Enquete do PL 733/2025

Resultado

Resultado parcial desde 28/02/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 256 8%
Concordo na maior parte 36 1%
Estou indeciso 9 0%
Discordo na maior parte 51 2%
Discordo totalmente 2.813 89%

O que foi dito

Pontos mais populares

O ponto positivo é que este PL mostra que esse deputado só cria leis para prejudicar o povo.

Márcio Pinheiro 10/03/2025
257

Vai tirar o sustento de muitos trabalhadores portuários que já estão trabalhando a muitos anos nos portos brasileiros. Profissionais de excelência e com isso precarizado a mão de obra no setor portuário.

SERGIO BARBOSA MONTENEGRO 09/03/2025
313

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 105 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Sou trabalhador TPA E NAO TENHO OGMO, VOCÊS DEVERIAM INCLUIR NA PL A ENTRADA DO SAZONAL. EXISTEM MUIOT PAI DE FAMILIA NO PORTO DE SANTOS QUE PRECISAM SER OLHADOS.

    YGOR DE OLIVEIRA SILVA 28/05/2026
    0
  • Ponto negativo: O PL 733/2025 é um retrocesso para os trabalhadores portuários, pois enfraquece direitos, amplia a precarização e abre caminho para privatização e terceirização no setor. Por isso, votei CONTRA: defendemos portos públicos, seguros, com empregos dignos e condições de trabalho justas para toda a categoria.

    ROGERIO DOS SANTOS LINHARES 08/04/2026
    3
  • Ponto negativo: É um retrocesso!! prejudica os trabalhadores e abre brecha a privatização da maioria dos portos brasileiros!! discordo totalmente isso é mais uma forma de concentração de renda!!

    ARTUR ALVIM CURY 07/04/2026
    1
  • Ponto negativo: O salário irá baixar pois a categoria que segura a renda mais acima , porém 100% de exclusividade não é justo, muito funcionários antigos perdendo vaga para mão de obra avulsa, mesmo tendo capacidade, teve concurso e muitos jovens pegaram a exclusividade, e terão prioridade nos melhores trabalhos isso não é justo, quem não é da estiva ou Ogmo e tem os cursos de capacitação tem que ter direitos também, não é justo estou a 25 no porto e sou qualificado , tem que dividir a exclusividade no mínino.

    ROBSON SOUZA CAMARA 08/11/2025
    2
  • Ponto positivo: Então estou a 24 anos no Porto de Santos e não gostaria que fosse divido em 70% Ogmo, e 30% funcionários da casa. Acabou de abrir concurso e não consegui passar, aí eu com 24 de Porto curso de tudo que máquinas , pós graduado vou perder a vaga para uma pessoas de 20 anos que passou na prova e tem a prioridade, não é justo, na empresa atual tenho 16 anos , e os melhores cargos são para a mão de obra avulsa, é legal porém imoral, sou trabalhador igual a eles e não posso assumir a vaga.

    ROBSON SOUZA CAMARA 08/11/2025
    0
  • Ponto negativo: Vejo como um retrocesso para os trabalhadores portuários temos que valorizar o trabalho dessas pessoas tão importantes para o funcionamento do maior porto do Brasil, da América do sul, da América Latina e do Hemisfério sul.

    ARTUR ALVIM CURY 22/10/2025
    4
  • Ponto negativo: A exclusividade do OGMO é um valor inegociável após tantos anos de recordes de movimentação, feito pelas mãos e suor de milhares de trabalhadores portuários avulsos. Com a perda da exclusividade acontecerá a precarização da mão de obra, os salários dos trabalhadores baixarão a um nível em que não condiz com os esforços e situações encontradas nos portos brasileiros. Deve se manter exclusivamente regulamentado pelo OGMO para que esses trabalhadores mantenham seus direitos e salários estáveis.

    ORLEI CORREA JUNIOR 14/10/2025
    4
  • Ponto positivo: Tirar a exclusividade tende a reduzir o custo dos portos e otimizar a mão-de-obra. O sistema de trabalho do OGMO é completamente obsoleto e precisa, urgentemente, ser modernizado. Exclusividade não é bom para ninguém. Isso fará com que aumente a contratação por parte dos portos, o que nada impede que os mesmos sejam contratados.

    FERNANDO ANDRADE DE MELLO 27/09/2025
    1
  • Ponto positivo: O principal ponto é acabar com a reserva de mão de obra na mão de uma pequena categoria. Tenho um exemplo no meu trabalho: Um estivador ficou 20 anos trabalhando em plataforma.Quando foi demitido,simplesmente entrou no OGMO e "reativou" o registro voltando a trabalhar normalmente,ou seja, tirou uma vaga por 20 ANOS!!!!! de alguem que realmente estaria precisando de um emprego.

    CLAUDIO MANOEL SIMOES AMARAL 21/08/2025
    6
  • Ponto negativo: Os pontos negativos são inúmeros: precarização do trabalho portuário, extinção de categorias e a privatização das autoridades portuárias, cuja a principal função é fiscalizar as operações portuárias. Não se enganem com a desculpa da "modernização", a intenção aqui é bem clara: muito dinheiro no bolso dos empresários e migalhas pro trabalhador.

    DAMIA CAROLINE DOS SANTOS NUNES 27/05/2025
    12
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 4916/2026

    Altera a Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994, o Estatuto da Advocacia, para permitir que os ocupantes de cargo efetivo ou em comissão do Poder Judiciário possam advogar, desde que não seja contra a Fazenda Pública que os remunere ou perante a esfera do Poder Judiciário em que atuem como ocupantes de tais cargos.

  3. PL 3738/2026

    Dispõe sobre medidas de valorização dos militares das Forças Armadas e dá outras providências.

  4. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  5. PL 4952/2026

    Transforma os Centros Federais de Educação Tecnológica de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, respectivamente, na Universidade Federal de Ciência e Inovação de Minas Gerais e na Universidade Federal de Ciência e Inovação do Rio de Janeiro, e altera a Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008

  6. PL 5060/2026

    Altera a redação do inciso XIV do art. 6º da Lei nº 7.713, de 22 de dezembro de 1988, para substituir a expressão "espondiloartrose anquilosante" por "espondilite anquilosante", adequando a terminologia ao consenso médico-científico vigente.