Enquete do PL 2456/2025

Resultado

Resultado parcial desde 21/05/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2.188 98%
Concordo na maior parte 51 2%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 6 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Olá, isso valorizará a classe, pois já tem anos que nem si quer cumpre o piso nacional de 2 salários mínimos! A categoria é de extrema importância para a sociedade! Podem ver que qualquer médico não consegue dar um diagnóstico para o paciente sem antes pedir um raio-x ou qualquer outro exame por imagem! Então é mais do que Justo valorizar a categoria! Obrigado pelo apoio Deputado federal! Espero que todos apóiem a causa! ??

CLAUDEMIR DE SOUZA NOBREGA 06/07/2025
148

Um ponto negativo dessa PL é o "Art. 3º Nenhum Técnico em Radiologia poderá receber salário inferior ao estabelecido nesta Lei, salvo quando houver previsão mais favorável em convenção coletiva, acordo coletivo de trabalho ou estatuto de servidor público." Isso dá margem a que muitos profissionais da radiologia ganhem um salário inferior ao que essa PL visa estabelecer. Deveria ser: "Art. 3º Nenhum Técnico em Radiologia poderá receber salário inferior ao estabelecido nesta Lei."

TAMARA DA SILVA NEMETH 07/07/2025
97

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 60 encontrados.

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  • Ponto negativo: Mudaram o texto e o estatutário continuou da mesma forma , regulamentação local ou seja nunca vai mudar . Mas é muito importante o reconhecimento pena que não é para todos.

    GILVAN GOMES DA SILVA 15/02/2026
    1
  • Ponto positivo: Extremamente importante esse reconhecimento, entretanto, mudaram o texto e vai continuar igual antes. colocaram que os estatutários precisa de regulamentação local , absurdo ou seja nunca vai mudar .

    GILVAN GOMES DA SILVA 15/02/2026
    1
  • Ponto positivo: Sou a favor da valorização de qualque trabalhador que trabalhe pela evolução de nossa sociedade!! todos da área da saúde merecem valorização e não apenas os médicos!!

    ARTUR ALVIM CURY 08/12/2025
    1
  • Ponto negativo: Eu acho que ganhar 5 mil e com provavelmente mais bonificações pra trabalhar só 24h semanais é muito dinheiro e pouco trabalho! Pense comigo, se essas 24h forem feitas num plantão do dia todo… então a pessoa vai trabalhar 4 dias por MÊS pra ganhar 5 mil? não acho justo não!

    LUANA CARMEN DE CASTILHOS 07/12/2025
    0
  • Ponto negativo: A demora é tanta que quando essa lei entra em vigor o salário mínimo terá 6 dígitos. É triste, mas seguirei fazendo minha parte.

    JONAS LAZARI 02/12/2025
    2
  • Ponto positivo: Solicitamos reajuste salarial e valorização da nossa categoria que é tão importante e necessário como os demais serviços. O reajuste não é uma esmola e sim o reconhecimento do nosso estudo, trabalho e dedicação.

    BRUNA RODRIGUES DA SILVA 02/12/2025
    4
  • Ponto positivo: Valorização da classe , uma vez que muitos estão recebendo valor muito inferior ao piso devido às modalidades práticadas por parte de empregadores, chegando assim a forçar que profissionais migrem pra outras áreas em razão de desânimo por baixa salarial

    ELIELTON JESUS SANTOS 15/11/2025
    5
  • Ponto positivo: A radiologia é muito importante na saúde

    GABRIELA JARDIM DA SILVA 15/11/2025
    4
  • Ponto negativo: Teria que ter , algo sobre a aposentadoria especial, pois fomos esquecidos, neste quesito, a reforma só nos prejudicou .

    MAURO APARECIDO AQUINO JAGAS 14/11/2025
    5
  • Ponto positivo: Valorização da categoria com reajustes anuais com base no inpc

    LUIZ CARLOS SOARES LIMA 14/11/2025
    3
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  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  2. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

  3. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PEC 383/2017

    O governo terá que aplicar anualmente pelo menos 1% da receita corrente líquida (RCL) da União, prevista para o ano, no financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17, do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. O Suas envolve um conjunto de programas do governo federal, realizado em parceria com estados e municípios, voltados para a proteção do indivíduo. Entre estes programas estão o de Atenção Integral à Família (Paif), o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e de Inclusão de Jovens (Projovem). O sistema também financia os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Como a aplicação dos recursos se baseará na RCL prevista para o ano, a proposta do deputado Cabral determina que o governo fará os ajustes necessários (para cima ou para baixo) no ano seguinte com base na RCL efetivamente realizada. Por exemplo, se a receita realizada de um ano ficar 3% acima do esperado, no ano seguinte o valor equivalente a esse percentual será acrescido ao Suas. Além de definir os limites financeiros, a PEC 383/17 insere o Suas no texto constitucional – atualmente, o sistema está previsto apenas em lei (12.435/11). Cabral aproveita a mesma definição da norma, que estabelece que a gestão das ações de assistência social será feita pelo Suas, sob a forma de sistema descentralizado e participativo. Corte orçamentário O deputado destacou que o objetivo da proposta é garantir uma fonte constante de financiamento dos programas de assistência social do país, evitando o que aconteceu em 2017, quando a proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso Nacional reduziu os recursos da área. “O corte radical sobre as receitas previstas para o funcionamento da rede que compõe o Suas despertou preocupação sobre a fragilidade do sistema”, disse Cabral. “Nesse sentido, faz-se necessário prever a existência do Suas no texto constitucional, assim como estabelecer na Carta Magna o montante de receitas disponíveis para o efetivo funcionamento do sistema.” Tramitação A PEC 383/17 será votada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que analisará a admissibilidade do texto. Se ele for aprovado, será criada uma comissão especial para analisar o teor da proposta. A votação final ocorrerá no Plenário da Câmara.