Enquete da PEC 8/2025

Resultado

Resultado parcial desde 25/02/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 97.760 97%
Concordo na maior parte 1.993 2%
Estou indeciso 31 0%
Discordo na maior parte 105 0%
Discordo totalmente 590 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Só compreende o peso incessante da escala 6x1 quem trabalha nesse regime. São horas a fio de transporte até o trabalho, fora as 8h de trabalho propriamente dito. Não há vida. Queremos vida além do trabalho!

VINICIUS HERDY MOURA 25/02/2025
12175

Possivelmente haverá empresas que se aproveitarão desta pauta para gerar ondas de desemprego. Mas o mercado se equilibra.

VINICIUS HERDY MOURA 25/02/2025
3664

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 1008 encontrados.

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  • Ponto positivo: A redução de horas trabalhadas mantendo a mesma remuneração cria um desequilíbrio entre orçamento e produtividade. Isso pode gerar pressão sobre os funcionários para produzirem em 5 dias o que fariam em 6 ou pode levar ao corte de gastos com demissões aumentando o desemprego. Dito isso, sou totalmente a favor.

    ANTONIO CARLOS DA SILVA 16/04/2026
    0
  • Ponto positivo: qualidade de vida dignidade humana tempo para lazer saude chega de exploraçao

    JULIO CEZAR CURY 15/04/2026
    0
  • Ponto positivo: Pelo o que eu entendi, é um ponto positivo. Socialmente falando, a redução da escala vai melhorar a saúde pública e tornar a vida dos trabalhadores menos cansativa, além de afetar diretamente a eficiência dos trabalhadores. Como pauta social, isso é bom, traz satisfação pra população. Economicamente falando, as empresas vão ter que pagar mais funcionários para completar a mesma carga horária da escala anterior. O custo com salários vai ser maior, mas vai ter mais vagas de emprego e eficiência.

    JOAO FERNANDES SALVIANO DA SILVA 11/04/2026
    0
  • Ponto positivo: O risco é conhecido: aumento de custos sem ganho real de eficiência, incentivo à informalidade, compressão salarial indireta e transferência do ônus justamente para quem se pretende proteger. Qualidade de vida não se cria por decreto. Ela exige crescimento econômico, investimento em tecnologia, qualificação profissional e ambientes de trabalho organizados. Sem isso, a redução formal da jornada tende a se tornar mais um arranjo bem-intencionado com efeitos perversos no médio prazo.

    HELEN BARBOSA ORTOLANI 23/03/2026
    1
  • Ponto negativo: Países: Islândia e Reino Unido provaram que reduzir a jornada funciona adotando a regra:100% do salário, 80% do tempo e 100% de produtividade. O sucesso foi cortar reuniões inúteis e usar tecnologia para otimizar tarefas. O resultado? O faturamento das empresas subiu, o Burnout despencou e 92% das companhias mantiveram o modelo. O foco mudou de "horas sentado" para "resultados entregues", provando que funcionários descansados produzem mais e melhor para a economia. Negativo é não fazer igual.

    KELLY PAULA PEREIRA RIBEIRO 17/03/2026
    1
  • Ponto positivo: ?O fim da escala 6x1 e a adoção do modelo 4x3 é um marco de dignidade. Reduzir a jornada semanal devolve o tempo de vida: permite cuidar da saúde, resolver pendências bancárias e estar presente com a família sem exaustão. Menos estresse significa mais saúde mental e produtividade real. Além disso, as empresas passam a contratar mais para suprir a demanda, gerando empregos e girando a economia. Trabalhar para viver, com equilíbrio e humanidade, é o futuro que precisamos.

    KELLY PAULA PEREIRA RIBEIRO 17/03/2026
    1
  • Ponto negativo: A política não pode passar os anos apenas pensando em eleições , há a necessidade de análises de matérias como está. Será ótimo e valoroso que os trabalhadores estejam mais em suas casas, mas deve-se olhar para as pequenas empresas , os custos são altos e teremos que continuar funcionando, com maiores despesas, será que conseguiremos ? Poderemos automatizar para reduzir custos ? Estão pensando deputados em uma contrapartida para esse desembolso maior? Os preços , podem subir? Estudem bem!

    DIEGO JOSE BRANDAO VIEIRA 05/03/2026
    2
  • Ponto positivo: No mercado atual, o fim da escala 6x1 sem cortar custos do salário do trabalhador, vai fazer com que muitos, que antes trabalhavam apenas para sobrevivência, passem a ver suas folgas como um momento para cuidar de si e de sua família, algo humano. É fácil dizer que o Brasil vai colapsar com o pobre tendo um dia a mais de folga, mas, se até hoje o país se mantem com tantos políticos fazendo um trabalho de no máximo 3 dias por semana, por que o povo não pode ter 24 horas a mais para respirar?

    SYLVIA HELENA BASTOS ANTUNES 02/03/2026
    0
  • Ponto positivo: O fim da escala 6x1 é, acima de tudo, um resgate da dignidade humana. Ter apenas um dia de folga transforma o descanso em uma corrida exaustiva para resolver pendências, impedindo o lazer real e o convívio familiar. Ninguém deveria ser apenas uma engrenagem; precisamos de tempo para viver, e não apenas para sobreviver ao trabalho. Humanizar a jornada é reduzir o esgotamento e garantir que o trabalhador tenha saúde e presença na vida de quem ama. O tempo é o nosso bem mais precioso.

    DARLYSON BRUNO GOMES DA SILVA 24/02/2026
    1
  • Ponto positivo: Não existe pontos negativos, a narrativa que vai gerar altas demissões é de grupos econômicos que continuam a explorar o capital humano dando a mínima pra sua saúde e e sanidade! Discurso desses Liberais que só falam do "EUA melhor pais do mundo" mas que escraviza os trabalhadores em jornadas extenuantes e exploratórias. Devemos seguir modelos europeus que VALORIZAM AS PESSOAS - FIM DA ESCALA 6X1!

    RUDINEI PEREIRA DIAS 20/02/2026
    2
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  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  6. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.