Enquete do PL 387/2025

Resultado

Resultado parcial desde 11/02/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 52 100%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Tomo o escitalopram ha 10 anos e só eu sei o quanto gasto por mês.. muito caro para uso contínuo.. sem contar q a cada dois meses precisa renovar a receita. Isso tb deveria ser mudado.. o paciente ser cadastrado para receber esse remédio por pelo menos um ano sem precisar renovar receita.. essa lei vai ajudar e muito por um lado - lado financeiro.

PRISCILA REGINA GUIMARAES 08/06/2025
6

Não há, é medicamento para o tratamento de saude mental para quem mais precisa.

GUSTAVO HENRIQUE KLEIN CRESTAN 27/07/2025
3

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 11 encontrados.

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  • Ponto negativo: A retirada do parágrafo que garante a inclusão dos medicamentos pela deputada Meire Serafim (União-AC). É UM ABSURDO. Deputada CONTRA O POVO

    LUCIA TEIXEIRA DE FREITAS 06/03/2026
    0
  • Ponto positivo: Faço tratamento contínuo com a Venlafaxina há muitos anos e este é o único medicamento que estabilizou a minha depressão, NÃO tenho alternativas que funcionam. O valor dele é muito caro e é muito difícil manter o tratamento quando estou desempregada, causando recaída que me impede de voltar a trabalhar e viver com qualidade. Temos que ter direito a viver com saúde mental sem ter o tratamento que funciona interrompido por falta de condições financeiras para mantê-la.

    ELAINE CRISTINA DA SILVA COSTA 06/03/2026
    0
  • Ponto negativo: Não há ponto negativo. Somente a demora na tramitação em algo que é tão urgente e que faz mtos sofrerem.

    ALEXANDRA SILVA ALMEIDA 02/02/2026
    0
  • Ponto positivo: A população brasileira está mentalmente adoecido e tratamentos psiquiátricos infelizmente é um luxo para maioria dos cidadãos. Oferecer mais alternativas de medicamentos com melhores tecnologias é um grande passo para dignidade das pessoas. Medicamentos psiquiátricos salvam vidas, devolvem sentido e razão para existir e acreditar. Que seja aprovado e pessoas consigam se tratar adequadamente.

    ALEXANDRA SILVA ALMEIDA 02/02/2026
    0
  • Ponto positivo: Tomo venlafaxina a dois anos e por mais de uma vez precisei parar de tomar por condições financeiras. Há diversas pesquisas que compravam os efeitos devastadoras da abstinência em psicotrópico, leis como essa são de suma importância para a população em situação de vulnerabilidade social, infelizmente elas são pouco debatidas porque o nosso cenário político está mais preocupado em anistia para golpistas.

    EMANUELA DE SOUZA MONTEIRO 18/12/2025
    1
  • Ponto positivo: O Brasil foi considerado o país mais ansioso do mundo. Pessoas de todas as classes sociais, profissões, etc., estão cada vez mais infelizes, depressivas, com diagnósticos diversos e muitas vezes necessitam de medicações que não tem no SUS. Eu tomo 3, e uma boa parte do dinheiro vai para a compra delas. Se essa lei for aprovada, seria um grande avanço para a saúde mental no Brasil.

    FERNANDA KELLY DE ASSIS FREITAS 03/12/2025
    0
  • Ponto positivo: Os medicamentos em questão são essenciais para os tratamentos psiquiátricos, com mecanismos de ação mais modernos, gerando menos efeitos colaterais que os tradicionais causam; melhorando e muito a qualidade de vida de vários cidadãos que sofrem com transtornos mentais, tão atuais no mundo moderno

    LEANDRO TEIXEIRA CARVALHO DE OLIVEIRA 27/07/2025
    2
  • Ponto negativo: Não há, é medicamento para o tratamento de saude mental para quem mais precisa.

    GUSTAVO HENRIQUE KLEIN CRESTAN 27/07/2025
    3
  • Ponto positivo: Já tomei venlafaxina e sei o quão caro é mesmo com desconto de convênio. Hoje tomo a desvenlafaxina, que infelizmente não consta no projeto, mas o fornecimento dos outros medicamentos é um gigantesco passo a ser dado.

    GUSTAVO HENRIQUE KLEIN CRESTAN 27/07/2025
    2
  • Ponto positivo: Tomo venlafaxina anos e isso vai ser muito bom pra minha economia

    GABRIEL ROCHA CAMPANHA 13/06/2025
    2
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  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

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    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. INC 515/2026

    Requer o envio de indicação à Ministra de Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) para que promova a convocação dos candidatos excedentes aprovados para o cargo de Auditor Fiscal do Trabalho (AFT) no Concurso Nacional Unificado 1 (CNP1), e também para convocação dos aprovados nos cargos de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD), e Analista Técnico de Desenvolvimento Socioeconômico (ATDS) no Concurso Público Unificado 2 (CNP2).

  6. PL 824/2026

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