Enquete do REQ 18/2025 CASP

Resultado

Resultado final desde 08/04/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 597 100%
Concordo na maior parte 1 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Essa audiência pública será instrumento de grande importância para a democracia e a participação popular. Permitirá que os cidadãos se manifestem sobre questões de interesse público, que é o caso da convocação de todos aprovados no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) – vagas imediatas e Cadastro de Reserva. Isso promoverá maior transparência e legitimidade nas ações do poder público.

MATHEUS JESUS DO NASCIMENTO 13/06/2025
82

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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 18 encontrados.

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  • Ponto positivo: Tem que ter audiência pública sim!! para maior transparência do concurso público e maior convocação dos candidatos isso é fortalecer a democracia brasileira!! Ótima iniciativa pois ajuda no esclarecimento dos candidatos que prestaram a interessante idéia do CNU. Isso é respeitar os candidatos ou concurseiros que gastaram tempo e dinheiro no CNU ou em outros concursos públicos!! Todo apoio a iniciativa!!

    ARTUR ALVIM CURY 24/06/2025
    0
  • Ponto positivo: A convocação dos aprovados no Concurso Público Nacional Unificado, especialmente para o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), é uma medida essencial para fortalecer o ordenamento territorial brasileiro. Como protagonista na efetivação da reforma agrária, no georreferenciamento de imóveis rurais, na regularização fundiária e na gestão das terras públicas da União — pilares indispensáveis para o desenvolvimento sustentável, a justiça social no campo e a soberania nacional.

    SOUHAYL AYOUBI 24/06/2025
    3
  • Ponto positivo: É crucial debater a necessidade de convocação do CR do CPNU. Trata-se de um concurso de importância histórica para o funcionalismo público brasileiro, inovador em seu processo de seleção, e inserido em um contexto de grande falta de servidores públicos. Especialmente, temos falta de Analistas Técnicos de Políticas Sociais - ATPS, uma carreira tão importante para pensarmos, de forma interdisciplinar, as políticas sociais no país. Também temos notória falta de Especialistas em Indigenismo na Funai

    LOREN LOPES SANTOS 23/06/2025
    5
  • Ponto positivo: Discussão fundamental frente à realidade que estamos enfrentando no serviço público brasileiro, com uma defasagem enorme de profissionais, em especial no Ministério da Saúde, onde além do déficit de mais de 700 tecnologistas, um número expressivo de bolsistas com contratos precarizados desempenham funções que deveriam ser realizadas por servidores.

    SOFIA SOUZA DA CUNHA 19/06/2025
    8
  • Ponto positivo: Importante debater sobre a reconstrução do serviço público.

    ANANDA LIMA HASSAN 18/06/2025
    10
  • Ponto positivo: A realização dessa audiência pública representa um espaço democrático e fundamental para o debate qualificado sobre o esgotamento do cadastro reserva do CNPU. Essa iniciativa possibilitará que os parlamentares e demais autoridades envolvidas tenham a real dimensão da importância do servidor público para o pleno funcionamento da administração pública e para a efetivação dos direitos sociais, contribuindo diretamente para o fortalecimento da democracia.

    ALEX FERREIRA ALVES DE LIMA 18/06/2025
    10
  • Ponto positivo: Essa audiência será importantíssima para debatermos a necessidade do chamamento do CR do CNPU para recompor os quadros da administração Pública Federal, principalmente, para a FUNAI que está com o número baixo de servidores nos últimos 20 anos e precisa urgentemente para executar a política indigenista que é extremamente importante para o futuro de todos.

    RENATO DE ANGELIS GUIMARAES 18/06/2025
    10
  • Ponto positivo: A iniciativa é extremamente oportuna e necessária, diante do grave déficit de servidores na carreira de Analista de Infraestrutura e do impacto direto que isso tem na execução de políticas públicas estratégicas para o desenvolvimento do país. A ausência de profissionais qualificados tem contribuído para o aumento do número de obras paralisadas, prejudicando o uso eficiente dos recursos públicos e a entrega de serviços essenciais à população.

    DANIEL BENTO DA SILVA LIRA 17/06/2025
    16
  • Ponto positivo: Audiência extremamente necessária para debater a convocação da totalidade do cadastro reserva para o cargo transversal de Analista Técnico de Políticas Sociais (ATPS). Esse é um movimento necessário tendo em vista tanto o papel do ATPS na formulação, materialização e implementação das políticas sociais por meio de um trabalho integrado entre ministérios e autarquias como também pela atual vacância de profissionais da carreira na estrutura do governo.

    MARIA CECILIA PALMA MAGALHAES 17/06/2025
    15
  • Ponto positivo: É fundamental a realização de audiência pública para debater a convocação de todos os aprovados no CPNU, inclusive o cadastro de reserva, especialmente para o cargo de Analista de Infraestrutura. Com metade das vagas ociosas e com mais de 1.500 solicitações no Executivo. Esses profissionais são essenciais para políticas públicas estratégicas do país.

    LEONARDO OLIVEIRA BRUM 17/06/2025
    18

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  6. PL 4256/2019

    Altera a Lei n.º 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento), para autorizar o porte de arma aos agentes de segurança socioeducativos e aos oficiais de justiça.