Enquete da PEC 42/2024

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Resultado parcial desde 11/11/2024

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A PEC 42/2024 é desnecessária e preocupante, pois o Congresso Nacional já dispõe de instrumentos constitucionais e institucionais para monitorar as agências reguladoras — com o apoio do TCU e o controle interno exercido pela CGU. A proposta, ao introduzir um viés político adicional sobre a atuação técnica das agências, ameaça comprometer sua autonomia decisória e a qualidade técnica das políticas regulatórias.

VARLEY DIAS SOUSA 23/10/2025
56

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Exibindo resultados 1 a 10 de 13 encontrados.

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  • Ponto negativo: Proposta que somente beneficia currais políticos e lobistas. O legislativo tem um sem fim de leis que precisam ser atualizadas e debatidas, como o código de processo penal, por exemplo. Mas os senhores parlamentares buscam somente ampliar o alcance dos seus braços, se imiscuindo nos outros poderes sem nenhum motivo que seja de proveito da população.

    LUCIANA LEOPOLDINO 26/10/2025
    3
  • Ponto negativo: As agências precisam é de investimento do poder público, não de interferência política. Ela já está sujeita a fiscalização pelos órgãos de controle federais. Deputados não estão fazendo isso em defesa do povo, mas de uma minoria que tem interesses pessoais/financeiros nessa interferência. Chega de lobby!

    FRANCIELLI CRISTINE CUNHA MELO 25/10/2025
    3
  • Ponto negativo: A justificativa para edição da PEC é falaciosa e tem o objetivo contrário. Diz-se ser necessário o controle privativo do CN, fins de evitar a captura pelo regulado, mas é o CN quem sofre forte influência lobista dos setores, de modo a interferir em assuntos técnicos dos quais nao entende. A própria PEC é resultado disso, seu texto é inconstitucional. Seria o CN usurpando poder do Executivo.

    CARLOS EDUARDO ROCHA VASCONCELLOS 25/10/2025
    3
  • Ponto negativo: O trabalho exercido pelas agências reguladoras é técnico e, via de regra, complexo. Além disso, é necessário lidar com inúmeras falhas de regulação como a captura do agente e a influência exacerbada dos grandes conglomerados regulados que possuem muito poder de lobby. Entregar na mão do legislativo - que são comprometidos com esses lobbysta, sem falar falta de conhecimento técnico e incompetência usual dos parlamentares atuais, enfraquece a regulação e inviabiliza a autonomia.

    FILIPE KENDY AOKI ALVES 24/10/2025
    3
  • Ponto negativo: As agências possuem autonomia e já existem mecanismos de controle. A proposta tem apenas um viés político. Justificam que os entes legislam, mas nenhuma norma de agência vai contra a legislação. Outro ponto, falaram que visa mais participação popular se estiver na câmara, mas as agências já têm formas de participação popular e nem precisa de politico para isso. Mais uma vez a câmara provando que só legisla para aumentar o poder deles mesmos e por interesse próprio.

    PATRICIA ALEXANDRE DOS SANTOS 24/10/2025
    3
  • Ponto negativo: o em permitir que deputados federais exerçam poder de fiscalização direta sobre as agências reguladoras é a comprometimento da autonomia técnica e da estabilidade regulatória, gerando riscos de politização, insegurança jurídica e desvio de funções institucionais. Essa mudança corroeria o desenho original das agências como órgãos técnicos e estáveis, substituindo critérios técnicos por pressões conjunturais e interesses políticos e de congressistas sem qualificação técnica.

    HENRIQUE AUGUSTO BORGES 24/10/2025
    13
  • Ponto negativo: A política mais uma vez buscando intervir onde não deve para obter favorecimentos para sua classe

    JOAO VICTOR ITIMURA BALMANT 24/10/2025
    11
  • Ponto negativo: Risco enorme de ingerência política e de lobbies difusos nas agências. Super preocupante!

    ALEX RODRIGUES BRITO DE MEDEIROS 23/10/2025
    15
  • Ponto negativo: Com tantas notícias sobre interesses indevidos ocorridos por meio de ação de alguns parlamentares é preocupante esse interesse repentino nas agências que regulam tantos produtos e serviços. Fora o impacto econômico que vira com o fim da independência das agências. Preocupante esse projeto.

    MARCELO FREITAS RODRIGUES 23/10/2025
    10
  • Ponto negativo: A PEC 42/2024 é desnecessária e preocupante, pois o Congresso Nacional já dispõe de instrumentos constitucionais e institucionais para monitorar as agências reguladoras — com o apoio do TCU e o controle interno exercido pela CGU. A proposta, ao introduzir um viés político adicional sobre a atuação técnica das agências, ameaça comprometer sua autonomia decisória e a qualidade técnica das políticas regulatórias.

    VARLEY DIAS SOUSA 23/10/2025
    56
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  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

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  4. PL 5558/2019

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  5. PEC 383/2017

    O governo terá que aplicar anualmente pelo menos 1% da receita corrente líquida (RCL) da União, prevista para o ano, no financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17, do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. O Suas envolve um conjunto de programas do governo federal, realizado em parceria com estados e municípios, voltados para a proteção do indivíduo. Entre estes programas estão o de Atenção Integral à Família (Paif), o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e de Inclusão de Jovens (Projovem). O sistema também financia os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Como a aplicação dos recursos se baseará na RCL prevista para o ano, a proposta do deputado Cabral determina que o governo fará os ajustes necessários (para cima ou para baixo) no ano seguinte com base na RCL efetivamente realizada. Por exemplo, se a receita realizada de um ano ficar 3% acima do esperado, no ano seguinte o valor equivalente a esse percentual será acrescido ao Suas. Além de definir os limites financeiros, a PEC 383/17 insere o Suas no texto constitucional – atualmente, o sistema está previsto apenas em lei (12.435/11). Cabral aproveita a mesma definição da norma, que estabelece que a gestão das ações de assistência social será feita pelo Suas, sob a forma de sistema descentralizado e participativo. Corte orçamentário O deputado destacou que o objetivo da proposta é garantir uma fonte constante de financiamento dos programas de assistência social do país, evitando o que aconteceu em 2017, quando a proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso Nacional reduziu os recursos da área. “O corte radical sobre as receitas previstas para o funcionamento da rede que compõe o Suas despertou preocupação sobre a fragilidade do sistema”, disse Cabral. “Nesse sentido, faz-se necessário prever a existência do Suas no texto constitucional, assim como estabelecer na Carta Magna o montante de receitas disponíveis para o efetivo funcionamento do sistema.” Tramitação A PEC 383/17 será votada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que analisará a admissibilidade do texto. Se ele for aprovado, será criada uma comissão especial para analisar o teor da proposta. A votação final ocorrerá no Plenário da Câmara.

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