Enquete do PL 4501/2024

Resultado

Resultado parcial desde 25/11/2024

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 27 55%
Concordo na maior parte 3 6%
Estou indeciso 1 2%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 18 37%

O que foi dito

Pontos mais populares

Comprometimento do Governo com a modernização financeira e econômica ao adotar avanços tecnológicos, de informática e criptografia matemática. O protocolo do Bitcoin compila 53 anos de trabalho e artigos de vários gênios, rodando em incontáveis nodes, executando transações e validações , com seu algoritmos provados e validados ao longo de quase 16 anos da rede Bitcoin rodando 24 X 7 ONLINE, sem quedas! Atualização necessária para garantir dinamismo econômico da reserva estratégica Brasileira.

DARLAND DE CASTRO CORREIA 26/11/2024
10

O autor do Projeto confunde Bitcoin com criptomoeda. O Estado não é para fazer reserva de recurso, o Estado tem que arrecadar impostos com destinação, e fazer relatório do dinheiro que foi gasto. O TCU tem que ter tudo que foi gasto, com quem foi gasto, inclusive os salários de parlamentares, juízes, e ministros.

MARCO ANTONIO AREAS 26/11/2024
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 8 de 8 encontrados.

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  • Ponto positivo: Além dos fundos de índices (ETFs) negociados em bolsas de valores, há, de suma importância para o comércio exterior, a utilização dos contratos futuros, já feitos em bitcoins. Este instrumento serve como hedge (proteção) contra as oscilações no valor cambial das negociações.

    ANA MARIA GASQUER VICENTIN 21/01/2025
    1
  • Ponto negativo: Nada contra os fãs de Bitcoin, mas não seria mais razoável o Brasil investir recursos em ativos que produzem algo além de gasto de energia...? Ou a proposta é investir em Bitcoin como reserva pra pagar ransomware, que é um dos poucos casos de uso em que Bitcoin é a moeda de preferência? Enfim, até uma proposta de investir energia sobrando (quando houver) pra minerar Bitcoin faz mais sentido do que essa de comprar Bitcoins minerados por terceiros (o que basicamente beneficia esses terceiros...)

    MARCOS ANTONIO SIMPLICIO JUNIOR 06/12/2024
    0
  • Ponto positivo: O Brasil possui cerca de US$ 372 bilhões em reservas internacionais, majoritariamente em dólares, além de euros, ienes e ouro. Propomos alocar 5% dessas reservas em Bitcoin (BTC), reduzindo a exposição a moedas fiduciárias e aproveitando o BTC como hedge contra inflação e potencial de valorização. Este ativo, descentralizado e escasso, diversifica riscos e fortalece a posição do Brasil como pioneiro em inovação financeira, consolidando sua estratégia no cenário global.

    WATERLOO CASSIANO RIBEIRO JUNIOR 27/11/2024
    3
  • Ponto positivo: Bitcoin é muito menos inflacionário do que o Real, pois não está sob a égide dos erros cometidos pelo governante, trazendo dessa forma, maior lucratividade ao Estado. Os países que aderiram o Bitcoin como reserva, estão com lucro absoluto, em face às demais moedas.

    JOSE PEDRO SEMMER FILHO 27/11/2024
    5
  • Ponto negativo: Colateralizar o Real ao Biticon. Medida que traria estabilidade ao Real.

    MARCO ANTONIO AREAS 26/11/2024
    0
  • Ponto negativo: O autor do Projeto confunde Bitcoin com criptomoeda. O Estado não é para fazer reserva de recurso, o Estado tem que arrecadar impostos com destinação, e fazer relatório do dinheiro que foi gasto. O TCU tem que ter tudo que foi gasto, com quem foi gasto, inclusive os salários de parlamentares, juízes, e ministros.

    MARCO ANTONIO AREAS 26/11/2024
    2
  • Ponto positivo: Não tem ponto positivo. O Estado não necessita de reservas, mais do que já possui com arrecadação de imposto. O que o Estado necessita é colateralizar o Real ao biticon, ou seguir o exemplo de Naybe Bukele. Criar mais transparência com o dinheiro público, acabar com atos secretos, para homens públicos, atos de homens públicos com o dinheiro do povo, tem que ser público. Criar um Estado necessário, não um sumidouro de impostos, o povo não consegue sentir o retorno destes recursos.

    MARCO ANTONIO AREAS 26/11/2024
    1
  • Ponto positivo: Comprometimento do Governo com a modernização financeira e econômica ao adotar avanços tecnológicos, de informática e criptografia matemática. O protocolo do Bitcoin compila 53 anos de trabalho e artigos de vários gênios, rodando em incontáveis nodes, executando transações e validações , com seu algoritmos provados e validados ao longo de quase 16 anos da rede Bitcoin rodando 24 X 7 ONLINE, sem quedas! Atualização necessária para garantir dinamismo econômico da reserva estratégica Brasileira.

    DARLAND DE CASTRO CORREIA 26/11/2024
    10
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.