Enquete do PL 1007/2025

Resultado

Resultado parcial desde 14/03/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 3 6%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 3%
Discordo totalmente 53 91%

O que foi dito

Pontos mais populares

O PL 1007/2025 não ataca a presença da cultura ou da religião na escola, mas sim a sua obrigatoriedade. Um Estado laico deve manter-se neutro, tratando com isonomia aqueles que possuem crenças e aqueles que optam pela não crença. O PL reforça o Art. 5º, VI, da CF, que assegura a inviolabilidade da consciência e da crença. Ao tornar a participação voluntária, o projeto impede que o aluno seja compelido a participar de ritos ou festejos que firam suas convicções pessoais e familiares.

FLAVIA MARCIA DE ABREU CASASANTA 13/04/2026
1

Retroceder uma lei sobre a própria história nacional. Ir contra princípios constitucionais

IZABEL ESPINDOLA BARBOSA 20/02/2026
14

Todos os pontos levantados pelos usuários

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  • Ponto negativo: O PL 1007/2025 pode representar um retrocesso na educação ao enfraquecer o ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena. Esses conteúdos são essenciais para compreender a formação do Brasil, valorizar a diversidade e combater o racismo. Tornar sua participação opcional pode contribuir para a invisibilização dessas histórias e dificultar a construção de uma sociedade mais igualitária, respeitosa e consciente de seu passado.

    LUIS HENRIQUE QUEIROZ DE SOUZA 13/06/2026
    0
  • Ponto negativo: A valorização da cultura afro-brasileira e indígena é primordial para o reconhecimento como povo. Patriotismo é reconhecer a história do povo, suas origens, sua cultura e valorizar as raízes em nossa sociedade. Impressiono que é obrigatório o estudo da história egípcia e romana, mas não devemos obrigar nosso povo a conhecer sua história. Este não é um projeto educacional, mas sim um ataque às estruturas da sociedade brasileira!

    GLEIDSON ROGERIO DE ARAUJO 27/05/2026
    0
  • Ponto positivo: O racismo religioso é imperativo no Brasil. Por extensão, o projeto de lei é um incentivo no sentido de intensificação do racismo no Brasil. Comprovadamente, a visão neopentecostal a qual a propósitora é vinculada propicia esse equívoco. A história precisa não somente ser respeitada, mas acima de tudo, resgatada. Que seja enterrado esse famigerado projeto preconceituoso.

    ARY JUNIOR BARREIROS DA SILVA 25/05/2026
    0
  • Ponto positivo: O PL 1007/2025 não ataca a presença da cultura ou da religião na escola, mas sim a sua obrigatoriedade. Um Estado laico deve manter-se neutro, tratando com isonomia aqueles que possuem crenças e aqueles que optam pela não crença. O PL reforça o Art. 5º, VI, da CF, que assegura a inviolabilidade da consciência e da crença. Ao tornar a participação voluntária, o projeto impede que o aluno seja compelido a participar de ritos ou festejos que firam suas convicções pessoais e familiares.

    FLAVIA MARCIA DE ABREU CASASANTA 13/04/2026
    1
  • Ponto negativo: A história afro-brasileira e indígena é transversal à formação do país, permeando disciplinas como sociologia, antropologia e artes. Essa herança é o fundamento da riqueza tangível e intangível do Brasil. Contudo, setores da bancada evangélica, da qual a autora faz parte, demonstram um distanciamento da realidade do povo brasileiro. Priorizam projetos pessoais ou de pouca ou nenhuma substância em detrimento de melhorias efetivas para a população.

    GENESIS JEFERSON FERREIRA PEREIRA DE LIMA 06/04/2026
    3
  • Ponto negativo: Vergonhoso um projeto como esse ser apresentado na Casa do Povo. Nosso país é formado pela herança africana e pela indígena, tanto quanto ou até mais que a portuguesa! Querer tornar o ensino dessa história "facultativo", "à vontade dos pais" é impensável. A proposta parece querer tornar a história do Brasil um sanduíche Subway étnico, em que se monta o país que se quer de acordo com as raças desejadas, reservada, é claro, a obrigatoriedade da portuguesa/branca. Não há liberdade para ser racista!

    GUILHERME AMARAL MALTA 27/03/2026
    7
  • Ponto negativo: Proposta retrograda que tenta apagar a memoria dos povos formadores do Brasil comtemporâneo com a suposta pretensão de liberdade de crença. Sera que se a proposta tornasse optativa a participação em eventos do calendário cristão seria visto da mesma forma? Acredito que não. Propostas como essa tem como finalidade uma história única, e devem ser rejeitadas com firmeza.

    JONNY NASCIMENTO SILVA 26/03/2026
    5
  • Ponto negativo: A proposta é racista e permeada de preceitos visando invisibilzar a população negra do Brasil

    ARY JUNIOR BARREIROS DA SILVA 14/03/2026
    3
  • Ponto negativo: Retroceder uma lei sobre a própria história nacional. Ir contra princípios constitucionais

    IZABEL ESPINDOLA BARBOSA 20/02/2026
    14
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei