Enquete do PL 508/2025

Resultado

Resultado parcial desde 18/02/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 16 2%
Concordo na maior parte 2 0%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 17 3%
Discordo totalmente 619 95%

O que foi dito

Pontos mais populares

Ele acaba com a Lei Rouanet

CESAR MATEUS PEREIRA 15/07/2025
14

Ele acaba com a Lei Rouanet, destinada para a Cultura e não reforma de Presídios.

AFONSO AUGUSTO BORGES FILHO 15/07/2025
81

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 21 encontrados.

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  • Ponto negativo: Vamos tirar os artistas do trabalho e colocá-los em presídios? Esse é o projeto da direita? Cidadãos submissos, sem pensamento crítico e sem lazer? Que tal taxar os parasitas bilionários?

    ANDERSON PHELIPE DE MORAES ELIAS 17/10/2025
    0
  • Ponto negativo: É uma proposta ideológica que não resolve a dinâmica punitivista de um sistema jurisdicional implantado que pauta sua práxis pelo vigiar e punir e não pela readequação do indivíduo a sociedade. Sabemos que uma sociedade mais justa e socialmente mais igualitária só se constrói com educação e a valorização da cultura. É fundamental o investimento estatal em cultura para construção de uma sociedade que tenha esclarecimento sobre o meio em que está inserido, inclusive. Não é gasto, é investimento!

    ROBERTO PESTANA AUGUSTO 17/10/2025
    0
  • Ponto negativo: Iniciativa infeliz e tendenciosa. Usando um problema de segurança pública para atacar a cultura. intenção clara e manifesta de prejudicar a economia da industria do entretenimento que gera muito emprego. Preferem melhorar o sistema carcerário do que melhorar o acesso a cultura que gera muitas oportunidades, e muda a vida de muita gente pobre. Talvez seja essa a intenção, tirar a oportunidade pra que o ingresso ao sistema carcerário fique mais próximo do pobre. Vergonha - cultura, + presos!

    IGOR SOARES DOS SANTOS 24/07/2025
    4
  • Ponto negativo: Isso é mais um ataque à cultura! Está claro que quem propõe uma insanidade dessas nem sabe como funciona a Lei de Incentivo à Cultura e o Sistema Nacional de Cultura. Só querem atacar e se autopromover.

    CIBELE DONATO DOS REIS 21/07/2025
    4
  • Ponto negativo: Essa Lei visa única e exclusivamente extinguir com a lei Rouanet e enfraquecer a cultura por puro viés ideológico. Como sempre os deputados brasileiros, legislam apenas em causa própria desconhecendo o quão importante é lei para a indústria criativa. Indústria criativa gera empregos e movimenta a economia. Mas mexer nas regalias que eles têm, ninguém propõe.Cada deputado custa em torno de 5 milhões anualmente e trabalham apenas 3 dias por semana e ainda legislando em causa própria.

    LUCAS ROCHA GARCIA 18/07/2025
    7
  • Ponto negativo: Não se trata de proteger presídios, mas de atacar a cultura. O verdadeiro alvo dos deputados é a Lei Rouanet e os projetos culturais que ela viabiliza por meio da renúncia fiscal. A segurança nos presídios é pretexto. Por que não propõem buscar esses recursos, por exemplo, no agronegócio? A cultura gera empregos, renda, impostos, bem-estar e impacto social. Só um Congresso que legisla em causa própria é incapaz de compreender o quanto a CULTURA pode contribuir para o desenvolvimento de um país.

    RITA DE CASSIA MIRANDA MENEZES 17/07/2025
    9
  • Ponto negativo: Os senhores deputados parecem desconhecer totalmente o sistema de renúncias fiscais, que passa por vários setores da economia, como o etor automobilístico e o setor financeiro, que recebem mais incentivos fiscais e ofertam menos emprego que a economia criativa. Por outro lado, entendem que a Lei Rouanet é só para o entretenimento, sem pensar que gera empregos e renda a milhões de brasileiros e o produto, não é só consumismo, mas é gerador e mantenedor da identidade brasileira.

    RODRIGO HILDEBRAND ROBLENO 17/07/2025
    6
  • Ponto negativo: Ele quer acabar com o incentivo a cultura , pra melhorar a sociedade carente de cultura Acabar com trabalhos e oportunidades que já sao poucas Nao existe sentido

    FILIPE GOMES TEOFILO 17/07/2025
    8
  • Ponto negativo: Não é cortando recursos da cultura que vamos resolver a crise carcerária ou a violência. Pelo contrário: é fortalecendo cultura, educação e políticas públicas de base que se constrói um país mais seguro, justo e menos desigual.

    CAIO NERY CARNEIRO 17/07/2025
    7
  • Ponto negativo: O orçamento destinado à Rouanet não supera os 0,5% do orçamento do total de renúncias e essa troca de destinação simplesmente não faz sentido. O projeto não é sobre destinação de orçamento, é sobre sabotar a cultura nacional.

    DIEGO DE SOUSA REBELLO 17/07/2025
    4
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  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PDL 849/2026

    Susta, em sua integralidade, os efeitos da Resolução nº 491, de 4 de maio de 2026, do Conselho Nacional de Seguros Privados - CNSP, que estabelece as normas gerais aplicáveis às operações de proteção patrimonial mutualista.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  6. PL 2188/2026

    O Projeto de Lei 2188/26 estabelece o valor máximo de R$ 250 para a anuidade cobrada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A proposta também fixa limites para as contribuições arrecadadas pelos demais conselhos profissionais. Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, as anuidades não poderão passar de R$ 250 para profissionais de nível superior e R$ 125 para nível técnico. Para empresas, os valores vão de R$ 250 a R$ 2.000, conforme o capital social. A proposta altera o Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94) e a Lei 12.514/11, que trata das contribuições para conselhos profissionais. Todos os valores poderão ser corrigidos anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Cobrança e disparidade O Estatuto da Advocacia hoje não prevê teto para as anuidades. A Lei 12.514/11 fixou R$ 500 para o nível superior e R$ 250 para o nível técnico – valores que, corrigidos pelo INPC até julho de 2026, chegam a R$ 1.135,61 e R$ 567,81. Segundo o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), autor do projeto, a ideia é evitar cobranças excessivas sobre trabalhadores. Na justificativa apresentada, ele afirmou que reduzir e limitar tributos e contribuições é uma medida de justiça social. Kataguiri disse ainda que a ausência de teto legal gerou distorções na advocacia após o Supremo Tribunal Federal (STF) entender que a OAB não precisa seguir a regra dos demais conselhos, com seccionais cobrando anuidades próximas a R$ 1.000. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei