Enquete do PLP 88/2025

Resultado

Resultado parcial desde 09/04/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 67 96%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 3 4%

O que foi dito

Pontos mais populares

TEA nv 1 possuem obstaculos e são mais onerados do que os neurotipicos imaginam. Para contorna-los, gastam mais e mesmo assim têm menos possibilidades na vida, portanto nada mais justo que paguem menos impostos sim.

RENATO SCHNEIDER RIVERO JOVER 02/08/2025
18

Aumento da carga tributária, diferenciação injustificada entre cidadãos, custo será repassado a outros.

EDUARDO IRINEU VIEIRA DA SILVA 01/08/2025
1

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Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

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  • Ponto positivo: Todos os níveis de suporte dentro do espectro autista devem ter seus direitos constitucionais plenamente garantidos, pois cada pessoa enfrenta barreiras específicas que comprometem sua inclusão social e sua autonomia. O fato de estar classificado como nível 1 não significa ausência de limitações: trata-se de um quadro em que a mobilidade, a interação social e a exposição a ambientes sobrecarregados podem gerar crises e sofrimento real. Aprovem o PLP 88/25 para garantir justiça social.

    ANA BEATRIZ GOMES FERRO 07/03/2026
    1
  • Ponto positivo: Na impossibilidade de disponibilizar transporte público adaptado a autistas de nível 01, é necessário que a sociedade proporcione meios de acesso a transporte adequado. Consideremos a possibilidade de ter que lidar com um autista de nível 01 em crise em um ônibus ou trem lotado e barulhendo no meio de um engarrafamento. O sofrimento é ignorado porque ele não parece precisar. A nova lei tributária ignora isso.

    REINALDO RAFAEL DE ALBUQUERQUE PEREIRA JUNIOR 23/09/2025
    5
  • Ponto positivo: Vida com TEA nível 1 dói, nossos medicamentos não fazerem o mesmo efeito que fazem no colega deprimido. Pessoas típicas ficam tristes, cansadas, se recuperam e seguem a vida. Viver com TEA nível 1 é viver cansado, quase sempre deprimido, culpado, sem cura,e ainda sofrer preconceito daqueles q acham q queremos nos aproveitar. Eu trocaria qualquer miserável benefícios por: um corpo são; cabeça e ouvidos não tão turbulentos; não sentir tanto tudo. Isenção é uma pequena compensação p tanta dor

    DIANA HELOISA DE SOUZA CHICA 24/08/2025
    13
  • Ponto negativo: Ser diagnosticado com TEA I não deveria garantir, automaticamente, os mesmos direitos que são direcionados aos demais pcds. Antes de pensar em conceder isenções ou benefícios a esse público, deveria haver uma avaliação funcional, técnica e objetiva do impacto do transtorno na vida da pessoa. Pessoas com TEA 1 tem o comprometimento funcional completamente diferente de uma pessoa TEA 3. Portanto, não é justo conceder mesmos direitos a pessoas com comprometimentos tão discrepantes.

    ALEXANDRA SILVA ALMEIDA 22/08/2025
    0
  • Ponto positivo: É que muitos não entendem a dificuldade pra arrumar um emprego, o custo com medicação, terapia, fono e etc. Então é um modo do estado diminuir a dificuldade e promover uma vida mais digna. Eu mesmo já “perdi” dois empregos por não ter carro, venho juntando dinheiro (como dá) pra comprar um, sem a isenção vai ser pelo menos mais 2 anos pra conseguir e até lá vai ser despesa atrás de despesa.

    RAUL ANDERSON DA CRUZ SOUSA 07/08/2025
    10
  • Ponto positivo: TEA nv 1 possuem obstaculos e são mais onerados do que os neurotipicos imaginam. Para contorna-los, gastam mais e mesmo assim têm menos possibilidades na vida, portanto nada mais justo que paguem menos impostos sim.

    RENATO SCHNEIDER RIVERO JOVER 02/08/2025
    18
  • Ponto negativo: Aumento da carga tributária, diferenciação injustificada entre cidadãos, custo será repassado a outros.

    EDUARDO IRINEU VIEIRA DA SILVA 01/08/2025
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.