Enquete do PL 4614/2024

Resultado

Resultado final desde 29/11/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 90 0%
Concordo na maior parte 18 0%
Estou indeciso 6 0%
Discordo na maior parte 192 2%
Discordo totalmente 12.206 98%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não acho justo tirar de quem mais precisa pra tampar o buraco sem fundo deles Quanta maldade quanta covardia desse governo que iludio o povo com falsas promesas, no salário deles não tem corte só aumento enquanto que uma mãe que não pode trabalhar porque tem 3 crianças especiais tem que viver com salário minimo Tendo que arcar com medicações de uso contínuo alimentação terapias porque pelo não conseguem crianças que dependem de alimentação especial Os idosos sofrem também muita covardia.

MONICA DANIELLE DA CRUZ DE SOUSA 03/12/2024
1156

Atingir muitas pessoas baixa renda que precisa se manter por não ter condição e crianças pcds não concordo com essa pL que é uma covardia com o pobre

CAMILA DE OLIVEIRA CAETANO 01/12/2024
884

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 468 encontrados.

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  • Ponto positivo: Outros Destaques da Justificação: 1. Cadastro Biométrico obrigatório para reduzir fraudes. 2. Atualização obrigatória do CadÚnico a cada 24 meses. 3. Reajuste do salário mínimo limitado aos índices de crescimento das despesas primárias até 2030. 4. Adequação do orçamento do Proagro às disponibilidades orçamentárias. 5. Definição mais clara do conceito de família para elegibilidade ao BPC (Benefício de Prestação Continuada).

    Eduardo Ramos 23/12/2024
    0
  • Ponto positivo: Impacto Esperado: Maior controle e fiscalização na concessão de benefícios sociais. Redução de fraudes e otimização do uso dos recursos públicos. Alinhamento das políticas sociais ao novo arcabouço fiscal brasileiro (LC 200/2023).

    Eduardo Ramos 23/12/2024
    0
  • Ponto negativo: Eu poderia citar mais de um ponto negativo, mas me atenho a dizer que não é justo, para fazer economia, retirar benefícios de pessoas que mais precisam e que podem encontrar grandes dificuldades para se inserir no mercado de trabalho e conseguir empregos que não as explorem. Nossa sociedade, infelizmente, ainda está muito longe de um ideal de inclusão. Além disso, limitar o teto do salário mínimo é restringir as expectativas dos trabalhadores assalariados. Sou totalmente contra essa PL!

    LUIZ CARLOS DE SOUZA 22/12/2024
    3
  • Ponto negativo: É um absurdo tirar benefício de pessoas pobres e necessitadas de auxílio, pq não tiram os próprios benefícios e regalias para cortar gastos, autista é autista e nenhum médico da diagnóstico sem ter certeza, as mães precisam cuidar dos seus filhos é dever do estado garantir a subsistência dessas pessoas, esse ano foi recorde de arrecadação de impostos, prestem conta dos gastos que vcs verão onde precisa auditar e cortar despesas.

    SIMONE LEILA GARCIA SUMACHI 22/12/2024
    3
  • Ponto positivo: Não tenho, estou em dúvida.

    JOSE LUIZ MONELIS 20/12/2024
    0
  • Ponto negativo: Foram criadas regras para o BPC/LOAS que claramente não faz sentido, como exigir reconhecimento de digital, reconhecimento facial, exigir somente quem tem deficiência média ou severa, tem pessoas com deficiência leve mas que precisa se tratar para que não se agrave e isso vai ser ignorado? Até o autista nível 1 precisa de tratamento e acompanhamento para não agravar para toque e ansiedade .

    Francisco Zimmermann Junior 20/12/2024
    9
  • Ponto negativo: Então,se alguém me disser que todos os pontos não são negativos, me mostrando coerência eu ficarei surpresa,eu sinceramente, não consigo acreditar que com tanta coisa pra se resolver neste país a preocupação e tirar o mínimo benefício que o pobre e incapacitado possui, é muita injustiça em um lugar só, quem precisa do LOAS já é punido por precisar dele, nenhum parlamentar vive com salário mínimo e com uma (ou mais) pessoa doente em casa, que faz diálise 3 x por semana etc, que triste!

    VANESSA DA SILVA TRINDADE 20/12/2024
    8
  • Ponto positivo: Infelizmente não vejo ponto positivo,como a maioria já citou, as regalias deviam ser tirados dos políticos, que por sinal são muitas, como um país que necessita de um salário pra sobreviver (não supre as necessidades básicas), ainda vai ter o desprazer de perdê-lo? crianças autistas,com síndromes e mães delas, não conseguem dar um tratamento decente com LOAS,imaginem sem o benefício, muita covardia, tirar de quem já tem uma vida extremamente difícil.

    VANESSA DA SILVA TRINDADE 20/12/2024
    7
  • Ponto negativo: É triste e dura a realidade de como se trata as pessoas com desigualdade principalmente os deficientes autistas e com outras síndromes Eu sou mamãe que tinha uma vida normal trabalhava de carteira assinada quando descobri o diagnóstico do meu filho com autismo e vi o quão necessário era sua dependência e tive que sair do meu trabalho para buscar ajuda pro meu filho classificar nível de suporte não ameniza as crises não ameniza as noites em claros não ameniza a seletividade

    GESLANIA DE HOLANDA OLIVEIRA 20/12/2024
    4
  • Ponto negativo: A vergonha de sermos assumidamente uma nação que é contra os mais pobres, que despreza sumariamente pessoas com necessidades especiais, o preconceito encruado naqueles que se calam, o aumento da desigualdade social, eu poderia citar aqui pontos que não caberiam nesta caixa, mas prefiro lembrar que empresas extremamente ricas devem um trilhão em impostos e previdência, por que não executam essa dívida, ao invés de sacrificar quem é pobre e PCD?

    KLEBER FERREIRA BRITO 20/12/2024
    8

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei