Enquete do PL 1294/2025

Resultado

Resultado parcial desde 27/03/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 27 4%
Concordo na maior parte 1 0%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 15 2%
Discordo totalmente 633 94%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não esta faltando profissionais na área de georreferenciamento. Existe uma demanda muito grande de profissionais habilitados no mercado. O que tem que ser feito pelo o governo até criar apoio aos proprietários para facilitar a regularização dos imóveis rurais.

ANTONIO GILDACIO RODRIGUES FEITOSA 19/05/2025
27

NÃO FALTA PROFISSIONAL NO MERCADO ISSO E QUE MAIS TEM, DIGO POIS SOU PROFISSIONAL DA ÁREA. O QUE ESTA FALTANDO E EXIGENCIA DE TAL LEI PARA QUE OS PROPRIETARIOS BUSQUEM REGULARIZAR, ESTA FALTANOD INCENTIVO AOS PROPRIETARIOS PARA BUSCAR ESSA REGULARIZAÇÃO

RAPHAEL HENRIQUE DUARTE MENDES 16/04/2025
52

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 29 encontrados.

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  • Ponto negativo: O georreferenciamento é uma das ferramentas mais eficazes de combate a ilícitos fundiários e ambientais, permitindo identificar sobreposição de áreas, ocupações ilegais e uso de terras embargadas. Com a postergação até 2030, abre-se espaço para que práticas como a criação de gado em áreas embargadas continuem a ocorrer sem fiscalização adequada, prejudicando a imagem do agronegócio brasileiro e dificultando o cumprimento de compromissos ambientais internacionais.

    VERIDIANO TOBIAS DE FREITAS 02/10/2025
    0
  • Ponto positivo: Deveria facilitar a burocracia na regularização fundiária e na documentação junto ao cartório.

    VERIDIANO TOBIAS DE FREITAS 02/10/2025
    0
  • Ponto negativo: Premia a Inadimplência: Quem gastou tempo e dinheiro para fazer o georreferenciamento dentro do prazo se sente punido, enquanto quem ignorou a lei é beneficiado com a anistia. Custo Jogado Fora: Quem cumpriu a obrigação vê o investimento como perdido, já que outros foram dispensados de fazê-lo. Injustiça e Desvalorização: Cria uma sensação de injustiça e desvaloriza a propriedade daqueles que se regularizaram, equiparando-a à de quem permanece na informalidade.

    MARCELO DA CUNHA BORGES 16/09/2025
    0
  • Ponto negativo: Profissional habilitado esta sobrando oque esta atrapalhando georreferenciamento é os altos custos de emolumentos cartoriais e a ma distribuição dos custa para area de pequeno porte e grande portes produtivos, hoje eu como agrimensor credenciado no sigef estou sofrendo com esses custos pois os clientes preferem ficar sem negociar a propriedade ou sem regular sau retificação de imovel rural pois os custo do meu serviço que é abaixo dos emolumentos das circunscrições imobiliárias estão altíssimos

    CAIO VINICIUS DA CRUZ PIRES 10/09/2025
    0
  • Ponto negativo: A aprovação do PL nº 1294/2025, que prorroga o prazo para o georreferenciamento de imóveis rurais inferior a 25 ha, traria impactos negativos relevantes, como a perpetuação da insegurança jurídica em áreas com registros imprecisos, dificultando a resolução de conflitos fundiários com áreas sobrepostas, como se ver no SICAR e favorecendo práticas como a grilagem; além disso, à desvalorização de terras de pequeno porte e comprometeria o planejamento territorial do Estado Brasileiro.

    NICOLAU FERNANDES RAMOS 01/07/2025
    0
  • Ponto negativo: Cadê a segurança juridica das propriedades. Sou de direita, porém se aprovarem este PL, vou repessar meu apoio.

    MAURICIO CASTRO DOS SANTOS 14/06/2025
    1
  • Ponto negativo: Os proprietários de áreas menores tiveram anos para procurarem um profissional e fazer ó georreferenciamento, porém só fazem quando o prazo vence e não conseguem movimentar nada na matrícula. Se estender o prazo, vão continuar sem fazer e vão atrás somente quando o novo prazo vencer.

    HUGO LEDO MARQUESETE 28/05/2025
    5
  • Ponto negativo: Grilagem de terras e invasões. Desmatamentos ilegais e outros problemas ambientais, causados pelo agronegócio. Processos jurídicos com informações duvidosas. Problemas contratuais na hora de comprar e vender, tendo em vista que em muitos lugares o valor da propriedade é por metro quadrado.

    LUCAS DIEGO COSTA PRADO 27/05/2025
    2
  • Ponto positivo: Não há nenhum ponto positivo. O PL é um retrocesso jurídico para o Brasil.

    LUCAS DIEGO COSTA PRADO 27/05/2025
    4
  • Ponto negativo: O § 3o do Art 176 da Lei de Registro Público, garante a isenção de custos para propriedades abaixo de 4 módulos, que é o mesmo art que determina a exigência do Geo. Os altos custos estão nas taxas de cartórios e a maldita burocracia desse País. Praticamente as propriedades que serão atingidas pelo prazo, abaixo de 25 ha, estão abaixo de 4 módulos. Exigir dos Registros que não cobrem para gerar uma matricula e inúmeras taxas já irá reduzir mais da metade o custo. Absurdo esse PL.

    MARCOS ANTONIO SANTOS 27/05/2025
    2
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

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  3. PL 849/2025

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