Enquete da PEC 2/2025

Resultado

Resultado parcial desde 06/02/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 56 23%
Concordo na maior parte 11 5%
Estou indeciso 2 1%
Discordo na maior parte 11 5%
Discordo totalmente 153 66%

O que foi dito

Pontos mais populares

O Brasil precisa passar por uma atualização administrativa.

JOSE LUIZ DA SILVA 07/02/2025
16

É uma medida oportunista, que desequilibra a democracia, por concentrar poder em deputados, que na maioria das vezes agem em prol dos interesses pessoais e dos grupos que sustentam seu cargo, com pouco compromisso com o desenvolvimento do país e o bem-estar do povo. Apesar do fim da monarquia, a formação histórica do Brasil, seu tamanho e diversidade exigem uma figura que exerça coesão, possa definir os rumos do Estado, gerir a administração federal e vetar projetos de lei.

JUVANI LAGO SATURNO 10/02/2025
31

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 31 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: O Semipresidencialismo é o meio-termo entre o Presidencialismo e o Parlamentarismo (que não deu certo no período republicano).

    MIGUEL BATISTA SILVA 31/10/2025
    0
  • Ponto positivo: Esta é a oportunidade que o parlamento brasileiro tem, para mostrar que não esta contra a classe trabalhadora ...

    WILLIAN EMIDIO FIRMINO 10/07/2025
    0
  • Ponto positivo: A maioria da população brasileira não sabe no que está votando, não sabe como funciona o presidencialismo, quais são as grandes desvantagens dessa forma de governo. Essa gente dizendo que o SEMIPRESIDENCIALISMO vai concentrar o poder nas mãos dos deputados e do Poder Legislativo. Pelo contrário, o Poder Executivo e Legislativo vão dividir as responsabilidades para criarem uma estabilidade política. Essa estabilidade ajudará na produtividade e acelerar o fim das crises executivas e legislativas.

    ALEFFE GOMES MENDES 18/06/2025
    2
  • Ponto positivo: O Brasil está precisando de uma mudança profunda e estrutural. Tem gente fazendo opiniões negativas sobre essa PEC, falando que o povo brasileiro votou "SIM" para o PRESIDENCIALISMO no plebiscito de 1993. Essa gente não sabe nada da história da política brasileira. A maioria, ou quase todos os presidentes que nós tivemos foram presidentes fracos sem autonomia, escravos do partido afiliado ou do Congresso. Lula e Bolsonaro são bons exemplos de falta de autonomia e eficiência do presidencialismo.

    ALEFFE GOMES MENDES 18/06/2025
    2
  • Ponto negativo: PEC Inconstitucional e ilegítima. O sistema presidencialista foi consagrado pelo voto popular e não pode ser revogado por uma canetada de parlamentares votando em causa própria. Além disso, o voto distrital, que também consta na PEC, serve apenas aos coronéis locais, Prefeitos e Deputados, que querem garantir o seu curral eterno nas suas cidadezinhas, impedindo qualquer renovação política e transformando a democracia numa ficção. A PEC deve ser completamente rejeitada. Não tem pontos positivos

    MIGUEL DOS SANTOS LOPES 18/04/2025
    0
  • Ponto positivo: O povo deve ser consultado por um plebiscito, se não for assim, é um novo modelo de GOLPE. O congresso já consegue sequestrar 50 bilhões do orçamento e SE RECUSA dar transparência, mas o presidente tem q detalhar os " gastos" Votem sobre o fim da escala 6x1 já que agora os senhores terão 1x6! Votem sobre o fim dos supersalários e todos penduricalhos do congresso e do judiciário! Isenção de IR pra quem ganha até 5k e colocar quem ganha acima de 50k / dividendos pra pagar IR SEM ANISTIA !

    KARIN RASP 19/02/2025
    2
  • Ponto negativo: Sinto que essa pec fará muito atrito entre o executivo e o congresso, onde a maioria com congresso irá querer alguém que o represente, e o executivo não irá aceitar. Com a câmara tendo mais poder assim colocando alguém no executivo, criando mais atrito com o presidente e o primeiro ministro. Já que o primeiro ministro com quase total certeza que será escolha da Câmara. Por fim isso será irá cria muita guerra entre o próprio executivo por dentro e o congresso.

    CESAR FAUSTINO DE PAULA 18/02/2025
    1
  • Ponto negativo: A PEC em questão contraria a vontade popular dado que a maioria do povo brasileiro já optou em Plebiscito pelo PRESIDENCIALISMO. A proposta de PEC desequilibra a harmonia entre os 3 Poderes, e sugere o voto distrital, adotado pelos EUA, sendo que esse tipo de voto não garante a eleição do candidato mais votado pelos eleitores americanos. Até mesmo a definição da data para posse do presidente na proposta segue os moldes estadunidenses. Nosso modelo de eleição e tripartição já é suficiente.

    JULLIANA CUTOLO TORRES 17/02/2025
    3
  • Ponto negativo: Art. 80. Compete privativamente ao Presidente da República: dissolver a Câmara dos Deputados, na hipótese de grave crise política e institucional, ouvido o Conselho da República e o Conselho de Defesa, e convocar eleições extraordinárias em sessenta dias; Uma PEC que cria a possibilidade da câmara ser dissolvida pelo presidente da república não parece coerente se falando de uma democracia. Sendo que ainda dependerá de análise de Ministros indicados pelo presidente.

    PAULO CESAR RODRIGUES DA ROSA JUNIOR 14/02/2025
    1
  • Ponto negativo: A Matéria da Câmara: "No semipresidencialismo, o presidente da República continuaria a ser eleito por meio do voto direto majoritário, mas dividiria o poder com um primeiro-ministro. Este seria escolhido entre os deputados, indicado pelos partidos com maioria na Câmara." E a PEC está em discordância. 80. Compete privativamente ao Presidente da República: I — nomear e exonerar o Primeiro Ministro e, por proposta deste, os Ministros de Estado;

    PAULO CESAR RODRIGUES DA ROSA JUNIOR 14/02/2025
    2
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PLP 439/2017

    Altera a Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, para disciplinar o processo de equacionamento de planos de previdência complementar deficitários, e dá outras providências.

  4. PL 2332/2022

    Altera a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (Estatuto do Servidor Público Federal), para permitir que servidor público possa ser microempreendedor individual (MEI).

  5. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  6. PL 3015/2025

    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei