Enquete do PL 1312/2025

Resultado

Resultado parcial desde 28/03/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 49 55%
Concordo na maior parte 1 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 39 43%

O que foi dito

Pontos mais populares

Acredito que a criação da Fundação CAIXA é um passo importante para melhorar a vida das pessoas. Ela vai ajudar a reduzir desigualdades, apoiar projetos sociais, culturais, ambientais e levar mais oportunidades para quem mais precisa. Com essa iniciativa, podemos construir um Brasil mais justo, sustentável e com mais dignidade para todos.

JORGE AUGUSTO DIDI DA SILVA 26/06/2025
5

Uso do dinheiro público sem controle e fiscalização.

João de Lima 06/04/2025
9

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 8 de 8 encontrados.

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  • Ponto negativo: Apenas mais um cabide de empregos para alocar amigos do rei, que não terão que prestar contas do uso totalmente libertário do nosso dinheiro. Mais um órgão inútil em uma cadeia de funcionários públicos criativos e também inúteis. A sociedade como um todo não será beneficiada.

    VINISSIOS BAUM DE SOUZA 26/06/2025
    1
  • Ponto positivo: A criação da fundação é mais um passo no comprometimento social da caixa com a população. Através dela, com toda governança e fiscalização necessária, a CAIXA poderá contribuir com iniciativas que apoiam a sustentabilidade e a inclusão social. Lembrando que tudo é fiscalizado por órgãos competentes. Ganha o Brasil e ganha a população.

    LAILA RORIZ VIEIRA 26/06/2025
    5
  • Ponto positivo: Acredito que a criação da Fundação CAIXA é um passo importante para melhorar a vida das pessoas. Ela vai ajudar a reduzir desigualdades, apoiar projetos sociais, culturais, ambientais e levar mais oportunidades para quem mais precisa. Com essa iniciativa, podemos construir um Brasil mais justo, sustentável e com mais dignidade para todos.

    JORGE AUGUSTO DIDI DA SILVA 26/06/2025
    5
  • Ponto negativo: O presidente da Caixa precisa explicar à sociedade brasileira qual é a finalidade e a importância desta Fundação. Não é possível criá-la sem que haja uma ampla discussão sobre o tema.

    LEONARDO DOS SANTOS QUADROS 26/06/2025
    0
  • Ponto negativo: Mais um saco sem fundo à disposição de diretores e políticos corruptos, e totalmente sem fiscalização alguma??

    JOSUE DE SOUZA CORREA 10/04/2025
    2
  • Ponto negativo: Liberdade de gastar num projeto vago, nebuloso e subjetivo.

    HELIO CARLOS BORTOLON 08/04/2025
    2
  • Ponto positivo: Nada que uma pessoa normal consiga enxergar.

    HELIO CARLOS BORTOLON 08/04/2025
    2
  • Ponto negativo: Uso do dinheiro público sem controle e fiscalização.

    João de Lima 06/04/2025
    9
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

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  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

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  5. PL 2386/2023

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