Enquete do INC 327/2025

Resultado

Resultado parcial desde 17/03/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 750 100%
Concordo na maior parte 3 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 1 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

O Brasil tem menos auditores do que o recomendado pela OIT e pelo IPEA, comprometendo a fiscalização. A falta de AFTs facilita trabalho escravo, infantil e aumenta acidentes. Além disso, auditores garantem arrecadação via multas e combate à sonegação, gerando mais receita que seu próprio custo. A nova lei de saúde mental exige fiscalização eficaz. Contratar mais AFTs é investimento, não gasto, essencial para a proteção dos trabalhadores e equilíbrio fiscal.

ANA PAULA VIVIAN 18/03/2025
120

Não há.

MARCOS VERISSIMO DE SOUZA JUNIOR 18/03/2025
28

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 117 encontrados.

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  • Ponto positivo: É urgente garantir no orçamento a convocação do cadastro reserva de AFTs. Sem fiscalização, os direitos não se efetivam. #900aindaépouco #ConvocaTodosAFT

    EDUARDO MIRANDA FLORES VIEIRA 26/08/2025
    1
  • Ponto positivo: Em um país com dimensões continentais e desafios sociais imensos, a ausência de Auditores-Fiscais do Trabalho compromete não só a proteção dos trabalhadores, mas também a arrecadação previdenciária, a formalização e o desenvolvimento econômico. Convocar os aprovados é um ato de fortalecimento institucional e de compromisso com o trabalho decente.

    TAMIRES ALVES DE ALMEIDA 26/08/2025
    1
  • Ponto positivo: É muito necessário fortalecer urgentemente a inspeção do trabalho, pois o Brasil precisa combater veementemente o trabalho escravo e o trabalho infantil. Apenas com mais Auditores Fiscais do Trabalho será possível essa atuação eficaz.

    EDILBERTO GOMES LIMA CRISPIM 25/08/2025
    1
  • Ponto positivo: Após o desmonte do Ministério do Trabalho e Emprego pelo governo de Jair Bolsonaro, torna-se mais do que necessário o fortalecimento da pasta. Nesse sentido, o preenchimento de todos os cargos vagos emerge como um dos pilares para esta reestruturação. Um Ministério forte precisa de servidores que garantam sua existência por meio da luta e da resistência aos ataques tão corriqueiros aos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras do Brasil.

    AMANDA PIMENTEL DE OLIVEIRA 15/05/2025
    1
  • Ponto positivo: A referência à Convenção 81 da OIT reforça o argumento jurídico-internacional da proposta, mostrando que o Brasil está em desacordo com compromissos firmados ao manter um número insuficiente de inspetores.

    NELCI TEREZINHA FREITAS DE SOUZA 09/05/2025
    0
  • Ponto positivo: A nomeação de mais AFTs é uma decisão estratégica. Além de proteger o trabalhador, reduzir desigualdades e fortalecer a justiça social, ela traz retornos financeiros e institucionais inestimáveis para o Estado e a sociedade.

    ALDAIR ESTEVAO DE SOUZA 09/05/2025
    0
  • Ponto positivo: A Inspeção do Trabalho Brasileira precisa ser valorizada! A proposta visa modernizar e reestruturar a Auditoria-Fiscal do Trabalho, garantindo mais eficiência e condições adequadas para a fiscalização dos direitos trabalhistas. Por anos, essa estrutura essencial foi deixada de lado, comprometendo tanto o número de profissionais quanto os recursos necessários para uma atuação eficaz. A recomposição da carreira é um passo fundamental para fortalecer a proteção das trabalhadoras e trabalhadores.

    ROGERIO DE OLIVEIRA SILVA 01/05/2025
    1
  • Ponto positivo: A convocação de todos os candidatos aprovados no Concurso Público Nacional Unificado - CPNU para o cargo de Auditor Fiscal do Trabalho é uma medida que se revela não apenas necessária, mas fundamental para o fortalecimento da fiscalização laboral no Brasil. É um passo decisivo que permitirá ao Brasil avançar em direção a um mercado de trabalho mais justo e a uma sociedade mais equitativa.

    LUCIANA BARBOSA FERREIRA SANTOS 10/04/2025
    5
  • Ponto positivo: Importante destacar como a Indicação evidencia que a nomeação de todos os aprovados no concurso AFT é técnica e legalmente viável. A medida está respaldada na Lei 9.527/97 e atende ao interesse público — algo que o parlamento deve abraçar com urgência!

    JULIO CESAR BEZERRA NUNES 10/04/2025
    5
  • Ponto positivo: O quadro de auditores fiscais do trabalho ativos está muito aquém das atuais necessidades do Brasil, basta ver recomendações da OIT e do IPEA. A convocação de todos os aprovados do último CPNU é urgente e imprescindível para possibilitar melhores condições de trabalho e reduzir as vulnerabilidades dos trabalhadores.

    SERGIO LUIS CAMILLO DE LELLES 10/04/2025
    4
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.