Enquete do SBT 5 CTRAB => PL 4911/2023

Resultado

Resultado parcial desde 11/12/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1 3%
Concordo na maior parte 1 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 42 91%
Discordo totalmente 2 4%

O que foi dito

Pontos mais populares

Os trabalhadores de acesso por cordas passam horas em suspensão, isso causa doenças do trabalho como, hipertensão, hérnia de disco, artrose entre outras doenças… O adicional de 40% por desgaste orgânico é uma forma de compensar o trabalhador de acesso por cordas e diferenciar o salário dele do trabalhador convencional… A retirada do adicional do projeto de lei, sucateia ainda mais a prof fusão, defende o empresário e não o trabalhador. Se aprovar sem o adicional será uma traição aos trabalhad

Sindicato dos trabalhadores de acesso por cordas e inspetores de END 11/12/2024
0

Não pode retirar o adicional de 40% do trabalhador, é de suma importância, visto que é uma atividade de alto risco.

CAIO GABRIEL PEREIRA BARBOSA DOS SANTOS 11/12/2024
1

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Exibindo resultados 1 a 10 de 27 encontrados.

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  • Ponto positivo: HOJE O ALPINISMO INDUSTRIAL TRAZ UMA ALTERNATIVA MAIS EFICAZ,MAIS SEGURO E COM MENOR CUSTO PARA AS EMPRESAS (PRINCIPALMENTE DAS EMPRESAS DO RAMO INDUSTRIAL COMO EXPLORAÇÃO DE PETRÓLEO, ENERGIA EÓLICA,REFINARIAS, SIDERÚRGICA ETC),PORÉM OS TRABALHADORES DESSA ATIVIDADE PASSAM HORAS PENDURADOS REALIZANDO ESFORÇO FÍSICO ACIMA DA MÉDIA DE UMA ATIVIDADE COMUM. A INDENIZAÇÃO POR DESGASTE ORGÂNICO NÃO PODERIA SER RETIRADA DO PROJETO DE LEI!

    DANIEL FERREIRA DE ANDRADE 12/12/2024
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  • Ponto negativo: Não estou de acordo A retirada do adicional 40% IDO é um ponto muito negativo. o profissional da escalada tem um desgaste enorme para realizar atividades complexas em altura. A nossa profissão precisa de mais reconhecimento e valorização. Vcs devem revê e incluir novamente na PL

    RONEY BLANC SANCHES 12/12/2024
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  • Ponto negativo: Discordo totalmente da retirada do piso de 3 salários e dos 40 % do IDO que estava na pauta original, sem uma lei pra amparar o trabalhador eles serão reféns das empresas.

    CILAS DA SILVA FILHO 12/12/2024
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  • Ponto negativo: retirado os 40% da proposta de desgaste orgânico, isso é um tapa na cara do trabalhador ,isso é uma forma de compensação dos riscos e desgaste físicos e motores dos profissionais devem revê e incluir novamente na PL

    NIVALDO DOS SANTOS CIRNE JUNIOR 12/12/2024
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  • Ponto negativo: Não deve ser retirado os 40% da proposta de desgaste orgânico pois é uma modalidade de trabalho de alto risco e os alpinistas merecem.

    ELTON VINICIUS SILVA LIMA SANTOS 12/12/2024
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  • Ponto positivo: Não estou de acordo com a retirada do adicional de 40% de indenização por desgaste orgânico, ele imprescindível para nossa categoria.

    ANDERSON SANTANA SILVA 12/12/2024
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  • Ponto negativo: Retirada da porcentagem de 40% da proposta para desgaste orgânico

    JOAO WEMESON FERREIRA FILHO 12/12/2024
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  • Ponto positivo: Não estou de acordo com a retirada do adicional de 40% é essencial para a nossa classe!

    LUIZ VITORINO DA SILVA JUNIOR 12/12/2024
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  • Ponto negativo: A retirada do piso salarial de 3 salarios minimos,e a retirada do adicional de 40% do indenização de disgaste orgânico (IDO)

    UELLITON FARIAS DA SILVA 11/12/2024
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  • Ponto negativo: O adicional de 40% da proposta inicial foi removido, nossa categoria merece esse adicional. Somos uma engrenagem crucial na manutenção das plataformas de oleo e gás. Merecemos esse adicional.

    FILIPE CORDEIRO DE AZEREDO GONCALVES 11/12/2024
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

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  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

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  5. PL 2386/2023

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  6. REQ 308/2026 CSPCCO

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