Enquete do PL 5010/2024

Resultado

Resultado parcial desde 19/12/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 286 4%
Concordo na maior parte 14 0%
Estou indeciso 3 0%
Discordo na maior parte 22 0%
Discordo totalmente 7.239 96%

O que foi dito

Pontos mais populares

Qualquer avaliação mostra que os colégios militares estão muito a frente das escolas pessimamente ministradas pelo Mec. A maioria dos alunos dos colégios militares aprendem o conteúdo e superam muito as ministradas pelo Mec

MARCEL DOMINGUES DA SILVA MOTTA 26/12/2024
431

Observamos uma crescente desvalorização das Forças Armadas no discurso educacional, como se fossem parte de uma conspiração infundada. O art. 206, inciso III, da Constituição garante o “pluralismo de ideias e concepções pedagógicas”. Este projeto ameaça essa diversidade ao eliminar a opção de estudar em um ambiente com valores militares, padronizando a educação e restringindo a liberdade de escolha.

GIOVANI DESIDERIO GARUTTI 26/12/2024
629

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 110 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Os Colégios Militares do Exército são exemplo de excelência. Com só 14 unidades, o alcance ainda é limitado. MEC e Ministério da Defesa deveriam ampliar esse modelo para mais cidades e dar mais oportunidades aos estudantes..

    ALDO DANTE MACHADO JUNIOR 20/03/2026
    0
  • Ponto negativo: O Brasil precisa de mais ensino de qualidade. Os Colégios Militares do Exército já provaram seu valor. MEC e Ministério da Defesa deveriam expandir o SCMB, que hoje conta com apenas 14 unidades no país..

    ALDO DANTE MACHADO JUNIOR 20/03/2026
    0
  • Ponto negativo: Se funciona, por que não expandir? Os Colégios Militares do Exército são destaque no ensino. MEC e Ministério da Defesa deveriam ampliar o SCMB para mais capitais e interiores. Hoje são apenas 14 unidades..

    ALDO DANTE MACHADO JUNIOR 20/03/2026
    0
  • Ponto negativo: Educação de qualidade existe: os Colégios Militares do Exército. Falta ampliar. MEC e Ministério da Defesa deveriam levar esse modelo para mais cidades. Com só 14 unidades, o SCMB ainda atende muito pouco diante da demanda.

    ALDO DANTE MACHADO JUNIOR 20/03/2026
    0
  • Ponto negativo: Os Colégios Militares do Exército são referência em ensino no Brasil. O MEC e o Ministério da Defesa deveriam expandir esse modelo para capitais e grandes cidades do interior. Hoje são apenas 14 unidades do SCMB, número insuficiente..

    ALDO DANTE MACHADO JUNIOR 20/03/2026
    0
  • Ponto negativo: Os Colégios Militares do Exército são referência em qualidade de ensino no Brasil. Diante disso, o MEC e o Ministério da Defesa deveriam expandir esse modelo para todas as capitais e grandes cidades do interior, ampliando o acesso a uma educação de excelência. Hoje, o Sistema Colégio Militar do Brasil (SCMB) possui 14 unidades, número ainda limitado frente à demanda. Investir na expansão é garantir mais oportunidades e melhor formação para estudantes em todo o país.

    ALDO DANTE MACHADO JUNIOR 19/03/2026
    0
  • Ponto negativo: Os Colégios Militares do Exército estão entre os melhores sistemas de ensino do Brasil. Por isso, o MEC, em parceria com o Exército, deveria ampliar suas unidades para todas as capitais e também para as principais cidades do interior, oferecendo mais oportunidades a estudantes em todo o país. Atualmente, o Sistema Colégio Militar do Brasil (SCMB) conta com 14 unidades, e sua expansão permitiria levar ensino de excelência a ainda mais brasileiros.

    ALDO DANTE MACHADO JUNIOR 19/03/2026
    0
  • Ponto negativo: Discordo. O próprio INEP em seus levantamentos já apontou a eficiência das escolas militares apresentando o desempenho significativamente superior às escolas tradicionais. Além disso, esta proposta vai de encontro com o principio da eficiência da Adm Pública. Art. 37, Caput, CF/88. Ao pretender submeter uma estrutura que tem obtido excelentes resultados a um modelo que ainda carece de significativas mudanças (MEC). Por fim, sou contrário a transferência da gestão, defendendo o modelo atual.

    WITALO AURELIO SENA DE LUCENA 21/04/2025
    2
  • Ponto negativo: Subordinar o ensino militar ao MEC, que comprovadamente guia mal a educação do país, é abdicar do melhor ensino do país. Além disso, a formação militar tem a peculiaridade de formar combatentes para guerra, diferente de qualquer outra profissão civil. Dessa forma, tirar a autonomia dos militares para conduzirem suas próprias formações, é a mesma coisa que tirar o piloto do avião da cabine da aeronave e colocar em seu lugar um motorista de ônibus.

    THIAGO AMARAL DE FREITAS 19/04/2025
    2
  • Ponto negativo: Não consigo visualizar qualquer melhoria na nossa sofrível educação caso o projeto seja aprovado. Não há razão lógica alguma na proposta.

    GUILHERME OTAVIO GODINHO DE CARVALHO 18/04/2025
    2
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PDL 849/2026

    Susta, em sua integralidade, os efeitos da Resolução nº 491, de 4 de maio de 2026, do Conselho Nacional de Seguros Privados - CNSP, que estabelece as normas gerais aplicáveis às operações de proteção patrimonial mutualista.

  4. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 2188/2026

    O Projeto de Lei 2188/26 estabelece o valor máximo de R$ 250 para a anuidade cobrada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A proposta também fixa limites para as contribuições arrecadadas pelos demais conselhos profissionais. Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, as anuidades não poderão passar de R$ 250 para profissionais de nível superior e R$ 125 para nível técnico. Para empresas, os valores vão de R$ 250 a R$ 2.000, conforme o capital social. A proposta altera o Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94) e a Lei 12.514/11, que trata das contribuições para conselhos profissionais. Todos os valores poderão ser corrigidos anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Cobrança e disparidade O Estatuto da Advocacia hoje não prevê teto para as anuidades. A Lei 12.514/11 fixou R$ 500 para o nível superior e R$ 250 para o nível técnico – valores que, corrigidos pelo INPC até julho de 2026, chegam a R$ 1.135,61 e R$ 567,81. Segundo o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), autor do projeto, a ideia é evitar cobranças excessivas sobre trabalhadores. Na justificativa apresentada, ele afirmou que reduzir e limitar tributos e contribuições é uma medida de justiça social. Kataguiri disse ainda que a ausência de teto legal gerou distorções na advocacia após o Supremo Tribunal Federal (STF) entender que a OAB não precisa seguir a regra dos demais conselhos, com seccionais cobrando anuidades próximas a R$ 1.000. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei