Enquete do INC 599/2025

Resultado

Resultado parcial desde 09/04/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 430 100%
Concordo na maior parte 1 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 1 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Crescimento econômico inclusivo só com CTPS REGISTRADA, DIREITOS e SAUDE E SEGURANÇA.

VINICIUS GOMES LOBO 11/04/2025
63

Nós últimos 10 anos o Brasil não teve Auditores Fiscais do Trabalho suficientes. Geralmente a imagem do AFT é ligada a fiscalização de empresas, no entanto, é bom ter em consideração que estes profissionais são geralmente altamente capacitados não só para fiscalizar mas também para acompanhar os novos modelos de contratos de assim como atualizar as Normais Trabalhistas.

GUILHERME CLEMENTE COTA 11/04/2025
24

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 84 encontrados.

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  • Ponto positivo: É urgente garantir no orçamento a convocação do cadastro reserva de AFTs. Sem fiscalização, os direitos não se efetivam. #900aindaépouco #ConvocaTodosAFT

    EDUARDO MIRANDA FLORES VIEIRA 26/08/2025
    1
  • Ponto positivo: A convocação de todos os Auditores Fiscal do Trabalho significará a valorização e proteção da saúde e segurança dos trabalhadores brasileiros.

    MERCIA MILANA MEDEIROS DE MOURA 26/08/2025
    1
  • Ponto positivo: Em um país com dimensões continentais e desafios sociais imensos, a ausência de Auditores-Fiscais do Trabalho compromete não só a proteção dos trabalhadores, mas também a arrecadação previdenciária, a formalização e o desenvolvimento econômico. Convocar os aprovados é um ato de fortalecimento institucional e de compromisso com o trabalho decente.

    TAMIRES ALVES DE ALMEIDA 26/08/2025
    1
  • Ponto positivo: A indicação é muito importante, pois o Brasil precisa de mais Auditores Fiscais do Trabalho para combater o trabalho escravo e o trabalho infantil. Além disso, já são mais de 10 anos sem concurso e a quantidade de AFT''s na ativa é muito menor do que a quantidade ideal recomendada pela OIT. A recomposição do quadro de AFT''s é medida urgente para que o país possa buscar mais justiça social.

    EDILBERTO GOMES LIMA CRISPIM 11/07/2025
    1
  • Ponto positivo: O reforço do quadro de Auditores Fiscais do Trabalho é fundamental para garantir a proteção dos direitos trabalhistas, combater fraudes como a pejotização e o trabalho análogo à escravidão, além de assegurar condições dignas aos trabalhadores. Sem fiscalização suficiente, a legislação perde força e a precarização avança.

    CRISTIANA MARIA MARANIM GUIMARAES KONOPCZYK BROLESI 01/06/2025
    3
  • Ponto positivo: A proposta é oportuna ao destacar que, há mais de uma década sem recomposição, o déficit de auditores compromete gravemente a atuação do Estado na garantia dos direitos sociais dos trabalhadores. Com a ampliação do quadro, será possível melhorar a cobertura da inspeção do trabalho em áreas rurais e periferias urbanas, onde as violações trabalhistas são mais comuns e menos denunciadas.

    NELCI TEREZINHA FREITAS DE SOUZA 09/05/2025
    4
  • Ponto positivo: Estamos descumprindo padrões internacionais. A OIT recomenda 5.441 auditores, mas o Brasil conta com apenas 1.842. Isso expõe o país internacionalmente e compromete compromissos assumidos contra trabalho escravo e infantil.

    ALDAIR ESTEVAO DE SOUZA 09/05/2025
    4
  • Ponto positivo: É muito importante que a fiscalização do trabalho seja fortalecida. Num país de tamanho continental, não existe fiscalização trabalhista efetiva com um quadro tão defasado de auditores.

    VINICIUS DE SOUSA ABREU 04/05/2025
    4
  • Ponto positivo: Sem dúvida uma excelente proposta, pois para possuir um país mais justo precisamos de um trabalho digno! Mais fiscalização ajuda a diminuir casos em que os trabalhadores estão sendo prejudicados e tendo até mesmo seus direitos fundamentais violados.

    RAYAN FREITAS MENDES 03/05/2025
    3
  • Ponto positivo: A reestruturação da auditoria fiscal do trabalho é um passo fundamental para fortalecer a fiscalização, garantir direitos e promover condições dignas para todos os trabalhadores. O aprimoramento dos processos e recursos permitirá uma atuação mais eficiente, transparente e justa, beneficiando toda a sociedade. Que esse momento de transformação seja marcado por avanços sólidos e pelo compromisso com a justiça social e a proteção do trabalho digno.

    ROGERIO DE OLIVEIRA SILVA 02/05/2025
    3
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.