de menor potencial ofensivo pelas guardas municipais.

    MIGUEL BATISTA SILVA 27/10/2025
    4
  • Ponto positivo: Sugiro já mudar o nome para Polícia de Trânsito, e em relação às guardas municipais, deixar uma previsão na PEC, na forma do art. 2: Os municípios poderão usar a nomenclatura guardas metropolitanas, guardas civis metropolitanas, ou polícias metropolitanas quando esta fizer parte da maior cidade em número populacional das respectivas regiões metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões, na forma do art. 25 da Constituição Federal.

    MIGUEL BATISTA SILVA 27/10/2025
    0
  • Ponto positivo: Esta PEC colocará o Brasil num modelo de segurança pública já utilizado em grande parte dos países, onde existem polícias nas três esferas. A diferença seria apenas quanto aos agentes de trânsito, em outros países é a polícia que atua no trânsito com grupamentos de trânsito.

    CRISTIANO DOS SANTOS OLIVEIRA 06/10/2025
    2
  • Ponto negativo: demora na decisão. muitos oficiais vão perder os cargos comissionados que existem na prefeitura. por isso criam barreiras para dificultar o desenvolvimento da guarda e dos agente de trânsito.

    DIOGO WILLIAM LOURENCO DOS SANTOS 15/09/2025
    1
  • Ponto positivo: agente de trânsito e guarda municipal exercem um papel fundamental no município é notório o risco q eles passam. a segurança publica tende a ganhar, pq o Estado não está conseguindo controlar a criminalidade.

    DIOGO WILLIAM LOURENCO DOS SANTOS 15/09/2025
    0
  • Ponto positivo: Sou totalmente a favor, as GCMS efetivamente já realizam essa atividade, com essa aprovação eles terão mas respaldo jurídico para atuar nas ruas e quem ganha com isso é a população que não aguenta mais os índices alarmantes da mancha criminal em todas as cidades do Brasil. Não entendo porque a demora na aprovação de uma pec que irá ajudar a trazer uma maior sensação de segurança a população.

    MAURO CESAR COSTA DOS SANTOS 27/08/2025
    1
  • Ponto negativo: Zona cinzenta entre guardas e polícias estaduais A jurisprudência ainda é oscilante: o STF vem reconhecendo policiamento ostensivo/comunitário pelas guardas e legitimidade para atuar em flagrante com fundada suspeita; já o STJ tem decisões restritivas, vedando atuação “como força policial” e limitando busca pessoal. Sem lei clara de “limites operacionais”, há risco de nulidades probatórias e insegurança jurídica

    MIKAELLY ROZARIO DE JESUS 13/08/2025
    1
  • Ponto positivo: Precisamos da GCM com mais amparo nas ruas para combater a criminalidade, com essa demora no processo apenas dificulta a pauta da segurança pública para a sociedade em um todo.

    DANIEL PERES GARCIA 08/07/2025
    4
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. INC 1091/2026

    Sugere à Senhora Miriam Belchior, Ministra de Estado Chefeda Casa Civil da Presidência da República, o envio de Projeto de Lei quedispõe sobre a reestruturação das carreiras e os critérios de promoção por ressarcimento de preterição para militares do Quadro de Suboficiais e Sargentos do Comando da Aeronáutica, que foram transferidos para a reservaremunerada por idade limite no serviçoativo, adequando seus tempos de permanência aos novos marcos estabelecidos pela Lei nº 13.954/2019.

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PL 1675/2023

    Dispõe sobre o exercício da atividade de psicopedagogia.

  6. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei