Enquete da PEC 2/2025

Resultado

Resultado parcial desde 06/02/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 50 22%
Concordo na maior parte 10 4%
Estou indeciso 2 1%
Discordo na maior parte 11 5%
Discordo totalmente 152 68%

O que foi dito

Pontos mais populares

O Brasil precisa passar por uma atualização administrativa.

JOSE LUIZ DA SILVA 07/02/2025
14

É uma medida oportunista, que desequilibra a democracia, por concentrar poder em deputados, que na maioria das vezes agem em prol dos interesses pessoais e dos grupos que sustentam seu cargo, com pouco compromisso com o desenvolvimento do país e o bem-estar do povo. Apesar do fim da monarquia, a formação histórica do Brasil, seu tamanho e diversidade exigem uma figura que exerça coesão, possa definir os rumos do Estado, gerir a administração federal e vetar projetos de lei.

JUVANI LAGO SATURNO 10/02/2025
31

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 31 encontrados.

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  • Ponto positivo: O Semipresidencialismo é o meio-termo entre o Presidencialismo e o Parlamentarismo (que não deu certo no período republicano).

    MIGUEL BATISTA SILVA 31/10/2025
    0
  • Ponto positivo: Esta é a oportunidade que o parlamento brasileiro tem, para mostrar que não esta contra a classe trabalhadora ...

    WILLIAN EMIDIO FIRMINO 10/07/2025
    0
  • Ponto positivo: A maioria da população brasileira não sabe no que está votando, não sabe como funciona o presidencialismo, quais são as grandes desvantagens dessa forma de governo. Essa gente dizendo que o SEMIPRESIDENCIALISMO vai concentrar o poder nas mãos dos deputados e do Poder Legislativo. Pelo contrário, o Poder Executivo e Legislativo vão dividir as responsabilidades para criarem uma estabilidade política. Essa estabilidade ajudará na produtividade e acelerar o fim das crises executivas e legislativas.

    ALEFFE GOMES MENDES 18/06/2025
    1
  • Ponto positivo: O Brasil está precisando de uma mudança profunda e estrutural. Tem gente fazendo opiniões negativas sobre essa PEC, falando que o povo brasileiro votou "SIM" para o PRESIDENCIALISMO no plebiscito de 1993. Essa gente não sabe nada da história da política brasileira. A maioria, ou quase todos os presidentes que nós tivemos foram presidentes fracos sem autonomia, escravos do partido afiliado ou do Congresso. Lula e Bolsonaro são bons exemplos de falta de autonomia e eficiência do presidencialismo.

    ALEFFE GOMES MENDES 18/06/2025
    2
  • Ponto negativo: PEC Inconstitucional e ilegítima. O sistema presidencialista foi consagrado pelo voto popular e não pode ser revogado por uma canetada de parlamentares votando em causa própria. Além disso, o voto distrital, que também consta na PEC, serve apenas aos coronéis locais, Prefeitos e Deputados, que querem garantir o seu curral eterno nas suas cidadezinhas, impedindo qualquer renovação política e transformando a democracia numa ficção. A PEC deve ser completamente rejeitada. Não tem pontos positivos

    MIGUEL DOS SANTOS LOPES 18/04/2025
    0
  • Ponto positivo: O povo deve ser consultado por um plebiscito, se não for assim, é um novo modelo de GOLPE. O congresso já consegue sequestrar 50 bilhões do orçamento e SE RECUSA dar transparência, mas o presidente tem q detalhar os " gastos" Votem sobre o fim da escala 6x1 já que agora os senhores terão 1x6! Votem sobre o fim dos supersalários e todos penduricalhos do congresso e do judiciário! Isenção de IR pra quem ganha até 5k e colocar quem ganha acima de 50k / dividendos pra pagar IR SEM ANISTIA !

    KARIN RASP 19/02/2025
    2
  • Ponto negativo: Sinto que essa pec fará muito atrito entre o executivo e o congresso, onde a maioria com congresso irá querer alguém que o represente, e o executivo não irá aceitar. Com a câmara tendo mais poder assim colocando alguém no executivo, criando mais atrito com o presidente e o primeiro ministro. Já que o primeiro ministro com quase total certeza que será escolha da Câmara. Por fim isso será irá cria muita guerra entre o próprio executivo por dentro e o congresso.

    CESAR FAUSTINO DE PAULA 18/02/2025
    1
  • Ponto negativo: A PEC em questão contraria a vontade popular dado que a maioria do povo brasileiro já optou em Plebiscito pelo PRESIDENCIALISMO. A proposta de PEC desequilibra a harmonia entre os 3 Poderes, e sugere o voto distrital, adotado pelos EUA, sendo que esse tipo de voto não garante a eleição do candidato mais votado pelos eleitores americanos. Até mesmo a definição da data para posse do presidente na proposta segue os moldes estadunidenses. Nosso modelo de eleição e tripartição já é suficiente.

    JULLIANA CUTOLO TORRES 17/02/2025
    3
  • Ponto negativo: Art. 80. Compete privativamente ao Presidente da República: dissolver a Câmara dos Deputados, na hipótese de grave crise política e institucional, ouvido o Conselho da República e o Conselho de Defesa, e convocar eleições extraordinárias em sessenta dias; Uma PEC que cria a possibilidade da câmara ser dissolvida pelo presidente da república não parece coerente se falando de uma democracia. Sendo que ainda dependerá de análise de Ministros indicados pelo presidente.

    PAULO CESAR RODRIGUES DA ROSA JUNIOR 14/02/2025
    1
  • Ponto negativo: A Matéria da Câmara: "No semipresidencialismo, o presidente da República continuaria a ser eleito por meio do voto direto majoritário, mas dividiria o poder com um primeiro-ministro. Este seria escolhido entre os deputados, indicado pelos partidos com maioria na Câmara." E a PEC está em discordância. 80. Compete privativamente ao Presidente da República: I — nomear e exonerar o Primeiro Ministro e, por proposta deste, os Ministros de Estado;

    PAULO CESAR RODRIGUES DA ROSA JUNIOR 14/02/2025
    2
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  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).

  6. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei