Enquete do PL 1380/2025

Resultado

Resultado parcial desde 01/04/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 8 3%
Concordo na maior parte 4 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 5 2%
Discordo totalmente 226 93%

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Um projeto muito controverso. Vai acabar dando margem pra perseguição estatal mais ainda! Reino Unido foi um péssimo exemplo disso, e o povo de lá não ficou nada satisfeito

RONALDO FERREIRA DO NASCIMENTO 11/08/2025
61

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 18 encontrados.

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  • Ponto negativo: Com a típica desculpa de proteger "as crianças", vão impor o martelo estatal e ajudar as big techs a coletarem ainda mais dados nossos, enquanto os criminosos conseguirão ainda assim encontrar um jeito de burlar as leis. A proteção já existe, mas não adianta de nada se polício, advogado, juiz etc. do PCC libera os criminosos.

    LEONARDO SANTOS PEREIRA 16/10/2025
    6
  • Ponto negativo: Essa PL é um ataque à privacidade digital. Invés de responsabilizarem as redes sociais pelo seu próprio algoritmo, deputados neoliberais preferem criar um mecanismo para os cidadãos entregarem ainda mais dados para big techs, que por outra vez, só lucrarão mais vendendo-os, como já fazem. Congresso inimigo do povo.

    JUAN VICTOR SUMAN 16/10/2025
    3
  • Ponto negativo: Em um país em que a LGPD ainda não é totalmente respeitado e que proliferam golpes de engenharia social usando dados vazados de KYC, isso será um enorme desserviço, e seria mais um foco de coleta de dados por parte de criminosos. Já aconteceu no Reino Unido com uma empresa terceirizada do Discord responsável por fazer KYC (Olhar Digital: Violação expõe fotos de identidade de 70 mil usuários do Discord). A polícia já tem as ferramentas necessárias para pegar os criminosos. Basta ter eficiência.

    LUIS AURELIO CASONI 16/10/2025
    5
  • Ponto negativo: Liberdade digital é liberdade individual

    MARCOS ROBERTO PAULINO 15/10/2025
    10
  • Ponto negativo: Vocês realmente acham que o governo está propondo isso pela nossa segurança?

    RODRIGO NATARIO MACHADO DOS SANTOS 15/10/2025
    13
  • Ponto negativo: Um atraso à privacidade digital e um avanço na censura e comercialização de dados. Projeto claramente desenhado por neoliberais e conservadores de direita para censurar e vender nossas informações as big techs. Outros países já tentaram e não está funcionando. Há maneiras melhores de resguardar a segurança na internet sem infringir na privacidade das pessoas.

    RENAN MARTINELI DE PAULA 15/10/2025
    16
  • Ponto negativo: Projeto totalmente feito para controlar e censurar a população e a oposição ao governo atual. No Reino Unido implementaram a mesma coisa e a população já teve seis dados vazados. Aqui no Brasil vai ser pior, vamos ter os dados vazados permanentemente e o governo não fará nada. Parem de tentar censurar a população honesta deste país. Já existem diversos meios de burlar esse tipo de controle e os criminosos vão utilizá-los, essa lei só irá punir o cidadão honesto, não presta para nada.

    PEDRO ALEXANDRE DE OLIVEIRA CARVALHO 14/10/2025
    17
  • Ponto negativo: Nada melhor para o Estado do que um belo pânico moral generalizado para convencer as pessoas mais emocionadas e a flor da pele de que a solução para todos os problemas de segurança está na vigilância Estatal, e que se dane sua privacidade Coitado do Felca, ele fez o vídeo na melhor das intenções e agora está pra virar nome de lei que só vai servir pra massacrar o povo

    NARCISO NUNES DE QUEIROZ NETO 14/10/2025
    11
  • Ponto negativo: É uma proposta insana que confunde segurança com vigilância. Obrigar o uso de reconhecimento facial em redes sociais em uma realidade em que nossos dados não estão seguros nem com o Governo, viola a privacidade e entrega dados biométricos sensíveis a empresas incapazes de protegê-los. A tecnologia é falha, discriminatória e não impede crimes digitais. O projeto elimina o anonimato, ameaça a liberdade de expressão e cria riscos graves sem oferecer qualquer ganho real em segurança.

    FELIPE MIKEIAS LOPES VERAS 14/10/2025
    18
  • Ponto negativo: Uma lei que coloca dados sensíveis da população em ainda mais risco de vazarem, além de dar mais poder apra as mesmas bigtechs que não monitoram suas plataformas para impedir criminosos de atuarem. Estão imitando a mesma coisa que fizeram no Reino Unido, que além de vazar dados, fez a população procurar redes e sites alternativos ainda mais perigosos e sem monitoração.

    VITORIA SILVEIRA BESERRA 14/10/2025
    14
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  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).