Enquete do PL 1087/2025

Resultado

Resultado final desde 18/03/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 509 81%
Concordo na maior parte 45 7%
Estou indeciso 3 0%
Discordo na maior parte 23 4%
Discordo totalmente 49 8%

O que foi dito

Pontos mais populares

O ideal seria uma reforma tributária da renda completa e um escalonamento das alíquotas acima 27% para rendas maiores, no mínimo. Mais como o IRPF/IPRJ são temas delicados para serem aprovados no Congresso atual e não há suporte político da elite para conseguir uma aprovação de projeto de IR justo (os que ganham mais, pagam mais), o que está sendo oferecido é melhor que não fazer nada!

CRISTIANE GIACOMETTI LAMEIRAO 21/03/2025
60

A tabela não foi atualizada conforme deveria. Embora aumente a isenção não traz justiça de fato. Meia justiça não é justiça. A isenção de 5000,00 deveria ser para todos, independente dos rendimentos. Deveriam atualizar a tabela de forma justa. O salário mínimo hoje, de acordo com o DIEESE deveria ser de R$ 7.229,32, mas de acordo com a proposta esses que receberiam o mínimo (DIEESE) terão alíquota nominal de 27,5%.

FELIPE CHRYSOSTOMO MATHIAS 19/03/2025
36

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 51 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Hipoteticamente sócio precisa de 1.000.000 de lucros por ano. Tributando esse valor ele terá 900.000. Mas ele precisa de 1 milhão para fechar as suas contas anuais. O que irá acontecer, ele precisa arrecadar mais ou seja vai aumentar o valor dos seus produtos para ter mais receita e assim gerar esse 100.000 que foi tributado. Quem vai pagar esse imposto? O mais pobre, o que mais precisa… Acorda Brasil, parem de achar bom pagar imposto de tudo…

    EDISON BERNARDO NACK 21/10/2025
    0
  • Ponto negativo: Podemos vir a ter empresários no Simples tratados como "super ricos", enquanto isso os verdadeiros super ricos do brasil, a nobreza dos funcionários públicos, fica imune ao aumento, pois é tudo indenização, auxílio, ajuda de custo, jeton, diária, licença, reembolso, verba de gabinete, plano de saúde do Sírio, gasolina infinita, passagens, hospedagens, cursos, etc., nenhuma delas sequer sujeita ao imposto de renda, já que os beneficiados também julgam esses casos.

    EDUARDO WINTERS COSTA 09/10/2025
    1
  • Ponto negativo: O primeiro problema é o chamado “efeito serrote”. A desoneração é abrupta: quem ganha R$ 7.349,00 paga zero; quem ganha R$ 7.351,00 pode pagar centenas de reais. Isso desestimula o mérito, a promoção e a produtividade. Trabalhadores podem evitar aumentos salariais para não perder o benefício, e empresas podem usar esse teto como justificativa para congelar salários — alegando que “é melhor para o trabalhador”. O segundo problema é a inversão de incentivos.

    CESAR AUGUSTO DE OLIVEIRA E SILVA 04/10/2025
    2
  • Ponto negativo: É um absurdo não atualizarem a tabela do IR! Essa isenção trata de forma desproporcional a arrecadação do imposto. Uns pagão nada e outros pagam muito! Cadê a progressão da cobrança dos tributos! Absurdo!!!

    DOUGLAS CAMARGO KELLER 02/10/2025
    1
  • Ponto positivo: Creio que o mais importante é que quem não paga, venha a pagar seus devidos impostos. Mas sou da opinião diante de estudos de economistas, uma alíquota fixa de 14% sem nenhum tipo de dedução, tanto para pessoa física como jurídica.

    JOSE CLARO ALVES BAPTISTA 02/10/2025
    0
  • Ponto negativo: Deviam aumentar o salário, saiu uma matéria falando que o nosso salário-mínimo devia ser aumentado. Sem falar que os Deputados federais vão pagar mais impostos.

    JOAO GABRIEL LIMA SOTINI 02/10/2025
    0
  • Ponto negativo: Creio que poderia elevar este valor um pouco mais, entre 6 a 7mil, devido ao aumento acelerado dos recursos basicos, como agua, luz e alimentação e principalmente moradia. pois o trabalhador se esforça para adiquirir conhecimento fazendo faculdades, aprefeiçoamentos para poder ter um pouco mais de dignidade, mas infelizmente os impostos brasileiros vem e consome com esta folga financeira.

    VALERIA ALVES RIBEIRO 02/10/2025
    0
  • Ponto positivo: No ponto de vista geral, o Brasil está com um custo de vida um pouco elevado onde tudo sobe demasiadamente, o salario é o unico que nao sobe de acoro com as porporções dos aumentos de agua, luz, alimentação. com a isenção para salarios até 5.000mil, ira amenizar razoavelmente a população trabalhadora.

    VALERIA ALVES RIBEIRO 02/10/2025
    0
  • Ponto positivo: A justição para quem ganha até R$ 5000,00, porque sabemos que o poder aquisitivo caiu muito. São muitos impostos, pouca renda e inflação. Tributar os mais ricos é mais do que justo. Quem ganha muito, deve pagar muito, e quem ganha pouco, pagar menos.

    JANETE CESAR DE MELLO 01/10/2025
    0
  • Ponto negativo: O PL e partidos afins, sempre querendo atrapalhar o progresso dos andamentos de lei que atendem ao povo. E ainda vem dizer que já tinha enviado projetos iguais (que nem no governo de seu partido , pautaram ou conseguiram pautar o tema).

    JANETE CESAR DE MELLO 01/10/2025
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PLP 439/2017

    Altera a Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, para disciplinar o processo de equacionamento de planos de previdência complementar deficitários, e dá outras providências.

  4. PL 2332/2022

    Altera a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (Estatuto do Servidor Público Federal), para permitir que servidor público possa ser microempreendedor individual (MEI).

  5. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  6. PL 3015/2025

    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei