Enquete do PL 1512/2025

Resultado

Resultado parcial desde 07/04/2025

Opção Participações Percentual
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Discordo totalmente 1 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Ter uma lei de abrangência nacional aos portadores de Neuralgia do Trigêmeo é super necessário e importante. Tenho Neuralgia do Trigêmeo,além de outras enfermidades crônicas, e sei o quão difícil é para nós portadores ter reconhecimento e validação da nossa dor. Tendo uma lei,poderemos sair da invisibilidade e ter nossos direitos adquiridos na sua plenitude.

THAIS JUSSARA BARBOSA DE ALMEIDA SILVA 28/05/2025
51

A neuralgia do trigêmeo causa dor facial intensa e debilitante, impactando atividades básicas, sono, saúde mental e vida social e profissional. O tratamento é longo e a falta de compreensão pode piorar a situação.Empresas frequentemente carecem de compreensão sobre a neuralgia do trigêmeo, dificultando a comunicação da condição, a adaptação do ambiente de trabalho e gerando preconceito, impactando negativamente a produtividade, o bem-estar e a carreira dos profissionais afetados.

KARINA GOMES DE SOUZA 26/06/2025
11

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Exibindo resultados 1 a 10 de 16 encontrados.

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  • Ponto positivo: Reconhecimento da doença já é um ponto importante para quem convive com ela, a NT é associada a uma das piores dores e mesmo assim não vejo, muitos profissionais que entendam bem sobre ela, uma doenças que limita, que destrói, que necessita de mais atenção, é necessário mais conhecimentos para iniciar tratamentos mas precisos, muitas vezes as dores são confundidas com outras doenças, postergando um diagnóstico preciso para o início imediato de um tratamento correto, isso pra quem tem pressa dói

    BERENICE FERREIRA GONCALVES 20/01/2026
    2
  • Ponto negativo: A neuralgia do trigêmeo provoca dores faciais extremamente fortes e compromete a qualidade de vida. Muitas vezes a doença é confundida com outros problemas o que atrasa o diagnóstico correto e o início do tratamento adequado. Medicamentos utilizados para controlar a dor, como anticonvulsivantes ou estabilizadores de humor, podem causar sonolência, tontura, alterações cognitivas e fadiga. As crises de dor e desconforto constante dificultam a manutenção da rotina de trabalho e convivência social.

    THIAGO FELIPE DE LIMA 13/10/2025
    2
  • Ponto positivo: Reconhece oficialmente a doença como uma condição crônica e incapacitante, o que contribui para ampliar o respeito, a compreensão e a visibilidade social das pessoas afetadas. Busca garantir diagnóstico e tratamento adequado, acesso gratuito a medicamentos como anticonvulsivantes, estabilizadores de humor e derivados de canabidiol, mediante prescrição médica. Incentivo à capacitação de profissionais de saúde. Pode facilitar o acesso a direitos previdenciários, licenças médicas.

    THIAGO FELIPE DE LIMA 13/10/2025
    1
  • Ponto positivo: A PL 1512/25 é essencial pois hoje nós portadores de NT não temos direitos e nem somos reconhecidos como pessoas com deficiência. Ela garante diagnóstico precoce, acesso a tratamentos, apoio previdenciário, saque do FGTS e inclusão no Estatuto da Pessoa com Deficiência. No fim não é só sobre tratamento médico, mas sobre dignidade, inclusão e reconhecimento. É um passo para que deixemos de ser invisíveis no sistema de saúde e na sociedade brasileira, dando voz e esperança aos pacientes.

    CAROLINA ARRUDA LEITE 06/09/2025
    2
  • Ponto positivo: Desde 2022, fui diagnosticada com a neuralgia do trigêmeo. A dor, semelhante a um choque elétrico, torna tarefas simples como comer ou escovar os dentes um grande desafio. Sinto a frustração da falta de compreensão e do difícil acesso ao tratamento. O sistema de saúde se mostra despreparado, e a busca por um especialista é demorada. A esperança se volta ao PL 1512/25, que busca o reconhecimento e uma melhor qualidade de vida para quem vive com essa condição.

    AYUMI YAMAMOTO UTYAMA 23/08/2025
    2
  • Ponto negativo: A neuralgia do trigêmeo causa dor facial intensa e debilitante, impactando atividades básicas, sono, saúde mental e vida social e profissional. O tratamento é longo e a falta de compreensão pode piorar a situação.Empresas frequentemente carecem de compreensão sobre a neuralgia do trigêmeo, dificultando a comunicação da condição, a adaptação do ambiente de trabalho e gerando preconceito, impactando negativamente a produtividade, o bem-estar e a carreira dos profissionais afetados.

    KARINA GOMES DE SOUZA 26/06/2025
    11
  • Ponto positivo: O ponto positivo principal é o suporte que essas pessoas vão ter, com assistência básica de medicamentos no sistema único de saúde

    AMANDA FERREIRA DE LIMA 20/06/2025
    4
  • Ponto positivo: A Neuralgia do Trigêmeo e a Anestesia Dolorosa Facial causam dores intensas e incapacitantes, afetando a rotina e a capacidade de trabalho. O tratamento é contínuo e de alto custo, exigindo medicações específicas e, em alguns casos, cirurgias. É urgente uma lei que garanta visibilidade, acesso gratuito ao tratamento, apoio previdenciário e reconhecimento da condição como causa de incapacidade laboral.

    RAFAEL HENRIQUE DIAS 19/06/2025
    4
  • Ponto positivo: Precisamos urgentemente que o governo federal crie políticas públicas que nos reconheça e nos ampare. Enfrentamos uma dor excruciante, desconhecida e negligenciada e a falta de apoio governamental para esta enfermidade, nos expõe a pessoas de caráter duvidoso e falsas instituições de apoio que alegam que existem para nos ajudar, mas, a realidade é bem diferente. O reconhecimento e apoio governamental também colocará médicos em condições de conhecimento da NT para proporem tratamentos eficazes.

    TATIANA AUGUSTA COLLEDAN FERREIRA 01/06/2025
    7
  • Ponto positivo: Sou Tauana e tenho neuralgia do trigêmeo, apenas no lado direito, uma dor insuportável, já estou testando o segundo remédio, pois o primeiro não surgiu efeito. O segundo remédio tem efeito colateral que dá muito sono, um sono incontrolável, e tenho que escolher entre tomar o remédio e amenizar a dor ou não tomar e conseguir acordar para cuidar da minha bebê (tenho uma bebê de 1 e 2 meses e ela acorda para mamar na madrugada), nenhum médico sabe lidar com isso ou se quer sabe o que é.

    TAUANA DE NUNES MOUSQUER 31/05/2025
    5
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 849/2025

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  3. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 2386/2023

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  5. PL 3379/2026

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  6. PL 1893/2026

    O Projeto de Lei 1893/26, do Poder Executivo, regulamenta a negociação das relações de trabalho no setor público e garante o direito à representação sindical de servidores e empregados públicos. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. A proposta se aplica à administração direta, autárquica e fundacional da União, dos estados e dos municípios, além de órgãos constitucionalmente autônomos, como o Ministério Público da União. O texto cria um marco legal para que sindicatos e governo negociem, de forma permanente e estruturada, temas relacionados às condições de trabalho no serviço público. A iniciativa regulamenta compromissos assumidos pelo Brasil ao ratificar a Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Como será a negociação Pelo projeto, a negociação entre o poder público e as entidades representativas dos servidores deverá ocorrer pelo menos uma vez por ano, em período a ser definido em regulamento. A exigência poderá ser dispensada quando houver acordo com vigência superior a um ano. O processo de negociação terá cinco etapas: definição do calendário e do cronograma; recebimento da pauta; instalação da negociação; assinatura do acordo; e divulgação do resultado. Cada Poder e órgão autônomo deverá instituir seu próprio processo de negociação. Estados e municípios regulamentarão o tema em ato próprio. Se não houver acordo, as partes poderão escolher, de comum acordo, um mediador. Ele atuará sem remuneração e não interromperá as negociações, salvo decisão contrária das próprias partes. Quando houver consenso, será firmado um termo de acordo com a identificação das partes, o objeto negociado, os resultados alcançados, as condições de implementação e o prazo de vigência. Os acordos dependerão de análise jurídica e da aprovação do chefe do respectivo Poder ou órgão autônomo. Licença remunerada A proposta altera o Estatuto dos Servidores da União para garantir licença remunerada ao servidor que exercer mandato em confederação, federação ou sindicato. Atualmente, a lei prevê licença sem remuneração. Já para quem desempenhar mandato em entidade fiscalizadora da profissão ou participar em cooperativa de servidores, a licença será sem remuneração. Durante o afastamento, o servidor manterá as garantias e vantagens pessoais e previdenciárias do cargo que ocupava. Representação sindical O projeto assegura a livre associação sindical a todos os servidores e empregados públicos. A representação poderá ser exercida por sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais. Onde não houver sindicato legalmente constituído, associações de classe poderão representar os trabalhadores nas negociações. Na justificativa do texto, a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou que a negociação "democratiza as condições e as relações de trabalho, estabelecendo mecanismos para minimizar conflitos". Próximos passos O projeto de lei teve a urgência aprovada em junho e poderá ser votado diretamente pelo Plenário da Câmara dos Deputados, sem precisar passar antes pelas comissões temáticas. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei