Enquete do PL 1329/2025

Resultado

Resultado parcial desde 31/03/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 8 40%
Concordo na maior parte 1 5%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 5%
Discordo totalmente 10 50%

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Apesar de parecer uma resolução para os problemas de qualificação profissional, na realidade é muito mais complexo. Estamos falando de uma ciência humana e da saúde, com diversas especialidades, que incluem áreas de assistência, gerenciamento e educação. Faltam evidências empíricas de realmente ser uma proposta benéfica. Falta também, definição de como será executado: quais temas? Qual a periodicidade? Qual a metodologia do exame? São muitas lacunas e pouca evidência de solução

BRANDO AUGUSTO DE JESUS FRACARO 07/05/2025
2

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Exibindo resultados 1 a 5 de 5 encontrados.

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  • Ponto negativo: O MEC permitiu a abertura desenfreada de cursos de Enfermagem sem fiscalização real. Agora quer impor uma prova nacional, como se o problema fosse o aluno. Isso só pune quem lutou pra se formar, enquanto protege quem lucrou com o caos. A culpa não é do estudante, é do sistema falho.

    MARIA EDUARDA BERNARDO DA SILVA 23/07/2025
    0
  • Ponto negativo: Quem permitiu a abertura desenfreada de cursos de Enfermagem, sem fiscalização real, foi o próprio sistema: COFEN, COREN, MEC.Agora querem jogar a culpa nas costas do profissional com mais um filtro, como se fossemos os responsáveis por esse descontrole? A verdade é que muitas faculdades não exige vestibular. O problema começa na entrada.Esse projeto não resolve os reais problemas da Enfermagem no Brasil, apenas pune quem luta todos os dias para cuidar da população!

    SIRLAINE SANCHES DE LIMA 21/06/2025
    0
  • Ponto negativo: As provas, em geral, são muito teóricas e nem sempre avaliam a capacidade prática ou humana do profissional. Enfermeiros são formados também para lidar com o cuidado, escuta e tomada de decisão em tempo real, o que dificilmente se mede com questões objetivas. Profissionais que não passam no exame ficam impedidos de atuar, mesmo já formados, o que atrasa a carreira e o retorno do investimento feito na formação.Isso pode agravar a escassez de profissionais em regiões carentes. O diploma e pós ok

    TAMIRES LIMA JANEIRO 19/06/2025
    0
  • Ponto negativo: Eu acredito que primeiro deveria ser instituído um exame de proficiência em medicina, que é uma pauta mais urgente, antes de pensar em instituir um exame de proficiência em enfermagem

    MARIA APARECIDA CORREA MEYER PELTIER BERNARDES 08/05/2025
    1
  • Ponto negativo: Apesar de parecer uma resolução para os problemas de qualificação profissional, na realidade é muito mais complexo. Estamos falando de uma ciência humana e da saúde, com diversas especialidades, que incluem áreas de assistência, gerenciamento e educação. Faltam evidências empíricas de realmente ser uma proposta benéfica. Falta também, definição de como será executado: quais temas? Qual a periodicidade? Qual a metodologia do exame? São muitas lacunas e pouca evidência de solução

    BRANDO AUGUSTO DE JESUS FRACARO 07/05/2025
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  1. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PLP 236/2025

    Dispõe sobre a aposentadoria especial dos profissionais de Enfermagem, na forma dos artigos 201, § 1º, inciso II, e 40, § 4º-C, da Constituição Federal, e dá outras providências.

  3. PL 1111/2025

    Altera a Lei nº 9.503, de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, para dispor sobre a idade máxima dos veículos destinados à formação de condutores.

  4. PL 5942/2025

    Dispõe sobre a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Turismo - SENATUR e do Comitê Intersetorial de Investimento no Turismo

  5. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.