Este projeto é essencial para a promoção da equidade de gênero na sociedade brasileira, e o reconhecimento do cuidado como trabalho é ainda mais relevante no caso da maternidade atípica. Mães de crianças com deficiência, na maioria das vezes, precisam administrar o abandono paterno de seus filhos, abdicar de suas carreiras, sacrificar o autocuidado e até requerer benefícios assistenciais ao Estado. Ademais, sequer conseguem manter contribuição previdenciária para a própria aposentadoria.
Enquete do PL 2193/2025
Resultado
Resultado parcial desde 07/05/2025
| Opção | Participações | Percentual |
|---|---|---|
| Concordo totalmente | 5 | 56% |
| Concordo na maior parte | 0 | 0% |
| Estou indeciso | 0 | 0% |
| Discordo na maior parte | 0 | 0% |
| Discordo totalmente | 4 | 44% |
O que foi dito
Pontos mais populares
Tal projeto estimula a litigância, e transforma a criança em fonte de renda, em uma sociedade onde majoritariamente as guardas e a criação absurda jurídica do "lar de referencia", a prestação in pecúnia deveria somente ser aplicada se um dos genitores não exerce de forma equilibrada a convivência e deveres inerentes a parentalidade. Uma vez que já se utilizam de falsas denuncias, mudam de estado, e o judiciário determina visitas quinzenais e ainda determina prestação in pecúnia.
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Ponto negativo: Tal projeto estimula a litigância, e transforma a criança em fonte de renda, em uma sociedade onde majoritariamente as guardas e a criação absurda jurídica do "lar de referencia", a prestação in pecúnia deveria somente ser aplicada se um dos genitores não exerce de forma equilibrada a convivência e deveres inerentes a parentalidade. Uma vez que já se utilizam de falsas denuncias, mudam de estado, e o judiciário determina visitas quinzenais e ainda determina prestação in pecúnia.
SALVADOR GENESIO DE OLIVEIRA JUNIOR 03/11/20251 -
Ponto positivo: Este projeto é essencial para a promoção da equidade de gênero na sociedade brasileira, e o reconhecimento do cuidado como trabalho é ainda mais relevante no caso da maternidade atípica. Mães de crianças com deficiência, na maioria das vezes, precisam administrar o abandono paterno de seus filhos, abdicar de suas carreiras, sacrificar o autocuidado e até requerer benefícios assistenciais ao Estado. Ademais, sequer conseguem manter contribuição previdenciária para a própria aposentadoria.
FABIANA SILVA CHAVES 10/05/20251