Enquete do PDL 3/2025

Resultado

Resultado parcial desde 03/02/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 311 16%
Concordo na maior parte 11 1%
Estou indeciso 5 0%
Discordo na maior parte 10 1%
Discordo totalmente 1.513 82%

O que foi dito

Pontos mais populares

NÃO EXISTE, PELO AMOR DE DEUS!! UMA CRIANÇA NÃO TEM O CORPO ADEQUADO PARA DAR A LUZ A UM BEBÊ!!! não sabem o básico de biólogia? Pessoa com uma base rasa de conhecimento sobre o corpo feminino, quando opina da nisso. Vou dizer de forma simples para entendimento, não é porque alguém pode engravidar, que ela poder ter uma criança.

EVELLY LAURINDA DOS SANTOS 06/11/2025
296

Um absurdo que as pessoas acreditem que parar essa resolução seja algo bom. A criança violentada vai ter que carregar uma gestação, não somente indesejada mas também traumática e resultado de um crime hediondo do qual foi vítima, e agora querem OBRIGAR a criança a prosseguir com isso? Gestação já é difícil pra mulheres adultas que a queriam e a entendem, imagine só pra uma criança, que nem queria e nem entende? Absurdo.

ISIS STEPHANIE DE SOUZA COSTA 10/09/2025
395

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 83 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Esse PL prova como temos legisladores que odeiam a infância e o pobre, e tudo o que é feminino querem ter controle. Não estamos no Conto da Aia. Deixem a religião de vocês fora da política.

    ANA PAULA DAVID MENDONCA 22/01/2026
    12
  • Ponto negativo: Em pleno século 21, essa proposta é um retrocesso absurdo. Não existe nenhum ponto positivo, estão tentando desconsiderar as vítimas, mais um vez retirando seus direitos, isso só benéfico para criminosos, que terão mais acessos a crianças vulneráveis. É um absurdo, é uma tortura institucionalizada, cada um passo para frente são dois para trás. O Brasil nunca vai ser um país que acolhe pessoas vítimas desse crime tão terrível.

    EMANUELI CORDEIRO DE ARAUJO 21/01/2026
    13
  • Ponto negativo: Um absurdo, e até pode ser chamado de retrocesso! Não vejo preocupação a tempos sobre a segurança da saúde mental das crianças e adolescentes, mas na primeira oportunidade de poder revogar qualquer autonomia e escolha que elas e os responsáveis podem ter, vocês não pensam duas vezes. É uma vergonha sem cabimento, e falando diretamente com os responsáveis deste projeto desumano, saibam que o povo ainda pensa e esclareço que não duvidem da capacidade de questionarmos e rejeitá-los profusamente.

    LETICIA DE SOUZA SANTOS 20/01/2026
    16
  • Ponto negativo: Não existe ponto positivo nisso! Como que é possível esse congresso desmoralizar e desumanizar vidas de meninas?! Não é porque o corpo dela está se adaptando para ter uma gestação, que ela deva ter uma! Criança NÃO é mãe!

    SUELEN FERNANDA VIEIRA DOS SANTOS 19/01/2026
    19
  • Ponto positivo: não existe pontos positivos em uma medida que visa incriminar a vítima e facilitar a vida do criminoso a direita como sempre tentando arruinar a vida das pessoas mais vulneráveis na nossa sociedade Brasil nunca irá pra frente se continuarmos assim

    MICHELE EDUARDA BUENO VIEIRA 19/01/2026
    20
  • Ponto positivo: Como cidadã, é impossível enxergar benefício em uma medida que ignora a realidade, desconsidera as vítimas e retira garantias, enfraquece diretrizes técnicas e coloca obstáculos justamente para quem já está em situação extrema de vulnerabilidade.PAREM DE TENTAR COLOCAR A CULPA NA VÍTIMA E CRIEM MAIS LEIS PARA MANTER OS ABUSADORES NA CADEIA

    LUANA RAFAELE DOS SANTOS COSTA 19/01/2026
    23
  • Ponto negativo: É inaceitável que, em pleno século XXI, o Congresso Nacional discuta normas que aumentam a vulnerabilidade de meninas que já sofreram violência extrema, obrigando-as a enfrentar barreiras institucionais maiores para acessar direitos que a legislação brasileira já prevê há décadas. Esse tipo de retrocesso não só revoga uma proteção importante, como também pode expor ainda mais as vítimas, sujeitando-as a processos constrangedores, atrasos no atendimento e até riscos maiores à vida e à saúde.

    LUANA RAFAELE DOS SANTOS COSTA 19/01/2026
    16
  • Ponto negativo: Só existe pontos negativos. Esse PDL é uma aberração, uma covardia contra as nossas meninas que sofreram uma violência tão brutal que é o estupro. Ao invés de proteger as crianças estão dando mais poder aos estupradores! Uma vergonha! A quem interessa esse PDL??? Criança não é mãe!!! Estuprador não é pai!

    MANUELLA DA SILVA NOBRE 18/01/2026
    10
  • Ponto positivo: NÃO tem ponto positivo nisso, simplismente é algo DESUMANO e horrível

    MIGUEL BITTENCOURT NOGUEIRA 18/01/2026
    12
  • Ponto positivo: Não tem ponto positivo em proibir o aborto para crianças que foram vítimas de estupro, elas tem sim o direito de não querer carregar pra vida o resultado de um ato tão asqueroso! Aí vão dizer, mas abortar pode colocar em risco a vida da mãe , mas dar a luz antes dos 14 anos também pode… fora os traumas psicológicos irreparáveis que também podem levar até mesmo ao suicídio ao ser obrigada a passar por isso…

    LUANA CARMEN DE CASTILHOS 30/11/2025
    31
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.