Enquete do PL 2559/2025

Resultado

Resultado parcial desde 26/05/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 3.135 96%
Concordo na maior parte 16 0%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 11 0%
Discordo totalmente 137 4%

O que foi dito

Pontos mais populares

A medicina veterinária exige prática presencial intensa para garantir a saúde e segurança dos animais. Sem essa vivência, a qualidade do atendimento é comprometida, colocando vidas em risco. Se o ensino semipresencial fosse tão eficaz, medicina humana e odontologia já o adotariam, mas são 100% presenciais pela complexidade. Por isso, defendo que o curso seja completamente presencial.

ARTHUR SAULO GOMES DE JESUS 28/05/2025
282

Sou professora do nível superior em medicina veterinária, instituição privada que possui o modelo semi-presencial. Compreendo as facilidades de acesso aos alunos, todavia, disciplinas cursadas de forma ead, mesmo com total comprometimento do aluno não suprem a demanda do ensino. Como exemplo, podemos citar os efeitos do EAD durante a pandemia...tenho alunos se se foram sem saber suturar um paciente. A preocupação é: que profissionais encontraremos no mercado?ESTAMOS LIDANDO COM VIDA, SAÚDE ÚNICA

BRUNA ZAFALON DA SILVA 29/05/2025
83

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Exibindo resultados 1 a 10 de 39 encontrados.

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  • Ponto positivo: Medicina veterinária, assim como a humana, não é brincadeira. O profissional lidará com vidas. A qualidade da formação profissional é garantir que, quando formado, o veterinário tenha vivência prática que só a formação 100% presencial garantirá. As discussões em sala de aula, os contrapontos, as atividades...

    FERNANDO GONCALVES SOIDO 15/06/2025
    3
  • Ponto positivo: Medicina veterinária tem que ter prática. Tem CIRURGIA, PATOLOGIAS, CLÍNICAS, ANATOMIAS. Chega ser cômico, se não fosse desesperador.

    MAURICIO DA CRUZ FRANCO 10/06/2025
    10
  • Ponto positivo: Medicina veterinária veterinário necessita de presencialidade. A necessidade de ter contato humano-animal é imprescindível na formação de qualidade. Pois medicina veterinária também é medicina! #EaDNão

    SAVIO HENRIQUE MARTINS 02/06/2025
    17
  • Ponto positivo: NÃO TEM COMO APRENDER MATÉRIAS ESSENCIAIS, IMPRESCINDÍVEIS À SAÚDE ANIMAL, A DISTÂNCIA. Medicina Veterinária a distância é um escárnio e uma brincadeira de péssimo gosto!

    AGNELO FRANCO NETO 01/06/2025
    16
  • Ponto positivo: A medicina veterinária cuida da saúde única, é a única profissão que se preocupa na saúde de forma ampla, a saúde do planeta. Para que não tenhamos novas pandemias e desastres ainda maiores, necessitamos de uma formação de qualidade! Formação totalmente presencial SIM!!! #AprovaPL2559_2025

    PAMELA CARNEIRO SANTOS 01/06/2025
    14
  • Ponto positivo: Você iria querer que seu pet fosse operado por um veterinário que se formou ead?? Iria confiar na capacidade dele para cuidar do seu animal?? Pois se fosse para você, tenho certeza que teria exigências para ser atendido pelo médico mais preparado. Medicina Veterinária ead não!!! #AprovaPL2559_2025

    PAMELA CARNEIRO SANTOS 01/06/2025
    10
  • Ponto positivo: A medicina veterinária jamais deveria ser EAD, é uma profissão que lida com vidas e vidas não serão cuidadas através de uma tela, uma cirurgia não será feita através de uma tela. Precisa de prática!!! Precisa de vivências como qualquer outra área da saúde!!!

    PAMELA CARNEIRO SANTOS 01/06/2025
    7
  • Ponto positivo: O médico veterinário atua DIRETAMENTE na saúde pública. Todos os alimentos de origem animal passam por inspeção de um médico veterinário, o que exige teoria e prática, sendo necessário que um profissional da área saiba, por exemplo, realizar os testes de qualidade laboratoriais, saber diferenciar alterações pos-mortem de patologias etc. Disciplinas cursadas de forma ead, mesmo com total comprometimento do aluno não suprem a demanda do ensino.

    CARLA PATRICIA COELHO 30/05/2025
    7
  • Ponto positivo: A parte prática da Medicina Veterinária é fundamental. As aulas práticas são imprescindíveis para a formação de um bom profissional. Se na Medicina, o paciente fala dos sintomas, nossos pacientes não se expressam como nós, o que traz um peso maior para a avaliação físico- clínica! E um bom exame físico-clínico se aprende nas aulas práticas! Um curso que não envolve uma só espécie, mas o estudo de várias espécies domésticas, cada uma com seu comportamento e peculiaridade físicas e clínicas.

    VIVIANA MOLERO BARRIGA 30/05/2025
    10
  • Ponto positivo: O Brasil é o país que mais forma médicos veterináros por ano. Se os formados na modalidade presencial, já sente dificuldade pós formado, quem dirá quem fez EAD? Eu nem sei como e quem permitiu esses cursos EAD... cadê a força do nosso conselho??? De quem é a culpa? MEC? CRMV? Aguardamos mais responsabilidade das autoridades, não só na MV, mas em outros cursos também. A pandemia já acabou...

    FRANCELI CELI DIAS RODRIGUES CAVASINI 30/05/2025
    11
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 4256/2019

    Altera a Lei n.º 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento), para autorizar o porte de arma aos agentes de segurança socioeducativos e aos oficiais de justiça.