Enquete do PL 2341/2025

Resultado

Resultado parcial desde 16/05/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.088 97%
Concordo na maior parte 20 2%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 8 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Em época de vício em telas, atividades presenciais que realizam imersão e troca com amigos e família sempre é um bom respiro, ajudar esse mercado de nicho trás mais qualidade de vida para população tanto com os jogos simples aos mais complexos.

RODRIGO NUNES SANTOS 30/01/2026
118

A proposta é muito bem-vinda, mas poderia ser acompanhada de uma PEC para incluir, no art. 150, VI da Constituição, inciso para conferir também imunidade aos jogos de tabuleiro modernos. Os motivos que equiparam tais jogos aos livros, para justificar a isenção de PIS/COFINS, são os mesmos que justificam a imunidade a impostos: seu caráter pedagógico/educativo, seu fator de estímulo à cultura, à história, ao raciocínio lógico e estratégico, e ao desenvolvimento socioafetivo "analógico", etc.

FERNANDO MENEGAT 02/02/2026
40

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 18 encontrados.

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  • Ponto positivo: A redução de impostos para jogos de tabuleiro extremamente necessário para democratizar o acesso ao entretenimento analógico. Nesse mundo cada vez mais digital, essas experiências físicas presenciais que socializam, que estimulam capacidade de interpretação, promovem uma qualidade de raciocínio, precisam ser fomentadas. Incentivar esse setor é investir em cultura, educação e socialização que são atividades cada vez mais elitizadas. Esse tipo de apoio pode, literalmente, virar o jogo.

    KLEUBER REI MARQUES 02/02/2026
    9
  • Ponto positivo: Jogos de tabuleiro, incluindo RPGs, são expressões culturais consolidadas, com impactos positivos no desenvolvimento cognitivo, social e educacional, já amplamente estudados. A redução de impostos contribui para tornar esses jogos mais acessíveis no Brasil, fortalecer editoras nacionais, incentivar a produção cultural local e reduzir a dependência de importações, promovendo o jogo de tabuleiro como bem cultural e não como produto descartável.

    JHONATAS ANTHONY DANTAS ARAUJO 02/02/2026
    16
  • Ponto negativo: A proposta apresenta riscos importantes: a classificação baseada apenas em embalagem e manual pode abrir brechas para produtos comerciais se enquadrarem indevidamente como bens culturais. Além disso, há possível perda de arrecadação sem contrapartidas sociais claras. Sem políticas complementares, a isenção tende a favorecer jogos importados, e a equiparação automática a livros carece de critérios culturais objetivos, diluindo esse conceito.

    JHONATAS ANTHONY DANTAS ARAUJO 02/02/2026
    3
  • Ponto positivo: Promover os jogos de tabuleiro no país é válido, mas é preciso fazer da maneira correta.

    ROVIAN DILL ZUQUETTO 02/02/2026
    3
  • Ponto negativo: Será que reduzir o imposto dos itens importados faz sentido? Quanto isso acelera ainda mais a desindutrialização do país? Quais os impactos econômicos nos desenvolvedores e fabricantes nacionais? Esse projeto torna nossa indústria mais competitiva ou simplesmente baixa o preço para o consumidor? Como o projeto pode ajudar a desenvolvermos tecnologias nacionais para promover os jogos nacionais? Entendo que devemos ir sempre além do debate sobre o custo do imposto.

    ROVIAN DILL ZUQUETTO 02/02/2026
    3
  • Ponto positivo: Toda redução de impostos é bem vinda!

    BIANCA PITA VIANA 02/02/2026
    6
  • Ponto negativo: A proposta é muito bem-vinda, mas poderia ser acompanhada de uma PEC para incluir, no art. 150, VI da Constituição, inciso para conferir também imunidade aos jogos de tabuleiro modernos. Os motivos que equiparam tais jogos aos livros, para justificar a isenção de PIS/COFINS, são os mesmos que justificam a imunidade a impostos: seu caráter pedagógico/educativo, seu fator de estímulo à cultura, à história, ao raciocínio lógico e estratégico, e ao desenvolvimento socioafetivo "analógico", etc.

    FERNANDO MENEGAT 02/02/2026
    40
  • Ponto positivo: Num mercado nichado como esse, é difícil para as editoras competirem até mesmo com o mercado internacional. Sendo possível ver jogos importados sendo vendidos em preços iguais ou menores que os nacionais. Reduzir o imposto vai tornar o negócio mais viável para essas empresas, vai estimular o nascimento de novas empresas e de quebra torna o nicho mais acessível para o brasileiro que busca uma forma diferente de entretenimento com a família

    LUCAS PAMPLONA DE SOUSA PINTO 01/02/2026
    9
  • Ponto positivo: Jogos de tabuleiro ajudam no desenvolvimento emocional e psicólogo, além de estabelecer laços amorosos entre as pessoas que jogam. Ainda, ajudam no raciocínio lógico, planejamento estratégico, memória, resiliência, flexibilidade e, por fim, cria memórias afetivas. É uma atividade cultural, rica, que só agrega. O que afasta as pessoas dos jogos é exatamente os altíssimos preços dos mesmos. Se os jogos custassem menos, mais pessoas teriam condições de adquirir e ter todos os benefícios.

    GUSTAVO BORGES DA SILVA 31/01/2026
    12
  • Ponto positivo: Estamos numa luta para tirar a galera do celular, mas os jogos de tabuleiro ainda são tributados como luxo ou azar. Isso é um erro bizarro! O tabuleiro deve ser cultura e estar no meio dos amigos e família. Ele pode ensina estratégia, a paciência e principalmente a sociabilidade, exatamente como um bom livro, só que de um jeito interativo e lúdico.

    THIAGO MARTINS DE MELLO 31/01/2026
    10
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    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

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