Enquete do PL 294/2025

Resultado

Resultado parcial desde 05/02/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.665 99%
Concordo na maior parte 17 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 3 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

A aprovação do projeto que reconhece a esclerose múltipla como deficiência e cria a PANEM é medida urgente e constitucional. A doença impõe limitações reais e duradouras, enquadrando-se nos critérios da Lei nº 13.146/2015. O projeto assegura direitos, promove equidade, fortalece o SUS e garante atenção integral à saúde. É resposta jurídica legítima aos princípios da dignidade, inclusão e igualdade, e essencial à promoção da justiça social e da cidadania plena.

GERMANO DOMINGUES TEIXEIRA NETO 30/04/2025
109

Meu filho é menor de idade e portador de esclerose múltipla, percorremos um caminho muito difícil até o diagnóstico, e p conseguir medicações de alta eficácia, temos que pegar advogado e lutar p provar a necessidade, enquanto isso a doença vai evoluindo. A grande maioria desconhece do que se trata realmente. O pré conceito é muito grande.

LUCIMARA DE LIMA DYLAI 25/05/2026
28

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Exibindo resultados 1 a 10 de 33 encontrados.

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  • Ponto negativo: Não adianta absolutamente nada esse projeto de lei após a alteração e inclusão do §4º, segundo o qual: As pessoas com esclerose múltipla são consideradas pessoas com deficiência, se atendidos os requisitos do caput”. Na prática, está a mesma coisa que acontece hoje em dia! As dificuldades diárias, as tidas como invisíveis, continuarão existindo e nosso direito não. Só quem tem sabe o que é a fadiga diária, dor crônica e diversas internações pra cuidar dos surtos! Lamentável. Perdeu o propósito.

    MORGANA CALIXTO DOURADO 10/06/2026
    1
  • Ponto negativo: Votei a favor do texto original, essa parte do texto que inclui tanta burocracia, só serve pra gerar filas. Quando me comentaram achei absurdo e resolvi me manifestar. Antes de votar, vocês mesmos deixam claro nossos sintomas. Visíveis e invisíveis. Difícil comprovar fadiga crônica, por exemplo, preconceito no trabalho. Difícil fazer um concurso sabendo que provavelmente não seremos aprovados no exame médico. Mas não podemos entrar nas vagas pcd. Nos ajudem!! Por menos burocracia!!

    GESSICA DE OLIVEIRA MOTTA 08/06/2026
    4
  • Ponto negativo: Queridos políticos, com todo respeito: vocês estão de palhaçada com a nossa cara? A ideia dessa lei era desburocratizar a EM, fazendo com o que o diagnóstico bastasse para reconhecer deficiência. Com a emenda do artigo 4o, absolutamente NADA muda na nossa situação. Estudem um pouco: a EM é uma doença degenerativa em CEM POR CENTO dos casos, com a maior parte dos pacientes tendo diversos sintomas silenciosos. Tomem vergonha na cara e voltem para o texto e para a ideia original do PL.

    JULIANA MARQUESI FEDERICO 06/06/2026
    4
  • Ponto positivo: Sou portadora de Esclerose Múltipla desde 2004 e apoio integralmente este Projeto de Lei. Convivo há mais de 20 anos com uma doença neurológica, autoimune, degenerativa e incapacitante, que muitas vezes é invisível aos olhos da sociedade. Enfrento diariamente fadiga, dores, alterações visuais, limitações físicas e emocionais. O reconhecimento dos direitos das pessoas com Esclerose Múltipla representa dignidade, inclusão, proteção social e respeito à nossa realidade. Este projeto traz esperança.

    APARECIDA ANGELICA DE SOUSA FRAGA 06/06/2026
    1
  • Ponto negativo: Ao nos reconhecer legalmente como PcD, o projeto acaba (em partes) com aquela luta exaustiva para provar as nossas limitações. Isso garante, de forma justa, o acesso a vagas afirmativas no mercado de trabalho e as adaptações necessárias para continuarmos produzindo.

    VIVIANE BARBOSA DA SILVA 29/05/2026
    4
  • Ponto positivo: Quem convive com a Esclerose Múltipla sabe que cada dia traz um desafio diferente. A imprevisibilidade dos surtos e os sintomas invisíveis — como a fadiga extrema e as dores crônicas — exigem de nós uma força gigante todos os dias. Mas ter essa condição não define o nosso fim; com o tratamento certo e uma rede de apoio, nós podemos, sim, ter uma vida ativa, feliz, cheia de planos e conquistas.É exatamente por isso que o PL 294/2025 é tão urgente. Ele traz o amparo que a gente precisa !

    VIVIANE BARBOSA DA SILVA 29/05/2026
    6
  • Ponto positivo: Queremos respeitos dos orgaos

    ROSILENE DE OLIVEIRA 28/05/2026
    6
  • Ponto positivo: Mais assistência para nós com esclerose multipla

    ROSILENE DE OLIVEIRA 28/05/2026
    5
  • Ponto positivo: Eu,sinceramente estou cansada de nao conseguir nada pelo Sus.

    ROSILENE DE OLIVEIRA 28/05/2026
    6
  • Ponto positivo: Um dos pontos negativos do PL 294/2025 é que, mesmo com o reconhecimento da esclerose múltipla como deficiência, muitas pessoas ainda podem enfrentar dificuldades para encontrar tratamento adequado, principalmente em cidades menores e regiões com pouca estrutura de saúde. A falta de especialistas, medicamentos e atendimento rápido pode limitar os benefícios práticos da lei para os pacientes.

    ROZILENE ALVES DOS SANTOS CABETE 27/05/2026
    3
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.